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Dúvida curta. No primeiro uso do checklist, o mesmo analista executa o item e marca como concluído. A auditoria interna do cliente perguntou como esse modelo se sustenta. Então, minha leitura é que quem executa não deveria assinar o 'feito'. Mas com a equipe pequena nem sempre há outra pessoa para validar. Quem deve assinar cada item: quem executou ou quem validou?


Atualização:

Faz sentido separar por risco. Vou propor ao gestor os dois campos e as três faixas. Dúvida: no item de risco alto sem outra pessoa, o gestor que valida o resultado precisa conhecer a regra? Se ele não conhece, a assinatura dele vira formalidade?

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Cada item leva duas assinaturas, de pessoas diferentes: o executor assina o 'executado' e o validador assina o 'validado'.

  1. Tarefa simples: basta o executor, com conferência por sorteio mais tarde.
  2. Tarefa que mexe no cálculo do imposto ou no que vai ao Fisco: segunda pessoa confere antes do fechamento do item, com limite de três dias úteis.
  3. Equipe de uma pessoa só: o gestor olha o resultado e deixa anotado que o método não foi revisado.

O validador só consegue assinar se a evidência anexada basta para conferir sem refazer o trabalho. Para amarrar esse modelo a papéis e donos, veja programa de governança fiscal no SAP.

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Veja, a gente costuma resolver assim: o validador não precisa saber executar, mas precisa conseguir conferir a evidência. Por isso o executor anexa o que o validador deve olhar: o documento de exemplo, o resultado do teste, a tela do cadastro. Modelo de linha: 'Item 14 | executado por A em 03/11 | evidência: arquivo X | validado por B em 05/11'. Se o validador não consegue concluir só olhando a evidência, a evidência é insuficiente, e a falha é do registro, não dele.

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Assinam os dois, em campos diferentes. Então, como todo mundo sabe, quem executa registra 'executado' com data e evidência, e quem valida registra 'validado', também com data. O item só vale como concluído quando os dois campos estão preenchidos por pessoas diferentes. Se não há outra pessoa, o item fica 'executado, aguardando validação', e esse é um estado honesto, não uma falha.

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Discordo de tratar 'executado, aguardando validação' como estado normal. Na prática vira fila eterna. Dito isso, a pergunta vale, e minha regra é por risco:

  1. Item de baixo risco: o executor assina e um revisor confere uma amostra depois.
  2. Item que afeta imposto calculado ou obrigação entregue: validação por outra pessoa antes de concluir.
  3. Sem outra pessoa disponível: o gestor valida o resultado, não o método, e isso fica escrito.

Prazo máximo de validação: três dias úteis.

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