Pelo que testei, ó, estou revisando a transição para o regime específico do Difal com consumidor final, e a complexidade da SEFAZ SP realmente exige muita atenção. Minha vivência anterior era em alimentos, então estou entrando nesse cenário tributário com uma curva de aprendizado acentuada, pensando em como aplicar corretamente as bases de cálculo. Já configurei alguns cenários no sistema tentando mapear os valores, mas algo não está batendo no fechamento. No meu entendimento, a correta aplicação do preço final ao consumidor é crucial para evitar questionamentos futuros. Pelos que testei, ó, gostaria de saber qual o procedimento mais robusto para garantir a conformidade total nesse cenário.
Atualização:
Agradeço a todos pelas contribuições sobre os parâmetros de apuração. Pelo que testei, ó, a diversidade de referências aceitas para a base de cálculo, como lucro bruto ou despesas indispensáveis, torna o cenário muito mais matizado do que um simples preço de varejo. Contudo, a aplicação correta desses diferentes cenários ainda gera dúvidas no fechamento. Gostaria de saber como vocês endereçam a coexistência desses métodos de apuração em um único ciclo fiscal, especialmente quando há movimentação de custos operacionais variáveis.