Passando por uma situação parecida no fechamento do mês passado, estamos no S/4HANA 2023 e precisamos ajustar os lançamentos com o impacto dessa substituição tributária progressiva. Temos operações interestaduais envolvidas onde o recolhimento passa pela Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE). Tentamos mapear corretamente a diferença entre alíquota interna e interestadual, mas a complexidade do fluxo tributário gerado pela mudança no regime ainda gera dúvidas na parametrização. Com essa dinâmica, e aí, a gente costuma observar gargalos no encerramento contábil. Como podemos assegurar que o registro contábil espelhe fielmente o recolhimento correto do imposto devido por substituição tributária nessas operações?
Atualização:
Pessoal, minha experiência com a progressividade tributária sempre foi no detalhamento dos recolhimentos. No meu caso, testamos como o sistema gerava os documentos para operações interestaduais, comparando com o que era exigido para o pagamento correto. E aí, a gente costuma discutir como garantir que o nosso lançamento contábil esteja perfeitamente casado com o que o Fisco aceita. Como vocês endereçam a checagem da competência tributária em cenários mais complexos?