Trabalhei por seis anos com sistemas fiscais, vivenciando a migração de um outro ERP para o SAP, e o assunto depreciação tem gerado bastante ruído. No nosso cenário atual, estamos tentando mapear como o encargo contábil deve ser reconhecido para fins fiscais. Tentamos simular cenários onde a propriedade e o uso não coincidem, e o sistema parece não estar tratando isso de forma automática, o que realmente gera retrabalho. Na última auditoria, ó, o ponto de maior discórdia foi exatamente este: quem, juridicamente e contabilmente, deve registrar o compromisso do desgaste do ativo? Diante disso, qual critério devemos seguir para o registro contábil da depreciação dos bens?
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês, que ajudam a solidificar a base conceitual. Testamos no módulo de ativação de ativos, seguindo o padrão de uso, mas o sistema nos devolve um alerta de inconformidade que não consigo sanar. Na última auditoria, ó, o ponto de maior discórdia foi exatamente este. Considerando que a dedutibilidade é limitada ao montante calculado com base no preço determinado, como podemos configurar o módulo para garantir que o lançamento contábil reflita precisamente esse limite fiscal desde o início?