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Fóruns / ECD e ECF

O que é o registro y750 da ecf?

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8 Respostas

Na rotina do varejo aqui, estamos migrando de outro ERP para o SAP e a ECF vai sair pela primeira vez do novo sistema. Tento entender o Y750 em três pontos: (1) o que ele é; (2) quando entra; (3) de onde vem o dado. Desde a abertura do projeto de migração, li o manual da ECF e rodei um arquivo de teste, mas não achei uma descrição simples, e os arquivos de apoio também não ajudaram. Agora, em linhas gerais, o que é o Y750 da ECF e como vocês descobrem se ele se aplica ao nosso caso?


Atualização:

Roteiro anotado, obrigada. (1) Abrir o manual da versão; (2) comparar com a ECF anterior; (3) separar a lista por tipo de cliente. Agora, em linhas gerais, vou rodar um teste pequeno no ambiente de teste do SAP. Alguém já documentou a origem de cada dado do Y750 em planilha ou dentro do próprio SAP?


Atualização:

Na minha rotina de varejo, o fechamento da ECF sempre cai em cima de outras entregas. Obrigada, Márcio e Helena. Agora, em linhas gerais, vou combinar as duas ideias: rodar rápido o teste do Y750 e anotar a origem de cada correção. (1) Quem aprova a correção? (2) Onde ela fica guardada? Alguém tem um modelo de planilha simples?


Atualização:

Concordo em parte, Kátia: guardar tudo ajuda, mas me preocupa o volume. Agora, em linhas gerais, vou propor ao cliente guardar só as versões aprovadas do Y750 e a lista de mudanças entre elas. (1) Isso basta para auditoria? (2) Qual prazo de guarda vocês usam?

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O pior risco é descobrir o problema do Y750 no dia do envio. Nada nesta conversa comprova o que ele exige; isso está no manual da ECF da versão vigente e deve ser confirmado com o cliente. As equipes deverão montar um roteiro curto: ler o leiaute, ver a origem de cada dado na escrituração digital, rodar um teste e guardar a evidência de cada correção. Em grupos com várias entidades, repita o roteiro por unidade. Recomendação final: rode o teste cedo, anote a origem de cada ajuste e leve ao cliente, que decide a tese. Para aprofundar, veja ECD e ECF no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Seria útil guardar a evidência do Y750 junto ao arquivo? Calma lá, pois é, Helena: a ideia de anotar a origem é ótima, e eu acrescentaria uma guarda organizada dos arquivos gerados em cada teste, com data e responsável, desde a abertura do ciclo de fechamento. Assim se compara uma versão com a outra e se entende o que mudou. Sem isso, a memória da equipe vira o único histórico, e esse é um risco real.

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Quando o validador aponta o Y750, Márcio, o risco é corrigir sem entender. No nosso caso, né, antes de recuperar um dado de outro lugar, anotamos de onde ele veio. O registro Y750 fica rastreável, e os demais registros seguem o mesmo padrão de anotação. Assim, se o cliente questionar, mostramos a origem.

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Esse roteiro todo atrasa o fechamento. Discordo do Ricardo e do Cláudio: pra fechar, ó, o programa da ECF aceita os campos preenchidos e acusa o que falta, então o jeito mais rápido é preencher o básico, rodar e corrigir o que o validador apontar sobre o Y750. Vale quando o prazo aperta; quando o cliente exige evidência, aí o roteiro faz sentido.

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Cláudio, olha, sem querer complicar, mas o tipo de pessoa jurídica pode mudar o que o leiaute pede. Um caminho a avaliar é separar a lista entre as isentas e as obrigadas à escrituração e conferir no manual quais itens cada grupo precisa. Vale quando o cliente tem carteira mista; se é de um tipo só, a lista única basta. O enquadramento é decisão do cliente, e o Y750 entra na mesma conferência.

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O risco que já vi é descobrir na hora de entregar que um dado do Y750 não existe no cadastro. Ricardo, aqui por perto, pois é, listamos antes o que o leiaute pede e, mesmo que alguns dados não estejam no S/4HANA 2023, é melhor saber cedo. Uma parte disso é a identificação de quem responde por cada dado, para a evidência não ficar solta.

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Concordo em parte com a Aline, mas abrir só o manual não basta. Vamos lá: um caminho a avaliar é cruzar o manual com a ECF do ano anterior, se existir, e com a escrituração digital que o cliente já enviou. Vale quando o grupo tem várias entidades e histórico; os responsáveis deverão conferir qual versão do leiaute se aplica em cada ciclo. Para o Y750, o log da validação deve ser guardado como evidência.

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Dúvida minha também: não conferi o que o Y750 é, e prefiro não chutar. Olha, aqui por perto, o que consigo dizer é só que a ECF conseguirá trazer dados da ECD quando as datas correspondem; sobre o Y750 em si, nada confirmado. O caminho é abrir o manual da ECF da versão que vocês usam, localizar o Y750 e ver o que o leiaute diz sobre a origem do dado. Se quiserem, olho do lado ABAP de onde o dado sai.

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