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Fóruns / SAP ACR, TDF e relatórios fiscais standard do S/4HANA

Como documentar SAP TDF no Brasil para uma auditoria?

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8 Respostas

Preciso de ajuda aqui. Estamos migrando de outro ERP para o SAP numa telecom e, no fechamento, a auditoria já avisou que vai pedir como o SAP TDF foi parametrizado para o Brasil. Hoje tenho planilhas e prints espalhados. O x da questão, pois é, é que não sei o que mostrar primeiro nem quanto detalhe vale. Já tentei um índice com tela, configuração e responsável, mas ficou enorme. Como vocês costumam documentar o SAP TDF no Brasil para uma auditoria sem virar um livro?


Atualização:

Concordo em parte com a revisão em data fixa, mas discordo de deixá-la solta. Obrigada a todos. Testei um índice por processo com o SAP TDF e ficou bem menor, porém o x da questão, pois é, é quem assina a revisão. Ricardo, você coloca o nome do revisor no próprio material ou num controle à parte? E Paula, o cenário de teste anexado entra no mesmo dossiê?

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O que convence uma auditoria é um dossiê enxuto, dividido por rotina de negócio, com o motivo de cada escolha de configuração, um cenário rodado do início ao fim e a data e o ambiente de cada evidência. Para documentar o SAP TDF no Brasil, decida cedo quem escreve e quem confere, e marque uma releitura em data certa. Se a configuração muda muito, gerar a evidência por relatório poupa esforço; se o pedido é isolado, uma captura datada resolve. Inclua um glossário para leitores de fora do sistema e use o primeiro dossiê como modelo para os demais. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Lívia, em vez de capturar telas à mão, no meu time o ABAP gera um relatório com a configuração atual do SAP TDF, e guardamos a saída datada. De cabeça, pois é, funciona bem quando a configuração muda muito, porque a evidência nasce sempre atualizada. Já para uma auditoria pontual, o print com data basta e custa menos. Escolho o relatório quando a rotina se repete e o print quando o pedido é único; nos dois casos preciso documentar quem gerou.

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Boa ideia, Luciana. Em linhas gerais, ó, quem lê a auditoria do lado contábil também precisa de um glossário curto, com os termos do SAP TDF em linguagem de negócio. O relatório gerado traz o dado, mas não o significado. Para documentar o SAP TDF para quem não é de sistema, uma página de glossário ao lado dele faz diferença.

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Já vi auditoria devolver o material porque o texto citava telas que o sistema já não tinha. E aí, pensando bem, o que complementa a pergunta da Raquel é guardar a data de cada captura e o ambiente de onde ela saiu. Se a evidência mostra o ambiente de teste e o texto diz produção, a auditoria passa a desconfiar de tudo. Ao documentar o SAP TDF, deixe claro, em cada evidência, qual sistema e qual dia.

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Será que o dossiê basta? Discordo um pouco, por assim dizer, ó: a auditoria também costuma pedir prova de que o registro está vigente, e dossiê parado envelhece. Eu preferiria revisar o material em data fixa e anotar a revisão nele. Primeiro, porque mostra controle contínuo; segundo, porque evita que o ato de documentar vire correria de véspera de auditoria, quando ninguém lembra de nada.

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No agro, o fechamento chega e a auditoria pede evidência de tudo de uma vez. Vou direto, tá: Yara Oliveira, você falou em dossiê por processo, mas como separa o que é do SAP TDF do que é configuração geral do sistema? No meu S/4HANA 1909 as duas coisas se misturam e fico sem saber onde cortar para documentar cada uma. Qual o critério?

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Quando a auditoria pede evidência de teste, a verdade é que, pois é, o dossiê da Yara Oliveira precisa de um caso de ponta a ponta. Complementando, eu anexo um cenário rodado no S/4HANA 1909 com o documento de entrada, o resultado esperado e o obtido, lado a lado. Sem isso o material diz como deveria funcionar, mas não prova que funciona. Para documentar o SAP TDF, o teste é o que mais convence.

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Monte um dossiê curto por processo, não por tela: o que o SAP TDF faz, como foi configurado e quem aprovou. Como já disse, né, a auditoria quer entender o desenho, então documentar o porquê de cada escolha pesa mais que o print. No ECC 6.0 eu guardo o número da ordem de transporte ao lado de cada configuração, para provar quando e por quem foi alterada. Prints entram só como prova de comportamento, com data.

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