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Fóruns / Integração fiscal: BTP, APIs, ABAP e clean core

Quais dados mestres influenciam integração fiscal?

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6 Respostas

Posso estar enganado? Bem, o ponto é que na integração fiscal do nosso SAP com GUEPARDO Tax a nota sai com imposto diferente para o mesmo material em duas filiais, e o log mostra apenas 'determinação concluída'. Já conferi tabela de preço e unidade, sem achado. Suspeito dos dados mestres, mas não sei quais deles influenciam a integração de verdade. Comparei o cadastro de material e o de parceiro nas duas filiais. Quais dados mestres vocês verificam primeiro quando a integração devolve resultado diferente para casos que deveriam ser iguais?


Atualização:

Depois que testei a sugestão de comparar por combinação, achei a diferença: um local de negócio com classificação desatualizada. Obrigado a todos. Bem, o ponto é que o log agora mostra 'determinação concluída' com o valor esperado nas duas filiais. Como vocês evitam que um cadastro volte a ficar desatualizado depois de uma correção, sem depender de lembrar de conferir de novo?

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Na rotina de uma filial nova, o roteiro é simples. Antes de culpar a configuração, compare os dados mestres de material, parceiro, centro e local pela combinação inteira, porque a integração fiscal responde ao conjunto e não a campo solto. Registre quem alterou cada cadastro e quando, e mantenha notas de teste por combinação para rodar a cada mudança. Cadastro estável pede só comparação periódica entre filiais; cadastro que muda sempre pede teste a cada alteração. Recomendação prática: nomeie um dono para a regra, defina a referência por escrito e só então libere correções. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Dá para reduzir o retrabalho com um registro de mudanças nos cadastros. No fim das contas, pois é, o Luiz acertou ao testar por combinação, e eu acrescento que os dados mestres alterados precisam ter data e responsável anotados. Assim, quando a integração devolver algo diferente, você sabe quais cadastros influenciam aquele caso e quem mexeu por último. Sem esse registro, a investigação vira palpite.

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Outro caminho funciona bem. Na real, ó, no nosso ECC 6.0 a equipe monta um conjunto de notas de teste, uma por combinação de cadastro, e roda sempre que muda algum dado mestre. O log mostra 'imposto determinado, valor igual ao esperado'. Vale quando os dados mestres mudam com frequência e a integração precisa ser provada sempre. Se o cadastro é estável, a cópia anterior que o Ricardo sugeriu basta e custa menos.

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Alexandre, para completar o que o Renato Castro disse: o combinado é, ó, definir a referência por escrito antes da carga. Eu deixaria o fiscal como dono da regra e a TI como dona da carga, e qualquer mudança nos dados mestres passa por quem é dono. Isso reduz a chance de a integração mudar sem ninguém saber. Guarde também uma cópia do cadastro anterior, para comparar caso algo inesperado apareça no resultado.

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Concordo que são os dados mestres, mas discordo de olhar só material e parceiro. Os que influenciam a integração incluem o centro, o local de negócio e a classificação fiscal, e aí, o detalhe é que cada um precisa estar coerente com os demais. Cadastro correto isolado não garante resultado correto. Recomendo comparar as duas filiais pela combinação completa, em ordem, e só depois investigar a configuração.

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O risco que já vi é mexer no cadastro e quebrar nota que estava certa. Renato Castro, e aí, pelo meu histórico, migrando de outro ERP, os dados mestres vêm com campos que não existiam antes. Quando o senhor fala em coerência entre centro, local e classificação, quem define a referência, o fiscal ou a TI? E a comparação entre filiais é feita antes ou depois da carga? Preciso entender para a integração não depender de adivinhação.

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