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Fóruns / Integração fiscal: BTP, APIs, ABAP e clean core

Como documentar ABAP fiscal e customização fiscal para uma auditoria?

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5 Respostas

Quando a auditoria pede evidência de cada customização fiscal que fizemos no nosso RISE with SAP do agro, eu travo na hora de documentar. Temos programas Z e enhancements espalhados, alguns de gente que já saiu do time, e o que existe é um texto solto na wiki que ninguém atualiza. Tentei exportar a lista de objetos por pacote e anexar uma descrição curta, mas fica sem ligação com o requisito fiscal que originou a mudança. Vou ter que refazer tudo na homologação, né? Qual é o formato mínimo que vocês usam para um ABAP fiscal passar numa auditoria sem virar livro?


Atualização:

Já vi a validação parar porque a página existia, mas descrevia uma versão antiga do código. Obrigado, pessoal. Testei o modelo da Roberta numa parte do meu escopo e funcionou: o inventário fechou rápido, e na homologação, né, o teste do cenário crítico já saiu anexado. Ficou uma dúvida de seguimento: como vocês garantem que a página continua válida depois de um transporte novo que altera o objeto?

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Priorize o que pesa mais. Ordene as alterações fiscais pelo risco e vá documentar primeiro aquelas que mexem em dado de apuração, com requisito, dono, teste e transporte ligados entre si. As pequenas ficam num inventário enxuto, revisado a cada mudança. Quem recebe herança sem autor reconstrói a intenção lendo o código ao lado do time fiscal. Numa auditoria, a pergunta quase sempre é quem pediu, o que mudou e como foi provado; se cada customização responde isso em um clique, o resto é detalhe. Recomendação prática: comece amanhã pelas mais críticas. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Bruno, nossa equipe adotou um caminho diferente: o comentário no próprio código aponta para o chamado, e a página sai gerada a partir dele. Pelo que testei, viu, funciona bem quando a customização é nova e o time ABAP mantém disciplina. Para legado sem autor, a página manual da Alexandre segue melhor, porque alguém precisa ler o código e reconstruir a intenção. Na auditoria, o log de transporte mostra 'objeto liberado, chamado vinculado', e isso responde a maioria das perguntas. Para documentar o legado, vale o esforço manual.

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Uma página por customização não pesa demais? Então, pra ser justo, em mineração temos centenas de enhancements pequenos, e a auditoria não quer ler tudo. Discordo de documentar com o mesmo peso o que é leve e o que mexe na apuração. Aqui a customização crítica ganha página completa, e o resto entra numa tabela de inventário com dono, objetivo e data da última revisão. No log de teste fica uma linha simples, tipo 'exit executada, sem erro'.

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Concordo em parte com o inventário da Roberta, mas discordo de deixar o resto sem texto algum. Voltando ao ponto, né, no nosso ECC 6.0 de comércio eletrônico as customizações antigas não têm autor nem chamado. Roberta, como vocês revisam esse inventário quando a alteração é herdada e ninguém lembra do requisito? Alexandre, a sua página parte do código ou do requisito? A auditoria daqui cobra explicação formal de cada mudança, e eu teria de documentar de trás para frente.

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No meu dia a dia na química, a regra é uma página por customização, ligada ao chamado que a originou. Foi o que resolveu a última auditoria: o auditor abriu o objeto, viu a ordem de transporte e achou a página em um clique. Ela diz o que o código faz, qual dado fiscal ele lê e qual teste provou o resultado. Com a mão na massa, ó, o log do teste vai anexado, algo como 'ordem liberada, cenário de nota de saída aprovado'. Para documentar assim, o requisito entra antes do código.

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