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GUEPARDO Global Trade · Produto da NTT DATA

GUEPARDO Global Trade: comércio exterior integrado ao SAP, o que a NTT DATA publica e o que você precisa provar

O GUEPARDO Global Trade é o produto da NTT DATA para comércio exterior com SAP, com 12 módulos. Aqui está o que ela publica de cada um, com fonte e data de leitura, onde cada módulo encontra o seu SAP e as perguntas de quem avalia a compra.

O Global Trade pertence à NTT DATA. A DFSpro o vende como Canal Autorizado. Norma aduaneira, regime e tese tributária são decisões da sua empresa.

Índice

Escolha por onde começar, conforme o seu papel

Cada papel tem um ponto de partida diferente na avaliação do Global Trade.

01Comex e logística

Os módulos de operação, regimes e controle de carga, um a um.

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02Fiscal e tributário

Nota, faturamento, custo, câmbio e o que precisa fechar no SAP.

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03TI e arquitetura SAP

Robôs, limites do órgão, integração e as provas antes de ligar.

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04Diretoria e compras

Os números, as dez perguntas para a NTT DATA e o limite do nosso papel.

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Atalhos da página
A resposta curta

Um produto da NTT DATA para o comércio exterior, e decisões que continuam suas

A resposta direta

Segundo a NTT DATA, o GUEPARDO Global Trade é uma plataforma de gestão de comércio exterior integrada ao SAP, com 12 módulos que vão do pedido no exterior ao câmbio e ao arquivo dos documentos.

O que é

Um produto da NTT DATA, descrito por ela como integrado nativamente ao SAP. Reúne importação, exportação, despacho, regimes especiais, nota fiscal, custos, câmbio e documentos. O que segue é o que ela publica, com a data da leitura.

O que não é

Não é a norma aduaneira, que é do Siscomex e da Receita Federal. Não é o GUEPARDO e-Invoicing, descrito à parte, nem o GUEPARDO Tax. Nenhum produto decide classificação fiscal, valor aduaneiro ou regime por você.

Onde a DFSpro entra

Como especialista em fiscal no SAP e no GUEPARDO Tax, a DFSpro desenha, configura e prova o comportamento do seu SAP em volta do comércio exterior.

O que a NTT DATA publica

Como a NTT DATA descreve o Global Trade, em quatro pontos

Resumo do que a página do produto afirma, seguido da data da consulta.

Uma plataforma só

A NTT DATA fala em gestão empresarial integrada nativamente ao SAP, que reúne em um lugar as demandas gerenciais e operacionais do comércio exterior.

O que acompanha

Segundo ela, o usuário acompanha navios, contêineres e cargas, faz pagamentos, lança notas, calcula benefícios fiscais e gerencia os documentos recebidos e emitidos.

O que cobre

Compras e vendas internacionais, diretas ou por conta de terceiros, e os regimes aduaneiros especiais. Os módulos vêm nas seções seguintes.

Como é entregue

A página fala em plataforma escalável, que adapta a infraestrutura à demanda. Como isso convive com o SAP do cliente, a página não detalha.

Fonte e data de leitura

Consulta de 16/10/2026 ao material público da NTT DATA sobre o produto e sobre os 12 módulos. Os textos não trazem data de publicação e podem mudar.

Para quem

Quatro perfis que a NTT DATA indica, e a pergunta de cada um

A mesma plataforma serve a quem importa, exporta, despacha ou fatura. Cada um chega com uma dúvida diferente.

PerfilQuem éA pergunta que ele traz
Quem importaImportadoras, tradings e distribuidoras.O produto acompanha a minha mudança de DI para Duimp, e como o resultado chega à nota de entrada?
Quem exportaIndústria, agronegócio e comerciais exportadoras.O produto controla do pedido à averbação, e quem registra a DU-E, ele ou o meu despachante?
Quem despachaDespachantes e consultorias, que a NTT DATA cita como públicos do despacho.Como ficam acesso, procuração e prova de quem informou o quê?
Quem fatura e pagaFiscal, financeiro e contabilidade de quem opera no SAP.Que documento, custo e câmbio voltam ao SAP, em que formato e com que conferência?

A NTT DATA cita também logística e serviços entre os segmentos. A lista é de segmentos, e não de cobertura por operação.

Módulos de operação, 1 de 4

Exportação, importação e despacho: o que cada módulo faz e onde encontra o SAP

Os três módulos do processo aduaneiro, do pedido ao desembaraço. O que a NTT DATA descreve vem atribuído, e o que é julgamento nosso vem marcado.

Exportação

O que faz. Segundo a NTT DATA, controla do recebimento da mercadoria à entrega no exterior: abertura do processo, reserva de praça, lista de embalagem, conhecimento de embarque, envio de documentos e notas de remessa.

Para quem. Quem exporta produto próprio ou comprado.

Como entra no SAP. Julgamento nosso: o SAP guarda pedido, nota e custo. O embarque e a DU-E ficam no módulo e com o declarante, e o retorno precisa voltar ao SAP. A norma está em DU-E, averbação e comprovação.

O que a DFSpro faz. Desenha o retorno da averbação, configura a nota de exportação e prova que bate.

Quem decide. O cliente: enquadramento da operação e quem registra a DU-E.

Importação

O que faz. Controla do pedido no exterior à entrega ao cliente: proforma, invoice, embarques, conhecimento, numerários, custo e prestação de contas, com acompanhamento de licenças e declarações no Siscomex.

Para quem. Tradings, importadoras, despachantes e agentes de carga.

Como entra no SAP. O elo é a nota de entrada e o custo. Valores por item, número da declaração e data precisam chegar íntegros, ou a escrituração não fecha.

O que a DFSpro faz. Desenha o caminho do dado, configura a nota de entrada e prova a conciliação com a declaração.

Quem decide. O cliente: classificação, valor aduaneiro e escolha do despachante.

Despacho Aduaneiro

O que faz. Diz usar os dados operacionais para o despacho e tornar a parte documental uma conferência. Cita despacho interno ou com despachante externo. A conferência aduaneira, no sentido da lei, é ato da Receita.

Para quem. Importadoras, exportadoras, tradings e despachantes.

Como entra no SAP. O SAP não conduz o despacho: consome o resultado, com número, data de registro, canal, tributos por item e prova do pagamento.

O que a DFSpro faz. Desenha o que o SAP recebe do despacho e prova que o retorno confere.

Quem decide. O cliente e o despachante inscrito, que respondem pela informação declarada.

Módulos de operação, 2 de 4

Drawback, robôs e portal: a descrição da NTT DATA e a necessidade do SAP

Três módulos de controle e de acompanhamento. Cada bloco termina com quem decide.

MóduloO que faz e para quemComo entra no SAPO que a DFSpro fazQuem decide
DrawbackSegundo a NTT DATA, controla o ato concessório e o Drawback Integrado: prazos, saldo de impostos a baixar, laudos e relatórios de baixa, ligando as compras ao número do ato. Para quem: Indústrias exportadoras, despachantes e consultorias.Julgamento nosso: saldo por item do ato e baixa costumam exigir controle além do SAP padrão. A nota de compra e a DU-E averbada precisam apontar para o mesmo ato.Desenha como o SAP guarda nota, lote e saldo e prova a conciliação. Não solicita o ato nem assina laudo.O cliente: modalidade, equivalência e coeficiente técnico. Veja regimes especiais.
RobôsSegundo a NTT DATA, consultam sistemas do governo em horários definidos, leem cargas, declarações e licenças e alertam analistas. Registram no Siscomex quando o usuário autoriza. Para quem: Quem tem volume que torna a consulta manual cara.O estado do processo precisa chegar ao SAP. Se por consulta ou por aviso do órgão, a NTT DATA não diz.Desenha onde o status entra no SAP e como se prova. Execução própria sobre os robôs não está documentada e não é prometida.O titular da credencial: acesso, procuração e o que o robô pode registrar.
Follow-up WEBPortal em que o cliente do cliente acompanha processos, prazos e cópias de documentos e envia dados digitais, segundo a NTT DATA. Para quem: Quem presta contas ao cliente final, como importadores, exportadores, prestadores e tradings.É vitrine de status, e não escrituração. O que o portal mostra precisa ser o que o SAP registra.Prova que o status mostrado e o lançado no SAP são o mesmo.O cliente: quem enxerga o quê, e os dados pessoais expostos, pela LGPD.
Módulos de documento fiscal, 3 de 4

NF-e, faturamento e contrato: onde o produto encontra o fiscal do SAP

Estes três módulos tocam o documento e o imposto. A conferência com o SAP é o ponto mais sensível da avaliação.

NF-e

O que faz. Segundo a NTT DATA, emite NF-e de importação e de exportação, a partir da DI ou do pedido, guarda o XML, envia XML e DANFE por e-mail e faz a manifestação das notas emitidas contra a empresa.

Para quem. Quem emite e recebe nota em operação de comércio exterior.

Como entra no SAP. É onde o produto encontra o fiscal do SAP e o e-Invoicing. A NTT DATA não diz se serve à nota de entrada, de saída ou às duas, nem se usa o mesmo motor. Pergunte.

O que a DFSpro faz. Desenha a base do ICMS e do documento no SAP e prova a escrituração.

Quem decide. O cliente: a tese de ICMS na importação e a manifestação de cada nota. A regra da nota está no Ajuste SINIEF 07/05.

Faturamento

O que faz. Segundo a NTT DATA, gera nota de produtos e de serviços a partir da DI e das despesas, comunica com a SEFAZ e envia XML e DANFE. Cita configuração tributária integrada a sites de consultoria.

Para quem. Quem fatura serviço e produto em operação de comércio exterior, como tradings e despachantes.

Como entra no SAP. O imposto da nota nasce da parametrização. Se o módulo calcula por fora, os dois cálculos precisam concordar. O texto do módulo, em 16/10/2026, não cita CBS nem IBS (não conferido se o produto os trata). Veja parametrização fiscal.

O que a DFSpro faz. Configura a parametrização fiscal do SAP e prova o resultado contra o do módulo.

Quem decide. O cliente: o tratamento tributário. Configuração automática não é decisão tributária.

Contrato

O que faz. Segundo a NTT DATA, trata contratos com clientes e fornecedores: rentabilidade por contrato, aditivos e prazos com alerta, orçamento contratado e faturamento programado.

Para quem. Prestadores de serviço e quem controla contratos de importação e exportação.

Como entra no SAP. É o módulo mais distante do fiscal. Onde o contrato gera faturamento, o momento do imposto precisa estar claro no SAP. Veja reforma tributária, CBS e IBS.

O que a DFSpro faz. Desenha o momento do imposto no faturamento do SAP e prova.

Quem decide. O cliente: a regra de reconhecimento e de faturamento do contrato.

Módulos de custo, câmbio e arquivo, 4 de 4

Custos, câmbio e documentos: o que a NTT DATA descreve e o que fica a seu cargo

Os três últimos módulos, que fecham os doze. Aqui o risco é concluir cobertura a partir do que a página não diz.

MóduloO que faz e para quemComo entra no SAPO que a DFSpro fazQuem decide
Planilha de custosSegundo a NTT DATA, simula custos de importação e exportação por NCM antes de abrir o processo, compara cenários e gera proposta comercial. Para quem: Quem precisa prever o custo antes de comprar ou vender.O custo estimado precisa concordar com o que o SAP formar na nota de entrada. O texto do módulo não cita AFRMM, taxa Siscomex nem rateio em 16/10/2026, e a omissão não prova cobertura. Veja valor aduaneiro.Prova o custo estimado contra o lançado no SAP, item a item.O cliente: as premissas de alíquota, câmbio e rateio.
Trade FinanceSegundo a NTT DATA, controla câmbio e financiamento: contrato de câmbio, FINIMP e REFINIMP, carta de crédito, hedge e variação cambial integrada à contabilidade. Para quem: O financeiro de empresas com câmbio avançado, de porte médio e grande.A contabilidade do SAP precisa receber a variação cambial com a mesma regra. A NTT DATA não diz se o módulo envia a declaração ao Bacen ou só controla. Pergunte.Desenha o retorno contábil e prova o saldo. Não presta serviço de câmbio.O cliente, o banco e o contador: declaração ao Bacen, hedge e reconhecimento contábil. Veja câmbio, custo e conciliação.
GEDSegundo a NTT DATA, gerencia documentos em nuvem com versionamento, acesso por perfil e recebimento de arquivos por robôs que monitoram caixas de e-mail. Para quem: Todos os módulos que geram documento.Guarda de XML e de documento fiscal tem prazo e regra próprios. O texto do módulo não cita ICP-Brasil, prazo de guarda nem LGPD em 16/10/2026: não presuma. Veja guarda do XML.Desenha o vínculo entre o documento e o lançamento no SAP e prova a recuperação.O cliente: prazo de guarda, descarte e quem acessa.
Os números publicados

Quatro números da NTT DATA, e como lê-los sem confundir as medidas

Quatro números que parecem do mesmo tipo e não são. Nenhum deles é medição da DFSpro.

Até 70% dos processos

Declaração de automação dos processos no mercado internacional, com a palavra "até". A página não publica a metodologia.

Mais de 60 robôs

É contagem de robôs, e não percentual de nada. Outra página da NTT DATA traz outro número de robôs, sem conciliação publicada.

No mínimo 40% menos intervenções

Fala do despacho aduaneiro e das intervenções manuais repetitivas, e não do processo inteiro.

Cadastro automático de 60% dos dados

Fala do que os robôs cadastram. Não é o mesmo 60 do número de robôs.

Julgamento nosso

São números de marketing, de medidas diferentes, e não se somam nem viram meta. As páginas dos módulos trazem outros percentuais, que não usamos. Peça a metodologia por escrito e prove no seu processo.

Fonte e data de leitura

Página do produto da NTT DATA, lida em 16/10/2026.

Robôs e órgãos

Robôs: a descrição da NTT DATA e a regra do órgão, lado a lado

A regra de limite, autenticação e representação é do órgão, e muda. A descrição do produto é da NTT DATA. As duas lado a lado.

Segundo a NTT DATA, em 16/10/2026

  • Robôs com consulta agendada ao catálogo de produtos, a licenças, à Duimp, à DI e ao controle de carga, entre outros.
  • Para cargas, leitura periódica que ela sugere a cada 3 horas.
  • Registro no Siscomex quando o usuário autoriza.
  • Licença sem custo adicional por consulta, segundo a própria página.

O que o órgão registra (fonte oficial, lida em 16/10/2026)

  • A página do Siscomex anuncia o limite de 1.000 consultas automatizadas à Duimp por hora, por usuário (publicada em 02/10/2026).
  • Ela recomenda consultar antes a data da última alteração, e o Portal Único oferece notificação por eventos.
  • O acesso é de pessoa ou empresa habilitada, com representação quando atua por outra (serviço Integra COMEX).
Julgamento nosso

Se a leitura sugerida a cada 3 horas cabe no limite do órgão depende de quantos processos a sua empresa consulta: não conferido. "Sem custo por consulta" vale para a licença do produto, e não muda o limite do órgão. Quem responde pelo que o robô registra é o titular da credencial.

DI e Duimp

O que muda na avaliação de um produto de comércio exterior quando o cronograma tem 28 versões

A data oficial é móvel. O produto avaliado hoje precisa dizer contra qual versão foi verificado.

O cronograma oficial de desligamento do Siscomex DI foi publicado em 07/10/2025 e atualizado em 02/10/2026, e o histórico da página lista 28 versões. O cronograma de ligamento da Duimp foi atualizado em 16/10/2026 (Siscomex, lidos em 16/10/2026). A própria página oficial diz que a efetivação das datas depende de validações do setor privado. Por isso, toda promessa de produto "pronto para a Duimp" precisa de versão e de data.

Para qual versão?

Em que versão do cronograma e em que data o módulo foi verificado, e quem atualiza quando a data oficial muda.

E a operação indisponível?

O Siscomex mantém a lista de operações ainda indisponíveis na Duimp. Pergunte como o produto trata a que segue por LI e DI.

E a retificação?

Como a Duimp retificada chega à nota de entrada, e como o produto guarda a versão vigente da declaração.

Material de terceiros, inclusive o da NTT DATA, tem a data da sua própria atualização: confira sempre a versão oficial do dia. A norma e o cronograma estão em Duimp: o que a norma diz e o que o cronograma já desligou, e a regra de despacho nos manuais da Receita Federal (16/10/2026).

SAP e comércio exterior

O que o SAP entrega e o que costuma ficar fora

Quatro pontos de encontro entre o produto e o ERP, cada um com a pergunta que decide a conferência.

Julgamento nosso, não fonte oficial: o ERP guarda a nota, o custo e o lançamento. Ato concessório, saldo por item, status de carga e câmbio costumam ficar em controle externo, e o retorno ao SAP define se a escrituração fecha.

Ponto de encontroO que costuma ficar ondeA pergunta que decide a conferência
DocumentoNota, custo, lançamento e escrituração ficam no SAP.Que dado da declaração chega ao SAP, e com que conferência?
SaldoAto concessório, saldo por item e baixa costumam ficar em controle externo.Onde o saldo é a fonte da verdade, e como o SAP o enxerga?
StatusCarga, licença e declaração são estados do órgão.Como o status chega ao SAP, e quem corrige quando estiver errado?
CâmbioContrato de câmbio, financiamento e variação são do financeiro e do banco.O que volta à contabilidade, e com qual regra?
Antes de decidir

Dez perguntas para a NTT DATA antes de contratar

As perguntas que o folheto não responde, em ordem: cinco sobre o produto e o SAP, depois cinco sobre robôs, dados e suporte.

  1. 01

    Metodologia dos números

    Qual a metodologia dos percentuais publicados?

  2. 02

    Versões do SAP

    Que versões e edições do SAP o produto aceita?

  3. 03

    Modelo de entrega

    Qual o modelo de entrega, nuvem ou instalado, de cada módulo?

  4. 04

    Nota de entrada ou de saída

    O módulo de NF-e atende nota de entrada, de saída ou as duas?

  5. 05

    Fim do contrato

    O que acontece com chaves de acesso e histórico se o contrato terminar?

  6. 06

    Mudança de regra do órgão

    O que o produto faz quando o órgão altera limite ou regra de autenticação?

  7. 07

    Credencial dos robôs

    Que credencial e que representação os robôs usam?

  8. 08

    Status do órgão

    Como o status do órgão chega ao SAP, por consulta ou por notificação?

  9. 09

    Carga inicial

    Como é a carga inicial de atos concessórios e de câmbios em aberto?

  10. 10

    Correção de status

    Quem corrige quando o status mostrado estiver errado, e em quanto tempo?

Onde confirmar

Guarde cada resposta por escrito, com nome e data, para a decisão interna. Escopo, disponibilidade e prazos de cada módulo ficam por conta da resposta da NTT DATA.

Prova no seu ambiente

Seis cenários para provar antes de decidir

Prova de verdade usa operações suas, rodadas em ambiente de teste. Folheto não prova nada.

  1. 01

    Importação com Duimp retificada

    A declaração retificada chega ao SAP, e a nota de entrada e o custo acompanham a versão vigente. Evidência: extrato da declaração contra a nota.

  2. 02

    Exportação com DU-E averbada

    A nota de exportação e a averbação fecham no SAP, com a data certa. Evidência: DU-E averbada e lançamento.

  3. 03

    Ato concessório com saldo

    Compra e exportação baixam o mesmo ato, e o saldo confere por item. Evidência: relatório de baixa e conciliação.

  4. 04

    Nota de importação rejeitada

    Um dado errado de propósito, para ver que erro volta, em que tela aparece e quem o corrige.

  5. 05

    Falha do órgão

    A consulta falha ou o limite é atingido, e o processo não perde estado. Evidência: registro da falha e da retomada.

  6. 06

    Troca de despachante

    Procuração, acesso e histórico seguem íntegros no SAP e no módulo. Evidência: quem informou cada dado, e quando.

Em todo cenário, o fechamento é a evidência: documento, status, lançamento e o nome de quem conferiu. Os critérios de aceite de cada cenário seguem o desenho de testes fiscais no SAP.

Onde a DFSpro entra

Canal Autorizado de venda, e a camada fiscal do SAP ao redor do comércio exterior

Dentro do SAP, o trabalho da DFSpro é desenhar, configurar e provar. Produto, escopo e condições pertencem à NTT DATA.

Canal Autorizado de venda do GUEPARDO, a DFSpro vende a licença e faz governança, e o escopo de implantação por módulo do Global Trade se acerta na conversa comercial. Especialista em fiscal no SAP e no GUEPARDO Tax, a DFSpro também implementa SAP, migra e faz rollout. Execução própria sobre os robôs e sobre o produto de comércio exterior não está documentada e não é prometida.

Entrega da DFSpro no SAPPara que serveOnde aprofundar
Documentos de importação e exportaçãoNota de entrada, nota de exportação e retorno da declaração entram no SAP com o lançamento certo.como a nota de importação e a de exportação entram no SAP
Documentos eletrônicosEmissão, recepção e eventos dos documentos fiscais em volta do comércio exterior.Documentos fiscais eletrônicos no SAP
Parametrização fiscalO imposto da nota nasce correto e confere com o cálculo do módulo.Parametrização fiscal no SAP
Provas e testesCenários de teste com evidência, e o antes e o depois de cada alteração.Testes fiscais no SAP
Integração com o SAPOnde o SAP entrega dados a serviços externos e onde recebe o retorno.Integração fiscal, BTP e APIs
Limite do nosso papel

Três papéis, três responsabilidades

Provar é mostrar como o sistema se comporta. Aceitar o resultado é com a empresa.

Limite do nosso papel

O Global Trade pertence à NTT DATA. Aqui está o resumo do que a NTT DATA publica, com fonte e data de leitura. Norma aduaneira, regime e tese tributária são do seu time e do seu despachante. Na parte do SAP, nosso trabalho é desenhar, configurar e provar como o sistema se comporta.

A DFSpro desenha e prova

  • O retorno do comércio exterior no SAP.
  • Cada cenário de teste, com a sua evidência.
  • O resultado antes e depois de cada alteração.

A empresa decide

  • A tese aduaneira e tributária e o regime.
  • A modalidade de drawback e o que declara ao Bacen.
  • A escolha do despachante e o que aceita de diferença.

A NTT DATA responde

  • A função de cada módulo e as condições de uso.
  • A disponibilidade e o escopo contratado.
  • O atendimento e as versões do produto.

Para saber como trabalhamos ao lado do seu time, veja como trabalhamos com o seu time. Para o quadro dos demais módulos, veja módulos do GUEPARDO e a ferramenta qual módulo atende o seu caso.

Fontes lidas

De onde vem cada informação e em que dia ela foi lida

Fontes oficiais em dois grupos. Tudo o que vem da NTT DATA está no texto, com atribuição e sem link.

NTT DATA e o que não foi conferido

O que é da NTT DATA aparece no texto, atribuído a ela, com a data da consulta de 16/10/2026 à página do produto e às 12 páginas de módulo, sem data de publicação. Não conferido: o simulador de desligamento da DI, que é dinâmico; o texto integral da IN RFB 1.702/2017, da Portaria Conjunta RFB/Secex 349/2017, da IN SRF 680/2006 e da IN RFB 1.984/2020; o efeito da reforma tributária do consumo em cada módulo; e o modelo de entrega por módulo.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre o GUEPARDO Global Trade

01O Global Trade pertence à NTT DATA?+

Sim, o Global Trade é da NTT DATA, e a DFSpro comercializa a licença. O que a NTT DATA descreve aparece nesta página atribuído a ela e com a data de leitura, e a confirmação de escopo e condições é com a NTT DATA.

02Quais são os 12 módulos que a NTT DATA lista?+

Exportação, Importação, Despacho Aduaneiro, Drawback, Robôs, Follow-up WEB, NF-e, Faturamento, Contrato, Planilha de custos, Trade Finance e GED. Nas páginas lidas em 16/10/2026 não há contagem oficial de módulos além desta lista.

03O Global Trade cobre a Duimp, e onde leio a norma e o cronograma?+

A NTT DATA diz que oferece apoio e material sobre a Duimp. Norma e cronograma são do Siscomex e da Receita, e o cronograma de desligamento da DI tem 28 versões em um ano, lido em 16/10/2026. A norma está na página de comércio exterior da DFSpro.

04O que a NTT DATA chama de robôs, e que sistemas do governo eles consultam?+

Segundo a NTT DATA, são consultas agendadas ao catálogo de produtos, licenças, Duimp, DI, controle de carga e outros. O limite de consultas, a autenticação e a representação são regras do órgão, que mudam, e valem para qualquer sistema que consulte o Portal Único.

05Como ler os números de 70%, 40%, 60 robôs e 60% dos dados?+

São declarações de marketing, de medidas diferentes e sem metodologia publicada. Peça a metodologia por escrito e prove no seu processo antes de usar qualquer um como meta. Nenhum deles é medição da DFSpro, e eles não se somam.

06O Global Trade emite NF-e de importação, e como isso se separa do e-Invoicing?+

O módulo de NF-e do Global Trade e o GUEPARDO e-Invoicing são descritos separadamente pela NTT DATA. Não se pode afirmar que usam o mesmo motor. Pergunte qual deles cobre a sua nota de entrada e qual cobre a de saída.

07O módulo Drawback controla o ato concessório? O que o cliente decide?+

A NTT DATA diz que controla atos, prazos e saldos. Quem pede, altera, prorroga e encerra o ato no sistema da Secex é a empresa. Modalidade, equivalência e coeficiente técnico são decisão do cliente, e não do produto nem da DFSpro.

08Trade Finance, câmbio e FINIMP: o que o módulo faz e o que é decisão do financeiro?+

Segundo a NTT DATA, trata câmbio, financiamento e variação cambial. A declaração ao Bacen e o reconhecimento contábil são do cliente e do banco. Pergunte se o módulo envia a declaração ou só a controla.

09O Global Trade é na nuvem ou instalado, segundo a NTT DATA?+

A NTT DATA fala em plataforma escalável e em adaptação da infraestrutura à demanda. O modelo de entrega de cada módulo e as versões do SAP aceitas não estão publicados nas páginas lidas. Pergunte por escrito e guarde a resposta.

10Quem usa despachante externo pode usar o módulo de Despacho Aduaneiro?+

A NTT DATA lista despachantes entre os públicos do módulo. Quem responde pela informação declarada é o declarante, e não a ferramenta. Combine procuração, acesso e prova de quem informou cada dado, antes de ligar.

11Como o Global Trade conversa com o SAP, segundo a NTT DATA, e o que testar?+

A NTT DATA fala em integração nativa ao SAP, sem detalhar. Teste o caminho do documento, com nota, custo e status, em um processo real, em ambiente de teste, e registre a evidência. A descrição do produto não faz esse papel.

12A DFSpro implanta o Global Trade?+

O escopo de implantação por módulo se acerta na conversa comercial. Execução própria sobre os robôs não está documentada. A decisão sobre a operação aduaneira é sempre do cliente.

Próximos passos

Conte qual operação de comércio exterior roda no seu SAP

Conte os seus processos, o estado do SAP e os módulos de interesse. A conversa não traz preço nem prazo fechado.

Para aprofundar antes: comércio exterior e Duimp no SAP e GUEPARDO e-Invoicing.