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Fóruns / Dúvidas do curso: Reforma no SAP em 60 minutos

Cadastro de parceiro com identificação em formato antigo: o que verificar quando o novo formato de CNPJ exigir letras?

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Perdoem a ignorância: sou ABAP e a dúvida pode ser básica. Estamos em RISE with SAP e o cadastro de parceiro, a interface com o fornecedor e uma tabela de apoio foram todos desenhados com campo numérico para o identificador. Então, como falei com o time, não sei até onde isso se espalha. Além do cadastro em si, o que a gente precisa verificar quando o novo formato do CNPJ, com letras, passar a valer? Procuro um roteiro de checagem, não a regra do formato, que vou conferir no texto oficial.


Atualização:

Obrigado, pessoal. Já abri o inventário por objeto, com dono, e vou montar o parceiro de teste com letras. Uma dúvida de quem é de ABAP: para as rotinas que convertem o campo para número, qual é a melhor forma de achar todas? Pesquisa de código por tipo do campo é suficiente, ou vocês usam outra técnica?

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Síntese para quem chega agora ao assunto: a troca do campo numérico por alfanumérico não se resolve só no cadastro de parceiro. Rode o inventário por objeto (campo, tela, relatório, interface, arquivo, rotina de conversão), com um responsável para cada linha, e só então teste um parceiro de ponta a ponta. Cada interface externa pede confirmação escrita do parceiro. Quanto ao produto fiscal, a documentação da NTT dá o item como finalizado, com NTG; vale confirmar com a NTT se a NTG foi aplicada na sua versão. A regra do formato e o prazo não foram conferidos aqui, leia o texto oficial vigente. Roteiro completo em CNPJ alfanumérico no SAP.

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E aí, vou direto: no meu caso o que mais pegou foi o interfaceamento com terceiros. Mesmo com o nosso lado pronto, o arquivo que o banco recebia continuava com campo numérico no layout deles. Cada interface externa precisa de uma confirmação por escrito do parceiro. Anote a data e o contato, porque em auditoria isso vale como evidência.

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A saída é testar de ponta a ponta, em vez de só inventariar. Aqui no ambiente de qualidade a gente criou um parceiro de teste com letras no identificador e seguiu o caminho completo: cadastro, pedido, nota, interface de saída, arquivo da obrigação. Onde o dado quebrou ou virou zero, abriu-se um item. Dá mais trabalho, mas acha o que o inventário esquece, como a rotina que converte para número sem avisar.

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Como falei na reunião de ontem, pois é, discordo de tratar o teste como substituto do inventário. Quem testa só o caminho que conhece. Eu faria os dois, nessa ordem: inventário primeiro, para ter a lista dos pontos de contato, e teste depois, cobrindo cada ponto. Também registro uma ressalva: o formato do identificador e a data de exigência devem ser lidos no texto oficial vigente, que não foi conferido nesta conversa.

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Como bem lembrou a Cristina, né, o inventário tem que incluir o que o produto fiscal guarda. Se vocês usam GUEPARDO com EFD-Reinf, a documentação da NTT cita o /FHG/J_1BINNAD como cadastro de fornecedores e clientes na Reinf, e esse cadastro complementar entra na lista de verificação. Eu abriria um item por objeto, com responsável, para o inventário não virar uma planilha sem dono.

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O fato é que o cadastro é só a ponta. Um inventário em lista:

  1. Campos: tipo e tamanho do identificador em cadastro, tabelas Z e estruturas de programa.
  2. Telas e relatórios: máscara, validação e ordenação.
  3. Interfaces: layout de entrada e saída com fornecedor, banco e parceiros.
  4. Arquivos de obrigações geradas a partir desse campo.
  5. Rotinas que convertem o campo para número.

Segundo a documentação da NTT, o item de CNPJ alfanumérico nas ferramentas e nas obrigações aparece como finalizado, com NTG. Confira se a NTG está aplicada na sua versão.

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