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Fóruns / Dúvidas do curso: Governança fiscal com GUEPARDO Tax: o básico

Extensões próprias no fiscal: como decidir o que converter, reescrever ou aposentar na migração?

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Bom dia a todos. No workshop de migração do fiscal o cenário traz uma pasta de relatórios e programas escritos no ECC, e ninguém sabe dizer se ainda são usados. A decisão precisa de critério e de dono.

Sou consultor de MM, não sou do fiscal, então desculpem se for básico. Agora, vou direto: que perguntas vocês fazem, em que ordem, para cada programa, e quem assina o aposentar?


Atualização:

Faz sentido, Sílvia, a janela de medição precisa cobrir o ciclo. Aqui tem um relatório anual que eu jamais teria visto no mês passado. Pergunto: para a medição de uso, quem tem acesso para extrair a lista, a TI ou o fiscal, e onde vocês guardam o resultado?


Atualização:

E uma segunda dúvida, para o João: o período de observação com o programa desativado, vocês fazem em qualidade ou em produção? Em qualidade o fiscal quase não roda o fechamento real, então o silêncio não prova nada.

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Para cada extensão própria, a ordem de perguntas é: está em uso numa janela que cubra o ciclo da obrigação, existe parametrização que a substitui, o produto prevê ponto de extensão para ela, quem é o dono.

Na segunda-feira:

  1. Extraia a lista de programas e relatórios do fiscal.
  2. Meça o uso em janela que cubra mensal, trimestral e anual.
  3. Preencha a planilha: nome, uso, dono, o que assume do produto, decisão.
  4. Desative antes de apagar e observe um fechamento real.

Se o produto cobre a função, a documentação que consultamos não afirma isso para cada caso; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Veja ABAP e customização fiscal.

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Agora, o x da questão: discordo de aposentar por falta de uso medido num período curto. Relatório de fechamento anual ou de obrigação que roda uma vez por ano parece sem uso, e quando faz falta já é tarde. Eu olho o calendário fiscal antes de medir: obrigação mensal, trimestral e anual têm janelas diferentes de uso.

Medida só vale se a janela cobrir um ciclo completo da obrigação a que o programa serve.

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Colocando no papel, tá, a diferença entre converter e reescrever está na regra. Converter é quando a regra de negócio continua valendo e só a tecnologia mudou. Reescrever é quando a regra mudou ou nunca foi documentada.

Um exemplo da documentação da NTT: a determinação da natureza da receita no PIS/COFINS, sem determinação por NCM, exige desenvolvimento via BAdI. Quando o produto prevê ponto de extensão, a extensão própria tem lugar legítimo, e então o critério é manter e documentar.

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Olha, o combinado é uma planilha de decisão com uma linha por programa e cinco campos: nome, uso nos últimos meses, dono, o que assume do produto e decisão. Converter, reescrever ou aposentar vira só o campo final.

Programa sem uso e sem dono é candidato a aposentar, mas só com a assinatura do gestor fiscal e um período de observação. Eu mantenho o programa desativado, não apagado, até passar um fechamento completo sem reclamação.

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Faça quatro perguntas, nesta ordem: está em uso, existe parametrização que o substitui, o produto já cobre, quem é o dono. Segundo as notas de projeto que consultamos, a regra de decisão é parametrização antes de desenvolvimento, e ponto de extensão previsto antes de alterar objeto padrão.

E aí, até onde sei, a primeira pergunta se responde com medição, não com opinião. As mesmas notas mandam medir o que está em uso antes de propor, e provar com documento real.

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