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Fóruns / Dúvidas do curso: Governança fiscal com GUEPARDO Tax: o básico

No inventário antes da migração, o que devo medir e o que posso só interpretar?

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5 Respostas
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Como registro o que eu não consegui ler por falta de autorização, sem misturar com o que foi medido de verdade?

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Meça o que dá para contar, interprete só o que depende de intenção, e registre a situação de cada item (medido, lido por terceiro, interpretado, não conferido) com data e responsável. O que falta de acesso fica escrito como falta. Para o contexto da migração, veja a página sobre migração para S/4HANA.

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Agora, pelo que testei: releia o inventário trocando cada afirmação por "como eu sei?". Se a resposta é "abri e contei", é medido. Se é "alguém me disse", é lido por terceiro. Se é "acho que", é interpretação. O que não passa nesse teste volta para a coluna de não conferido, e o relatório fica honesto.

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Um adendo, pois é: um modelo de linha que funciona:

  • Objeto: a tabela ou o programa.
  • Situação: medido, lido por terceiro, interpretado ou não conferido.
  • Data e quem verificou.
  • Observação.

Com essa coluna de situação, a mistura entre o que foi medido e o que foi só interpretado some, e quem lê o inventário sabe em que confiar.

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Então, o curioso é: sem autorização, escreva "não conferido: sem acesso ao objeto, pedido feito a fulano em tal data". Nunca estime um número e o apresente como medido. Ausência de sinal não é prova. Quando o acesso sair, você troca o status e anota a data, e o histórico mostra o que mudou.

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Meça o que dá para contar e provar (quantidade de objetos, o que está em uso, o que foi executado) e deixe como interpretação o que depende de intenção (por que existe, quem usa). Veja, em todo caso, registre as duas colunas separadas. Nas notas de projeto consultadas, a regra é medir o que está em uso antes de propor e provar com documento real.

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