Existe uma ordem de prioridade para tratar código próprio, transações obsoletas e o que o GUEPARDO Tax usa? Como evito esquecer algo no corte?
Fóruns / Dúvidas do curso: Governança fiscal com GUEPARDO Tax: o básico
Quais programas e transações próprios preciso revisar antes de converter?
Como funciona este fórum
Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.
Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.
Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.
Esta pergunta foi sinalizada
Priorize o que altera cálculo, depois transações obsoletas em uso, depois as dependências do produto, e dê a cada objeto uma decisão escrita e um dono. A lista é congelada numa data antes do corte. As dependências do GUEPARDO Tax confirme com a NTT. Para aprofundar o código próprio, veja a página sobre ABAP e customização fiscal no SAP.
E aí, em campo: para saber o que do produto o seu ambiente usa, comece pelos dados. Segundo a documentação da NTT, em S/4HANA os lançamentos ficam na ACDOCA, e o produto tem uma interface de busca para ela. Uma lista de dependências completa para conversão a documentação que consultamos não traz; peça à NTT.
Veja, como falei: para não esquecer nada no corte, cada objeto precisa de uma decisão escrita: replica, reconfigura ou descontinua. O mesmo vale para obrigações: nas notas de projeto, a decisão é registrada por obrigação (manter, substituir, não replicar). Congele a lista numa data, revise com o dono e tire uma cópia antes do corte.
De modo geral, tá: mantenha um inventário vivo, com dono, objetivo e o que cada extensão assume do produto. Nas notas de projeto, a regra de decisão é parametrização antes de desenvolvimento, com análise de impacto antes e regressão depois. Sem esse inventário, o corte depende da memória de quem está na sala.
- Extensões Z que alteram cálculo ou gravam em tabela fiscal.
- Transações obsoletas ainda em uso no fechamento.
- O que o GUEPARDO Tax usa do ambiente.
- O restante, por volume de uso.
Para variar, tá: apuração, livros e contabilização dependem de parametrização, extensões Z e dado mestre que não migram sozinhos, e isso costuma ser descoberto tarde, segundo as notas de projeto que consultamos.
Está gostando da discussão? Não fique apenas lendo, participe!
Crie uma conta hoje mesmo para aproveitar os recursos exclusivos e interagir com nossa incrível comunidade!
Inscrever-se| Publicações relacionadas | Respostas | Visualizações | Atividade | |
|---|---|---|---|---|
|
|
4
out. 26
|
0 | ||
|
|
5
out. 26
|
0 | ||
|
|
5
out. 26
|
0 | ||
|
|
5
out. 26
|
0 | ||
|
|
5
out. 26
|
0 |