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Fóruns / Dúvidas do curso: Reforma no SAP em 60 minutos

O fornecedor envia o documento com informação nova que o SAP ainda não guarda. Descartar, guardar fora ou parar a entrada?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Esta pergunta foi sinalizada

Se a dúvida for repetida, desculpem. Estamos em S/4HANA 2021, no fechamento mensal, e o recebimento de notas começou a trazer um dado que o nosso sistema ainda não grava. Parar a entrada trava o estoque, e guardar o dado fora do SAP cria um segundo registro que ninguém vai manter. No mês passado, né, a primeira nota assim ficou parada dois dias. Sou consultor MM, não sou do fiscal. Qual das três saídas é a menos pior: descartar, guardar fora ou parar a entrada?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou propor ao time a guarda do original com chave e a lista de pendências com dono. Uma dúvida de quem é de MM: quando o dado novo muda o valor do imposto, a nota entra mesmo assim no estoque ou o recebimento deve esperar o tributário decidir? Qual critério vocês usam para escolher?

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Fechando:

  1. Original: guarde o documento recebido íntegro, com a chave, ligado ao número do documento no SAP.
  2. Classe do dado: informativo segue a entrada com pendência aberta; impactante vai a um status controlado, com prazo.
  3. Produto: a documentação da NTT lista NTGs de e-Invoicing para a reforma, sem afirmar o conteúdo. Confirme com a NTT ou teste no ambiente.

A decisão sobre o que impacta imposto é do cliente. O roteiro da entrada de documentos está em entrada automática de NF-e e CT-e no SAP.

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Pra constar, pois é, nós separamos em duas classes: informativo (entra e fica pendente) e impactante (entra em quarentena controlada, com prazo curto de decisão). Quarentena é um status de processo, não bloqueio de estoque para sempre. A lista de campos impactantes é do fiscal, revisada junto com o tributário, e a gente revisa essa lista a cada mudança de leiaute.

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Minha leitura, pois é, difere em um ponto: guardar só o original não basta se a informação nova aparece depois em relatório ou obrigação. Aí o dado precisa de lugar no sistema. Se vocês usam o módulo de e-Invoicing da NTT, a documentação lista NTGs de NF-e de entrada e saída para a reforma, mas o conteúdo funcional delas não está afirmado em lugar nenhum que consultamos. Pergunte à NTT se o campo novo já é tratado na sua versão antes de desenhar um campo próprio.

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No rollout a gente viveu isso. Como auditora, o que eu olho é a trilha: o documento original guardado, a data em que chegou, a decisão tomada e quem a aprovou. Se o dado ficou fora do SAP, que fique num lugar único e controlado, nunca em e-mail de alguém. Segundo a documentação da NTT, no e-Invoicing os dados replicam dentro do SAP, então vale checar o que já vem replicado antes de criar um repositório novo.

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Antes de mais nada, é uma pergunta de processo, e a resposta curta é: não descarte e não pare a entrada por padrão. Um caminho:

  1. Guarde o documento original íntegro, com a chave, vinculado ao número do documento no SAP.
  2. Abra um registro de pendência para o campo novo, com dono e prazo.
  3. Defina o critério que sim bloqueia a entrada: dado que muda o cálculo ou a escrituração.
  4. Meça quantas notas chegam assim por semana.

Dado que só informa, segue a entrada. Dado que altera imposto, é decisão do tributário.

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