Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
6 Respostas

Olá a todos. Assumi recentemente a coordenação da área e estou revisando nossos fluxos de trabalho fiscais, migrando de uma visão mais operacional para o ambiente SAP, utilizando o GUEPARDO Tax. Estamos lidando com um volume crescente de contribuintes no regime nacional, especificamente na parte do recolhimento do Simples Nacional. Tivemos um cenário onde a entrada de dados e documentos precisava ser feita de maneira singularizada, como previsto na legislação. Já tentamos mapear isso na nossa parametrização atual, mas gostaria de validar se o nosso processo está capturando corretamente a necessidade de um registro e legalização integrados entre os entes envolvidos. Vale registrar, ó. Dado este contexto, como podemos garantir que o nosso sistema está suportando adequadamente a transição para o modelo unificado da NFS-e nacional para o MEI?


Atualização:

Agradeço as contribuições de vocês sobre a integração dos processos. Nós simulamos no ambiente com base nessa cadeia de validações sucessivas, focando na coerência entre as consultas fiscais e o registro empresarial. Vale registrar, ó, que a lei prevê um fluxo muito específico para a chegada dos documentos. Minha dúvida agora é sobre o ponto de vista da continuidade desse processo após a aprovação inicial.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A questão da conformidade documental demonstra a necessidade de um espelhamento fiel do trâmite legal no ambiente de gestão. O fluxo que exige validações sequenciais e encadeamento de registros é inerente à tributação moderna. Para assegurar a integridade do recolhimento, é preciso que o sistema reflita com exatidão cada fase prescrita pela norma vigente. Sugiro que, ao diagramar o processo, vocês dediquem um tempo adicional à fase de testes de ponta a ponta, simulando a dinâmica completa do recebimento e aceite dos tributos, verificando a robustez do mapeamento antes de colocar em produção. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Débora Rezende, gostaria de complementar sua visão sobre a simplificação dos procedimentos fiscais durante a migração. Considerando que estamos vendo o cenário de um contribuinte no regime inicial, quais seriam os pontos mais críticos do mapeamento no S/4HANA que mais desafiam a replicação fiel desse fluxo moderno antes da transição completa?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Entendo sua colocação sobre a fidelidade ao trâmite legal, mas talvez seja pertinente ressaltar que o ambiente de gestão busca mais do que apenas um espelhamento. Ao mapearmos a tributação moderna no sistema, precisamos ir além da mera replicação do fluxo legal. O desafio reside em adaptar a complexidade inerente à legislação à capacidade transacional do novo ambiente, garantindo a funcionalidade e a agilidade necessárias para o contribuinte, e não apenas replicar o processo anterior.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Daniela Silva: Para dar continuidade à questão da aprovação inicial, gostaria de trazer um olhar sobre a representatividade dentro desses fóruns de discussão. A legislação menciona que, para deliberações importantes, por três quartos dos componentes presentes, presenciais ou virtuais, a deliberação precisa ser formalizada, ressalvadas as decisões que envolvam ocupações autorizadas como MEI, quando a unanimidade é necessária. A fonte é, né, e isso demonstra a importância do quórum qualificado ao discutir esses ajustes fiscais.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Embora a entrada única de dados seja um objetivo louvável, a implementação prática no ECC 6.0 pode apresentar desafios na replicação exata do fluxo moderno. A lei estabelece um sequenciamento de etapas, passando pela consulta prévia de nome empresarial até o licenciamento. Veja, a conta é que nosso sistema talvez precise de ajustes finos para simular essa cadeia completa de validações simultâneas que o novo regime exige.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A unicidade na inserção de informações e papéis é um requisito chave para o atual desenho do sistema. Observando a migração para o S/4HANA 2023, percebi que a simplificação dos procedimentos fiscais é um caminho que seguimos. A Lei Complementar nº 147, de 2014, traz como pontos importantes a entrada única de dados e o processo de registro integrado entre os entes. No entanto, o mapeamento completo dessa integração no nosso ambiente exige atenção aos detalhes. O custo é, viu, garantir que cada etapa, do sequenciamento à consulta, esteja perfeitamente espelhada no sistema.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Documentos fiscais eletrônicos no SAP: NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e, NFTS e entrada.

Ver todas do fórum