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GUEPARDO e-Invoicing · Produto da NTT DATA

GUEPARDO e-Invoicing: o que é, o que a NTT DATA publica e o que continua no seu SAP

O GUEPARDO e-Invoicing é o produto da NTT DATA para emitir e receber notas fiscais eletrônicas. Veja o que a NTT DATA publica sobre ele, com fonte e data de leitura, o caminho do documento fiscal e as perguntas de quem está avaliando a compra.

O GUEPARDO pertence à NTT DATA, e a DFSpro atua como Canal Autorizado dele. Comprar, e decidir qualquer ponto tributário, é com a sua empresa.

Índice

Comece pelo trecho que o seu papel mais usa

Quatro caminhos para a mesma avaliação, conforme o papel de quem lê.

01Fiscal e tributário

Rejeição, contingência e manifestação, e o que a empresa decide.

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02TI e arquitetura SAP

Onde o produto encontra o SAP, a nuvem e o que preparar.

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03Contabilidade e auditoria

Onde termina a emissão, começam as escriturações e a prova.

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04Compras e decisão

Perguntas à NTT DATA, diferença para o SAP DRC e roteiro.

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Atalhos da página
A resposta curta

Um produto da NTT DATA para emitir e receber documentos, e uma decisão que é sua

A resposta direta

Segundo a NTT DATA, o GUEPARDO e-Invoicing emite e recebe NF-e, NFS-e e CT-e e troca esses documentos com SEFAZ, prefeituras e Receita Federal.

O que é

Um produto da NTT DATA, descrito por ela como software como serviço integrado à infraestrutura do cliente, com cinco meios de entrada de documentos e captura periódica na SEFAZ e nas prefeituras.

O que não é

Não é o SAP DRC, que é da SAP, nem o GUEPARDO Tax, que trata das obrigações. Nenhum produto de transmissão decide CFOP, CST nem a tese tributária da sua empresa.

Onde a DFSpro entra

A DFSpro atua como Canal Autorizado do GUEPARDO, com licença, implantação e governança. No SAP, ela desenha, configura e prova a camada fiscal dos documentos eletrônicos.

O que a NTT DATA publica

O produto, nas palavras da NTT DATA, em dez pontos

O que a NTT DATA diz do próprio produto, em dez pontos, com a data da consulta logo abaixo.

TemaO que a NTT DATA publica
FunçãoEmissão e recebimento de notas fiscais eletrônicas, com troca de documentos entre a empresa e serviços do governo: SEFAZ, prefeituras e Receita Federal.
DocumentosNF-e, NFS-e e CT-e.
Entrada de documentosCinco meios: Webservice, e-mail, API, portal e lançamento manual, para documentos eletrônicos ou não. A NTT DATA chama isso de omnichannel.
CapturaCaptura periódica automática de documentos na SEFAZ e nas prefeituras, com download em massa e centralizado.
Leitura de PDFInterpretação de PDF baseada em machine learning.
Modelo de entregaSoftware como serviço, hospedado na nuvem da AWS, integrado à infraestrutura do cliente, em nuvem ou local.
ObrigaçõesIntegração com a SEFAZ e com o SPED e automação de processos como a EFD-Reinf.
PrevisibilidadeSimulação de impostos e automatização do processamento da documentação.
Pontos de valorA NTT DATA destaca governança, facilidade de implantação e de atualização por nuvem, elasticidade, redução de custos com desenvolvimento e manutenção para atender ao Fisco, e entrada omnichannel.
TecnologiaComponente desenvolvido sobre práticas e sistemas SAP, com API de integração por web ou aplicativo.
Fonte e data de leitura

Segundo a NTT DATA, em consulta de 16/10/2026 às páginas do produto e à página de produtos GUEPARDO. O texto da NTT DATA não traz data de publicação, e pode mudar.

Os documentos

Os três documentos que a NTT DATA cita, e onde cada um tem método

Cada documento tem norma oficial e método próprio no SAP, nas páginas indicadas em cada cartão.

NF-e

Nota fiscal eletrônica de mercadorias. Antes de a mercadoria circular, a SEFAZ do estado de origem precisa autorizar o documento, segundo a documentação da SAP (SAP Help, 16/10/2026). Os serviços e as regras estão no Portal da NF-e. O tema no SAP está em documentos fiscais eletrônicos.

NFS-e

Nota fiscal de serviços. O portal oficial descreve o padrão nacional e fala em cerca de 5.570 legislações municipais potenciais, uma por município (Portal da NFS-e, 16/10/2026). O método no SAP está em NFS-e padrão nacional e em NFS-e por município.

CT-e

Conhecimento de transporte eletrônico, documento do transporte de cargas. A NTT DATA cita o CT-e entre os documentos do produto. O que o SAP exige para emitir e receber CT-e e MDF-e está em CT-e e MDF-e no SAP.

A NTT DATA publica a lista de documentos, e não a lista de municípios nem a de eventos. Cobertura por município e por evento é pergunta para ela, com o seu caso na mão.

Entrada de documentos

Cinco meios de entrada, uma pergunta para cada meio

A NTT DATA diz que os cinco meios valem para documentos eletrônicos ou não. Para cada meio, a decisão de uso e o controle são da empresa.

Meio de entradaO que a NTT DATA dizO que perguntar
WebserviceCitado como meio de entrada e como forma de captura periódica.Quem inicia a chamada e como a falha e o reenvio são tratados?
E-mailCitado como meio de entrada de documentos.Quais formatos e anexos são aceitos, e quem trata o e-mail sem documento válido?
APICitada como API de integração via web ou aplicativo de software.Que documentação a API tem, e quem a mantém do lado do SAP?
PortalCitado como meio de entrada de documentos.Quem acessa, com que perfil, e o que fica registrado de cada acesso?
Lançamento manualCitado como entrada manual de notas.Quem pode lançar à mão, e como o lançamento é conferido depois?
Julgamento nosso

Omnichannel descreve a variedade de entradas, e não garante que os cinco meios estejam no escopo do seu caso. Confirme quais meios você vai usar e quais ficam desligados por decisão de segurança.

Captura periódica

O que a NTT DATA declara de janela de captura, e quatro perguntas sobre ela

A janela declarada é um ponto de partida para a conversa, e não um compromisso de prazo.

Segundo a NTT DATA, o webservice captura documentos a cada 1 hora na SEFAZ e a cada 10 minutos nas prefeituras (em consulta de 16/10/2026). São números da NTT DATA, e não medição da DFSpro.

A janela é padrão ou configuração?

A frequência pode ser regra do produto, valor inicial ou ordem de grandeza comercial. A fonte não diz qual.

Vale para todas as prefeituras?

O número pode valer para todos os municípios atendidos ou só para os integrados. Pergunte pela lista.

E se a SEFAZ ou a prefeitura cair?

Pergunte como a captura retoma, se recupera o que ficou para trás e como avisa o SAP.

E o documento que chega repetido?

Captura periódica traz o mesmo documento mais de uma vez. Pergunte como o produto evita o lançamento em duplicidade.

Julgamento nosso

A frequência de captura é característica do produto. Os prazos da obrigação vêm da norma, e a sua empresa continua respondendo por eles.

Leitura de PDF

Machine learning em PDF: como validar antes de confiar

toda leitura automática precisa de uma medida de acerto e de um dono para o erro.

A NTT DATA lista a interpretação de PDF por machine learning entre as funções do produto (em consulta de 16/10/2026). Leitura automática erra em alguma proporção, e quem decide qual proporção aceitar é a empresa.

  1. 01

    Separar uma amostra real

    PDFs de fornecedores e de prestadores que a sua empresa de fato recebe, incluindo os de layout ruim.

  2. 02

    Definir o que conta como acerto

    Os campos fiscais críticos: CNPJ, valores, impostos e datas. Um campo errado pode bastar para reprovar o documento.

  3. 03

    Medir com a NTT DATA

    Rodar a amostra e registrar acertos e erros por campo, com data e responsável.

  4. 04

    Dar dono ao erro

    Definir quem corrige a exceção, em quanto tempo e como a correção fica registrada.

  5. 05

    Guardar a evidência

    A medição vira evidência de aceite. Os cenários e a evidência seguem o desenho de testes fiscais no SAP.

Nuvem e integração

Software como serviço e integração com o SAP: o que a NTT DATA diz e o que esclarecer

Modelo de entrega e arquitetura andam juntos. Quem decide a arquitetura é a empresa, com a NTT DATA e a TI.

A NTT DATA descreve o produto como software como serviço na nuvem da AWS, com disponibilidade e escala nativas de nuvem. A mesma página diz que ele se integra à infraestrutura do cliente, em nuvem ou local (em consulta de 16/10/2026).

Hipótese nossa

A fonte não explica como as duas frases convivem. Hipótese nossa, e não afirmação: o serviço de comunicação com o governo fica na nuvem do produto, e o SAP do cliente fica onde estiver. A NTT DATA confirma ou corrige.

Quem opera e quem atende

Quem responde por incidente do serviço e qual é o canal de suporte do produto. Pergunte também como a NTT DATA comunica manutenção e mudança.

Certificado digital

Pela norma, o documento é assinado com certificado digital da empresa. Pergunte onde ele fica guardado, quem o renova e o que acontece no vencimento.

Conexão com o SAP

Rede, usuário técnico, perfil de acesso e o ponto do SAP onde o produto entrega e recebe dados. A TI da empresa precisa desenhar isso.

Atualização do produto

Como a NTT DATA avisa antes de mudar o produto, e como a sua empresa testa a mudança antes de ela valer no ambiente de produção.

Com quem o produto conversa

Quatro interlocutores, e o que cada um publica oficialmente

A coluna do meio é fonte oficial. A da direita é a descrição da NTT DATA.

Órgão ou sistemaO que o órgão publica (fonte oficial lida)O que a NTT DATA associa ao produto
SEFAZ e NF-eO Portal da NF-e oferece consulta, inutilização, manifestação do destinatário, consulta de disponibilidade e relação de serviços web, e agenda a contingência SVC-AN (16/10/2026).Emissão e recebimento de NF-e e captura na SEFAZ.
Prefeituras e NFS-eO Portal da NFS-e descreve o padrão nacional. O Ambiente de Dados Nacional é o repositório em que os autorizadores municipais compartilham os documentos (15/10/2026).Emissão e recebimento de NFS-e e captura nas prefeituras.
Receita Federal e EFD-ReinfO manual da EFD-Reinf 2.1.2.1 traz eventos como o R-2010 e o R-2020, de retenção de contribuição previdenciária em serviços tomados e prestados (15/10/2026).Automação de processos como a EFD-Reinf.
SPEDA página do SPED na Receita reúne as escriturações digitais e os programas validadores (16/10/2026).Integração com o SPED.
Julgamento nosso

Citar um órgão não define a extensão da cobertura. Quais eventos, leiautes e municípios o produto trata é pergunta para a NTT DATA, feita com a lista do seu ambiente.

Onde o produto encontra o SAP

O ERP origina o documento, a mensageria o transmite e o fisco o autoriza

Quatro camadas, quatro responsáveis. Misturar as camadas é a origem da maior parte das discussões de culpa em incidente.

A documentação da SAP sobre NF-e (SAP Help, lida em 16/10/2026) descreve o padrão da integração: o ERP fornece os dados exigidos pela autoridade, e um sistema de mensageria se comunica com a SEFAZ e com clientes e fornecedores. A empresa pode usar um produto da SAP ou outro sistema de mensageria.

Julgamento nosso

É nesse ponto que um componente como o e-Invoicing se encaixa. A NTT DATA o descreve como componente que se conecta a órgãos fiscais e a bancos de dados. A página de ajuda lida trata do SAP ERP, e a documentação da sua versão é a referência para o S/4HANA.

ERP SAP

Origina o documento: venda, compra ou serviço, com imposto determinado pela parametrização e pelos dados mestres.

Camada de mensageria

Comunica-se com a SEFAZ e com clientes e fornecedores, segundo o padrão descrito pela SAP. Julgamento nosso: é o lugar de um componente de emissão e recepção.

Órgão fiscal

Valida e autoriza. A resposta do órgão é a situação oficial do documento, e o SAP precisa refletir esse estado.

Equipe fiscal

Decide o tratamento, confere as exceções e responde pelo resultado perante o fisco.

O caminho do documento

Sete etapas do documento fiscal eletrônico, e quem executa cada uma

O caminho vem da norma e da documentação oficial, e não do produto. Serve para localizar onde um componente entra e onde não entra.

EtapaO que aconteceQuem executa
1. Fato geradorUma venda, compra ou serviço gera o documento no ERP, com o imposto determinado pela parametrização.SAP e equipe fiscal da empresa
2. Montagem e assinaturaO documento vira XML no leiaute oficial e é assinado com certificado digital (MOC 7.0, Anexo I, lido em 15/10/2026).Mensageria, com o certificado da empresa
3. Transmissão e autorizaçãoA SEFAZ valida e autoriza. Só então a mercadoria circula (SAP Help, 16/10/2026).SEFAZ
4. RejeiçãoFalha de schema, de certificado ou de regra devolve a rejeição, com código.Quem montou o dado ou o XML
5. ContingênciaCom a SEFAZ ou a comunicação indisponível, o emitente pode operar em contingência.Emitente, conforme a norma
6. Recepção e manifestaçãoO destinatário recebe a nota e registra o evento de manifestação (Portal da NF-e, 16/10/2026).Destinatário
7. EscrituraçãoDocumentos autorizados alimentam as escriturações do SPED.Fiscal e contabilidade
Onde o produto atua

Segundo a NTT DATA, o produto cuida da troca de documentos com SEFAZ e prefeituras e da captura de documentos recebidos, o que toca as etapas 3 e 6. As etapas 1 e 7 ficam no SAP e na equipe fiscal. Nas etapas 2, 4 e 5, confirme com a NTT DATA qual parte é do produto.

Rejeições

De onde vem a rejeição, e por que quem corrige muda

Saber a camada da causa evita pedir a correção à área errada. Na prática, a rejeição pede o código antes de pedir o culpado.

Certificado do transmissor

O MOC lista rejeições para certificado inválido, vencido, revogado ou fora da cadeia ICP-Brasil, nos códigos 280 a 286. A causa é o certificado, e não o dado fiscal.

Estrutura do XML

Falha de schema, como as rejeições 215 e 225, vem da montagem do documento. Cabe a quem monta o XML corrigir.

Regra de negócio

Dado inconsistente, como cadastro, CFOP ou imposto, nasce na parametrização e nos dados mestres do SAP. Julgamento nosso: um componente de transmissão não corrige o dado de origem.

Evento e manifestação

Rejeições ligadas a evento, como a 633, de NF-e indisponível para download sem manifestação do destinatário, e a 651, de desconhecimento da operação para NF-e cancelada ou denegada.

A tabela completa de rejeições é a do MOC 7.0, Anexo I, na versão de novembro de 2020 lida em 15/10/2026. Confira no Portal da NF-e a versão vigente e a nota técnica do seu leiaute.

Contingência

Cinco perguntas sobre contingência, antes do dia em que a SEFAZ cair

A contingência é prevista na norma. O que o produto faz nela, e quem decide, são pontos do seu contrato e do seu ensaio.

O MOC 7.0 prevê tipos de emissão para a NF-e: normal, FS-IA, SCAN, EPEC, FS-DA, SVC-AN e SVC-RS, além da contingência off-line da NFC-e (Anexo I, lido em 15/10/2026). O Portal da NF-e informava, na leitura de 16/10/2026, que nenhum estado estava com contingência ativa na SVC-AN e que não havia agendamento.

Pergunta para a NTT DATAPor que importa
Quem decide entrar em contingência: o produto ou a empresa?A decisão tem efeito fiscal e operacional, e precisa de dono nomeado antes do dia.
Que tipos de contingência o módulo suporta?Cada tipo tem regra própria na norma. Suporte a um não implica suporte aos demais.
O que acontece com o documento emitido em contingência quando a SEFAZ volta?A regularização posterior tem prazo e etapa na norma, e precisa ter responsável.
Como o SAP é avisado do estado de cada documento?Documento em contingência é diferente de documento autorizado, e o lançamento precisa saber a diferença.
Como se testa a contingência?Teste de contingência sem ensaio vira descoberta no dia da indisponibilidade.

A contingência no varejo, em volume muito alto, tem página própria: NFC-e no varejo com SAP.

Manifestação do destinatário

Manifestar uma operação é decisão da empresa, mesmo quando o evento é automático

A automação do evento muda a velocidade, e não quem responde por ele.

O Portal da NF-e oferece o serviço de manifestação do destinatário (16/10/2026). O MOC prevê rejeição quando uma NF-e fica indisponível para download sem a manifestação (código 633, lido em 15/10/2026). Um produto que captura notas recebidas toca esse evento.

Quem manifesta

Se o produto registra o evento sozinho, a empresa precisa saber com qual regra, e quem aprovou essa regra.

Quando desconhecer a operação

Confirmar ou desconhecer uma operação é decisão da empresa, com a área de compras e o fiscal. Nenhum produto decide por ela.

Onde fica a prova

O evento registrado e o retorno da SEFAZ são a prova. Pergunte onde ficam, por quanto tempo e como o auditor os acessa.

O tratamento de eventos no SAP está em entrada automática de NF-e, CT-e e eventos.

Volumetria

Elasticidade, volume e cobrança: o que levar para a conversa

Elasticidade é afirmação de produto. A sua empresa chega com o próprio volume, e não com o número do portal.

A NTT DATA diz que, independentemente do volume, a solução se adapta, com tráfego estável e cobrança proporcional (em consulta de 16/10/2026). Para dar escala à conversa: o Portal da NF-e mostrava 62,137 bilhões de NF-e autorizadas e 2,977 milhões de emissores em 16/10/2026. Esse é um número nacional, e não mede o seu ambiente.

O que levantar do seu lado

  • Documentos emitidos por mês, por tipo de documento.
  • Documentos recebidos por mês e a proporção de fornecedores de maior volume.
  • Picos do ano: fechamento, datas sazonais e campanhas.
  • Número de CNPJs, filiais e municípios de NFS-e.
  • Histórico que precisa continuar consultável.

O que perguntar à NTT DATA

  • Qual é a unidade de cobrança e como ela se comporta em pico.
  • Existe limite por período e o que acontece ao atingi-lo.
  • Como o produto se comporta em fechamento de mês com volume alto.
  • Como a NTT DATA mede e informa o uso ao cliente.
  • Qual é o procedimento quando o volume muda de patamar.
Guarda dos documentos

Cinco perguntas sobre onde ficam os documentos e como voltam

o documento fiscal é obrigação da empresa, mesmo quando um serviço externo o guarda. A saída precisa ser combinada na entrada.

  1. 01

    Formato do documento guardado

    Pergunte se o XML original autorizado fica preservado e em que formato ele pode ser entregue à empresa.

  2. 02

    Prazo de guarda

    Pergunte por quanto tempo o produto guarda cada tipo de documento e o que ocorre depois.

  3. 03

    Acesso da auditoria

    Defina quem da empresa e quem da auditoria consulta os documentos, e como o acesso é registrado.

  4. 04

    Exportação periódica

    Defina se a empresa mantém uma cópia própria, e como o produto exporta o histórico em lote.

  5. 05

    Saída do contrato

    Pergunte como os documentos voltam para a empresa se o contrato terminar, e em que prazo.

Segurança e privacidade

Seis pontos de segurança para pedir por escrito antes de contratar

Quando um serviço externo processa o documento fiscal, a empresa continua precisando saber como o dado é tratado. A resposta vale mais por escrito.

Controle de acesso

Quem da NTT DATA pode ver os documentos da sua empresa, em que condições, e como o acesso dos seus próprios usuários é concedido e retirado.

Registro de acesso

Que registros o produto mantém de quem consultou, baixou ou alterou um documento, e por quanto tempo a empresa pode consultá-los.

Cópia e recuperação

Como o serviço faz cópia de segurança dos documentos e em quanto tempo restaura um documento perdido, descrito por escrito.

Comunicação de incidente

Como e em quanto tempo a NTT DATA informa a empresa sobre um incidente que afete os documentos ou a transmissão.

Dados pessoais

Onde os dados são tratados e armazenados, e quais papéis a empresa e a NTT DATA assumem no tratamento, conforme a LGPD.

Evidência independente

Que relatórios ou certificações se aplicam a este produto, e o documento que prova a quem cada um se aplica.

Julgamento nosso

Documento fiscal traz dados de empresas e de pessoas. Certificação de uma empresa ou de um ambiente não é automaticamente certificação de um produto. Peça o documento que liga cada uma ao que você vai contratar.

SAP DRC e GUEPARDO e-Invoicing

Dois produtos de donos diferentes, e o que cada fonte permite afirmar

A comparação só usa o que cada dono publica. Nenhum dos dois é apresentado como melhor.

PontoSAP, fonte oficial lidaNTT DATA, fonte lida
Dono do produtoSAP, com o SAP Document and Reporting Compliance (DRC).NTT DATA, com o GUEPARDO e-Invoicing.
ModeloServiços de nuvem pública sobre o SAP Business Technology Platform (blog da SAP, 13/04/2023, lido em 16/10/2026).Software como serviço na nuvem da AWS (segundo a NTT DATA, consulta de 16/10/2026).
Quem fala com o fiscoA SAP gerencia a comunicação com os web services do fisco brasileiro (mesmo blog).O produto troca documentos com SEFAZ, prefeituras e Receita Federal (segundo a NTT DATA).
Emissão e recepçãoHá opção de emissão e opção de recepção do DRC para o Brasil (mesmo blog).Emissão e recebimento de NF-e, NFS-e e CT-e (segundo a NTT DATA).
Antecessor da SAPO SAP NFE, também chamado GRC NFE, é on-premise sobre NetWeaver, com fim planejado para 31/12/2025 no post de abril de 2023 (a situação atual está na página de migração). A SAP orienta migrar para o DRC.Sem relação publicada.

São duas ofertas de donos diferentes para um tema parecido. O que a diferença significa no seu ambiente depende de documentos, volume, escopo e arquitetura, e a escolha é da sua empresa.

O que as fontes permitem dizer

  • Os donos, os modelos e o escopo declarado de cada um, nas fontes acima.
  • Que a SAP orienta clientes do SAP NFE a planejar a migração para o DRC.

O que as fontes não permitem concluir

  • Que o e-Invoicing seja o DRC, substitua o DRC ou use o DRC por baixo.
  • Que um dos dois seja melhor que o outro.
  • A situação atual do SAP NFE, que está em migração do GRC NF-e para o DRC.
Onde termina a emissão

Onde termina a emissão e recepção e começam as obrigações

Quem avalia o e-Invoicing costuma perguntar se ele também cuida do SPED. A resposta depende de quatro camadas distintas.

Emissão e recepção

Troca de NF-e, NFS-e e CT-e com o governo. É o tema do GUEPARDO e-Invoicing, segundo a NTT DATA, e do SAP DRC, segundo a SAP. Veja documentos fiscais eletrônicos.

Repositório e declarações

O SAP TDF é uma plataforma sobre HANA com repositório central de dados fiscais. A versão 1.0 oferece APIs que geram o SPED fiscal (EFD) e o contábil (ECD) para aplicativos de parceiros (blog da SAP, 14/03/2014, lido em 16/10/2026). Veja SAP TDF.

Apuração e obrigações

A NTT DATA descreve o GUEPARDO Tax como solução para as obrigações fiscais municipais, estaduais e federais (em consulta de 16/10/2026). Veja GUEPARDO Tax.

Escriturações

SPED e EFD-Reinf dependem dos documentos autorizados e têm leiaute e prazo próprios. Veja obrigações acessórias e SPED.

A NTT DATA associa o e-Invoicing à EFD-Reinf e ao SPED. Qual obrigação o seu ambiente gera por qual produto é decisão de arquitetura, e ela se desenha no SAP antes de comprar.

Reforma tributária

O leiaute do documento muda, e a pergunta para a NTT DATA tem data e versão

Qualquer produto de emissão e recepção acompanha o leiaute oficial. O que importa para a compra é quando e como.

A reforma tributária altera campos do documento fiscal eletrônico por causa de CBS e IBS, e o Portal da NF-e já traz no menu de legislação os atos da RFB e do CGIBS (16/10/2026). O tema tem página própria: reforma tributária, CBS e IBS.

Versão e data

Em que versão e em que data o módulo passa a tratar o novo leiaute, na emissão e na recepção. Peça uma resposta por escrito.

Documentos de fornecedores

Como o módulo recebe a nota de um fornecedor que já envia os novos campos, e o que acontece com o campo que o SAP ainda não conhece.

Janela de atualização

Como a mudança chega ao ambiente, e como a sua empresa testa o novo leiaute antes de usá-lo em produção.

O lado do SAP está em SAP Notes da reforma tributária.

Condições da contratação

Oito perguntas de contratação, todas para a NTT DATA

As perguntas técnicas estão nas seções anteriores. Estas são as de escopo, atendimento e saída do contrato.

TemaPergunta para a NTT DATA
EscopoQuais documentos, municípios, eventos e meios de entrada estão no escopo do meu caso, e quais ficam de fora?
CobrançaQual é a unidade de cobrança, e como ela muda com o volume?
AtendimentoQual é o canal de suporte do produto, e como é tratado um incidente que afeta a emissão de documentos?
AmbientesHá ambiente de teste e de homologação, e como ele se conecta ao SAP de testes da minha empresa?
VersõesComo a NTT DATA comunica e entrega novas versões, e que tempo a minha empresa tem para testar?
ResponsabilidadesO que é responsabilidade da NTT DATA, da minha empresa e do meu integrador, por escrito?
DocumentaçãoQue documentação técnica e funcional do produto a minha empresa recebe, e quem pode consultá-la?
Condições de saídaComo termina o contrato, e como os documentos e a configuração voltam para a minha empresa?
Onde confirmar

Disponibilidade do módulo, escopo e condições são da NTT DATA e se confirmam com ela. Leve as respostas por escrito para a decisão interna.

O que não substitui

Seis coisas que um produto de emissão e recepção não substitui

Esta é a pergunta mais comum de quem compra: se o produto resolver, o que sobra para a equipe. Sobra o que está abaixo.

A decisão tributária

Qual tratamento a operação recebe é decisão da empresa. A transmissão leva o documento com o dado que o SAP entrega.

A parametrização fiscal

CFOP, CST e a determinação de imposto continuam nascendo no SAP. Veja parametrização fiscal e cálculo de impostos.

Os dados mestres

CNPJ, inscrição, NCM e cadastro de material e de parceiro errados geram rejeição em qualquer camada. Veja dados mestres fiscais.

A apuração e as escriturações

A apuração dos impostos e o SPED saem do SAP ou de outro produto de obrigações. Veja obrigações acessórias.

A prova no seu ambiente

Nenhuma descrição de produto prova que o seu fluxo funciona. A prova é o teste com os seus documentos e os seus dados.

A governança da mudança

Quem decide, quem valida e onde a decisão fica registrada continuam sendo da empresa, a cada atualização.

Quando o produto não é o primeiro passo

Três situações em que o problema está antes da transmissão

Comprar um produto de emissão e recepção não corrige falha de cadastro, de processo ou de ambiente. Estas três aparecem com frequência.

Muita rejeição por dado

Se muitas notas voltam por cadastro, CFOP ou imposto, corrija o dado de origem primeiro. Veja dados mestres fiscais.

Eventos sem dono

Se cancelamento, correção e manifestação dependem de quem lembra, desenhe o processo e nomeie os responsáveis. Depois a automação acelera algo que funciona.

Sem ambiente de teste fiscal

Se não dá para ensaiar uma emissão, uma rejeição e uma contingência antes de ir ao ar, monte esse ambiente primeiro. Sem ele, a prova vira opinião.

Julgamento nosso: o produto escolhido muda a velocidade e o controle, mas não muda a qualidade do dado que entra nele. Por isso a ordem importa: primeiro o dado e o processo, depois a ferramenta.

Antes de ligar

Sete itens do SAP para deixar prontos antes de ligar o produto

A lista vale para qualquer caminho de emissão e recepção, e é a parte que a DFSpro desenha, configura e prova no SAP.

O que preparar no SAPPor que importa
Dados mestres de parceiro e de materialDado de origem errado gera rejeição, e a rejeição aparece só depois de a nota ser transmitida.
Determinação de imposto e CFOPO produto leva o documento ao governo com o imposto que o SAP calculou. O cálculo correto é anterior à transmissão.
Séries e numeraçãoNumeração em falta ou duplicada tem tratamento próprio, e a inutilização é um serviço do Portal da NF-e.
Certificado digital e responsávelO certificado vence, e um vencimento sem dono para a emissão.
Usuários técnicos e perfisEm geral, a conexão entre o SAP e um serviço externo usa usuários técnicos, com perfil e registro de uso.
Monitor e status dos documentosO SAP precisa mostrar ao fiscal o estado de cada documento, de autorizado a rejeitado ou em contingência.
Rotina de eventosCancelamento, carta de correção e manifestação precisam de rotina definida no processo, e não só de tela.
Prova no seu ambiente

Seis cenários para provar o fluxo antes de decidir

A prova usa os seus documentos e os seus dados, em ambiente de teste. Descrição de produto não faz esse papel.

  1. 01

    Emissão normal

    Uma NF-e simples, do fato gerador à autorização, com o status refletido no SAP.

  2. 02

    Rejeição provocada

    Um dado errado de propósito, para ver o código devolvido, onde ele aparece e quem o corrige.

  3. 03

    Contingência

    O ensaio de entrada e de saída da contingência, com o tratamento dos documentos emitidos nela.

  4. 04

    Cancelamento e inutilização

    Os dois serviços previstos no ciclo da NF-e (SAP Help e Portal da NF-e), com a autorização e a conciliação de numeração.

  5. 05

    Recepção com manifestação

    Uma nota de fornecedor capturada, lançada e manifestada, com a prova do evento.

  6. 06

    NFS-e de um município real

    Um município da carteira da empresa, com a retenção e o código de serviço, do início ao lançamento.

Cada cenário termina com evidência: documento, status, lançamento e quem conferiu. Para montar os cenários e os critérios de saída, use como base testes fiscais no SAP.

Perfis de empresa

Quatro perfis de empresa, e a primeira pergunta de cada um

o ponto de partida da avaliação muda conforme o gargalo do ambiente. Nenhum perfil depende de um produto específico.

Muitas notas recebidas

O gargalo é a entrada. As primeiras perguntas: meios de entrada, captura, leitura de PDF e manifestação. A prova começa pela recepção, e não pela emissão.

Muitos municípios de serviço

O gargalo é a NFS-e. A primeira pergunta é a lista de municípios atendidos e o tratamento de quem ainda não adotou o padrão nacional. Veja NFS-e por município.

Emissão em alto volume

O gargalo é a disponibilidade. As primeiras perguntas: contingência, rejeições, comportamento em pico e como o SAP enxerga o estado de cada documento.

Ambiente com SAP GRC NF-e

O gargalo é o calendário do produto atual. A primeira pergunta é qual caminho seguir, e a decisão é da empresa. A página migração do GRC NF-e para o DRC reúne o histórico do SAP NFE e o caminho do DRC.

Erros comuns

Seis erros que aparecem na avaliação e na implantação

Estes erros custam caro por serem descobertos tarde, e todos têm prevenção barata.

Erros de avaliação

  • Comparar por folheto: descrição de produto não é prova. Peça a demonstração com os seus documentos.
  • Perguntar só pela cobrança: a unidade de cobrança e o volume mudam o custo total, e a conversa precisa dos dois.
  • Esquecer a recepção: quem avalia só a emissão descobre tarde o trabalho de captura e de manifestação.

Erros de implantação

  • Ligar sem plano de contingência: o primeiro dia de indisponibilidade vira o primeiro ensaio.
  • Deixar o certificado sem dono: o vencimento para a emissão sem aviso.
  • Aceitar sem teste de rejeição: o código e o responsável só aparecem quando a nota real é recusada.
Quem faz o quê

Cinco papéis, e o que cabe a cada um

Quando cada papel tem nome antes de começar, ninguém presume que outra área já conferiu.

QuemO que cabeO que não cabe
NTT DATAO produto, as condições dele e a informação sobre o que ele faz.A decisão tributária e a parametrização do seu SAP.
TI da empresaConexão, certificado, perfis, ambientes e plano de retorno.Decidir se um resultado fiscal é aceitável.
Fiscal e tributárioDecidir o tratamento, validar o resultado e assinar o aceite.Operar a infraestrutura do produto.
ContabilidadeConferir escrituração e conciliação com os documentos autorizados.Definir a regra de captura e de manifestação.
DFSproComo Canal Autorizado, licença, implantação e governança do GUEPARDO. No SAP, a configuração fiscal em torno dos documentos eletrônicos.A tese tributária e a decisão de compra.
Roteiro de avaliação

Seis passos para avaliar o e-Invoicing sem perder o controle

Um roteiro curto, na ordem em que cada passo depende do anterior. A decisão final é da sua empresa.

  1. 01

    Listar documentos e volumes

    Tipos de documento, volume por mês, picos, CNPJs e municípios de NFS-e.

  2. 02

    Mapear o SAP

    Os sete itens de preparação, com o estado atual e o dono de cada um.

  3. 03

    Levar as perguntas à NTT DATA

    As perguntas das seções anteriores, com resposta por escrito.

  4. 04

    Comparar por fonte oficial

    O que cada dono publica, sem concluir além disso. Se a empresa usa o SAP NFE, entra o caminho do DRC.

  5. 05

    Provar em ambiente de teste

    Os seis cenários, com evidência e dono.

  6. 06

    Registrar a decisão

    Quem decidiu, o que pesou e que pendência foi aceita, com data.

Registro da decisão

Oito campos para transformar a avaliação em decisão documentada

A decisão de comprar é da empresa, e o registro mostra o que ela sabia quando decidiu.

Documentos e volumes

Tipos, volume mensal, picos, CNPJs e municípios de NFS-e considerados na avaliação.

Alternativas consideradas

Os caminhos comparados e a fonte oficial de cada um, com a data de leitura.

Respostas da NTT DATA

As respostas por escrito, com o nome de quem respondeu e a data.

Pontos em aberto

O que a NTT DATA ainda não respondeu e o que a empresa decidiu fazer com isso.

Provas realizadas

Os cenários de teste, o resultado de cada um e a evidência guardada.

Certificado e contingência

Os nomes dos donos, os substitutos e a data de vencimento do certificado.

Riscos aceitos

Os riscos assumidos pela empresa e a pessoa que os assumiu.

Decisão

Quem decidiu, o que pesou e a data.

Para que serve

Um registro curto, feito durante a avaliação, responde à maior parte do que a auditoria e a diretoria perguntam meses depois.

Onde a DFSpro entra

Canal Autorizado do GUEPARDO, e a camada fiscal do SAP em volta

A parte do SAP é a que a DFSpro desenha, configura e prova. O produto e as condições dele são da NTT DATA.

Canal Autorizado da NTT DATA no GUEPARDO, a DFSpro vende a licença, implanta e governa o produto, que é da NTT DATA. Disponibilidade, escopo e condições do e-Invoicing se confirmam com a NTT DATA.

Entrega da DFSpro no SAPPara que serveOnde aprofundar
Documentos eletrônicos configuradosNF-e, NFS-e, CT-e, MDF-e e NFC-e entram e saem do SAP com o lançamento certo.Documentos fiscais eletrônicos no SAP
Entrada de documentos e eventosCaptura, lançamento e eventos de manifestação, cancelamento e correção.Captura, lançamento e eventos no SAP
NFS-e por municípioTabela de parâmetros por município e tratamento de retenções e de códigos de serviço.NFS-e por município
Provas e testesCenários, evidência e comparação antes e depois de cada mudança.Testes fiscais no SAP
Integração com o SAPPontos de entrega e de retorno entre o SAP e serviços externos.Integração fiscal, BTP e APIs
Limite do nosso papel

Quem desenha e prova, quem decide e quem responde

O teste mostra o comportamento do sistema. A decisão sobre cada resultado fica com a empresa.

Limite do nosso papel

O GUEPARDO e-Invoicing é produto da NTT DATA, e o que está aqui sobre ele é o que a NTT DATA publica, com fonte e data. A escolha do caminho de emissão e recepção, a decisão de compra e qualquer decisão tributária são da sua empresa. Nossa parte é desenhar, configurar e provar, no seu SAP, o comportamento dos documentos fiscais.

A DFSpro desenha e prova

  • A camada fiscal do SAP em torno dos documentos.
  • Cenários e evidência de teste, um por um.
  • A comparação do antes e do depois de uma mudança.

A empresa decide

  • Comprar, e de quem comprar.
  • O tratamento tributário de cada operação.
  • Que diferença aceita e que pendência assume.

A NTT DATA responde

  • O que o produto faz e em que condições.
  • A disponibilidade e o escopo do módulo.
  • O atendimento e as versões do produto.

A rotina de trabalho conjunto com a equipe da empresa está descrita em como trabalhamos com o seu time.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre o GUEPARDO e-Invoicing

01O GUEPARDO e-Invoicing é o mesmo produto que o GUEPARDO Tax?+

Não. São produtos distintos da NTT DATA. Segundo a NTT DATA, o e-Invoicing trata da emissão e do recebimento de notas fiscais eletrônicas, e o GUEPARDO Tax trata das obrigações fiscais. Muitos ambientes têm os dois, e a arquitetura define onde cada um atua.

02O e-Invoicing substitui o SAP GRC NF-e?+

A SAP orientou os clientes do SAP NFE a planejar a migração para o SAP DRC (blog de 13/04/2023). O e-Invoicing é oferta própria da NTT DATA. Se ele serve ao seu caso, a NTT DATA confirma, e a escolha do caminho é da sua empresa. A situação do SAP NFE está na página de migração.

03O e-Invoicing é o mesmo que o SAP DRC?+

Não. O DRC é produto da SAP, em nuvem pública sobre o SAP Business Technology Platform. O e-Invoicing é produto da NTT DATA, descrito por ela como software como serviço na nuvem da AWS. Cobrem um tema parecido, e as fontes lidas não permitem dizer que um é melhor ou que um usa o outro.

04O produto é um serviço em nuvem ou roda no meu servidor?+

Segundo a NTT DATA, é software como serviço hospedado na nuvem da AWS, e se integra à infraestrutura do cliente, em nuvem ou local. A fonte não detalha como as duas informações convivem. Peça à NTT DATA o desenho de arquitetura para o seu caso.

05Quem fala com a SEFAZ e com as prefeituras, o SAP ou o produto?+

Segundo a NTT DATA, o produto troca documentos com SEFAZ, prefeituras e Receita Federal. Pelo padrão descrito na documentação da SAP, o ERP fornece os dados e uma mensageria se comunica com a SEFAZ. Confirme com a NTT DATA qual parte da comunicação é do produto.

06Que documentos o e-Invoicing cobre?+

A NTT DATA cita NF-e, NFS-e e CT-e. A cobertura por município, por evento e por leiaute não está na página do produto. Leve a lista dos seus municípios e dos seus eventos e peça a resposta por escrito.

07Como o produto captura as notas que recebo?+

A NTT DATA declara captura periódica automática na SEFAZ e nas prefeituras, com webservice a cada 1 hora na SEFAZ e a cada 10 minutos nas prefeituras (página do produto, 16/10/2026). Se é regra ou configuração, e para quais prefeituras, é pergunta para a NTT DATA.

08O que acontece quando a SEFAZ está indisponível?+

A norma prevê tipos de emissão em contingência, como SVC-AN, SVC-RS e EPEC (MOC 7.0, Anexo I). Que tipos o módulo suporta, quem decide entrar em contingência e como regularizar depois são perguntas para a NTT DATA, e o ensaio é teste do seu ambiente.

09Se uma nota é rejeitada, o produto corrige?+

Depende da causa. Certificado e estrutura do XML têm causa na transmissão. Dado fiscal inconsistente nasce na parametrização e nos dados mestres do SAP. Cada rejeição tem código no MOC, e a correção cabe a quem originou o dado.

10Quem decide a manifestação do destinatário?+

A empresa. O Portal da NF-e oferece o serviço, e um produto pode registrar o evento de forma automática. Confirmar ou desconhecer uma operação continua sendo decisão do fiscal e de compras, com regra aprovada e prova guardada.

11O e-Invoicing vai tratar o leiaute com IBS e CBS?+

A NTT DATA precisa responder com versão e data, por escrito, tanto na emissão quanto na recepção. O leiaute oficial vem das notas técnicas do Portal da NF-e. O que muda no SAP está nas páginas de reforma tributária e de SAP Notes.

12Como provar o fluxo no meu SAP antes de decidir?+

Com seis cenários em ambiente de teste: emissão normal, rejeição provocada, contingência, cancelamento e inutilização, recepção com manifestação e NFS-e de um município real. Cada cenário termina com evidência de documento, status e lançamento.

13Qual é o papel da DFSpro no GUEPARDO e-Invoicing?+

Canal Autorizado da NTT DATA no GUEPARDO, a DFSpro vende a licença, implanta e governa o produto. Para o e-Invoicing, disponibilidade, escopo e condições são da NTT DATA e se confirmam com ela. No SAP, a DFSpro configura a camada fiscal dos documentos.

14Quanto custa e em quanto tempo implanta?+

O valor e o prazo dependem de documentos, volumes, municípios e integração, e são definidos com a NTT DATA e na conversa sobre o seu ambiente. Levante o seu volume mensal por tipo de documento, porque é ele que dimensiona a conversa.

Próximos passos

Conte quais documentos a sua empresa emite e recebe e em que SAP

Na conversa entram o seu volume, os municípios e o estado do SAP, sem preço e sem compromisso de prazo.

Para aprofundar antes: documentos fiscais eletrônicos no SAP e GUEPARDO Tax.