O risco que já vi foi o documento sair do DRC sem chegar ao parceiro pela troca Peppol. Na farma, veja, o combinado é que só liberamos a produção depois de testar a ponta a ponta. Estamos num SAP com o DRC configurado e o exchange ligado no ambiente de testes. Já tentei mapear o envio e o retorno, mas a confirmação some na fila e o sistema marca como pendente. Como vocês validam o retorno do exchange antes de dizer que o processo fechou, e qual evidência guardam?
Atualização:
Entendi, Simone. Aqui na farma, veja, o combinado é registrar o identificador antes de enviar. Vou testar essa rotina nesta semana e conto o que aconteceu. Você usa um campo próprio para o identificador ou aproveita o número do documento? Isso muda muito a conciliação.
Atualização:
No caso da farma, a rotina é conferir o retorno todo dia. Na prática, veja, o combinado é que o time de integração responde por falha técnica e o fiscal responde por rejeição. Vou levar isso na próxima reunião, Roberta, e aceito a sugestão de separar as filas. Você tem alguma métrica para acompanhar o tempo entre envio e retorno?