Pano de fundo: no workshop de apuração de ICMS o exercício mostra uma soma de documentos diferente do valor do bloco de apuração. Cada área suspeita de outra: o fiscal culpa a parametrização, o contábil culpa os documentos e a TI pede o ticket.
Que eu saiba, pois é, falta uma ordem de investigação. Em que sequência vocês olham documento, ajuste e parametrização, e o que registram a cada passo para não repetir o trabalho no mês seguinte?
Atualização:
Faz sentido, a ordem depende do padrão. No meu caso a diferença está só em duas filiais, então começo pela parametrização delas e uso o quadro por CFOP do Murilo. Débora, para comparar CST e CFOP entre filiais, vocês tiram uma lista do cadastro ou comparam documento a documento?