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7 Respostas

Concordo em parte com a ideia de que o TDF depende só da configuração, mas discordo, e veja, tirando a prova, o log do nosso teste em SAP com GUEPARDO Tax mostrou 'regra aplicada, resultado diferente do esperado' para um material de mineração. Trocamos um dado de cadastro e o resultado mudou, sem alterar configuração alguma. Por isso desconfio dos dados mestres. Testei material, centro e parceiro, mas não achei um padrão. Quais dados mestres influenciam o TDF no Brasil e em que ordem vocês conferem?


Atualização:

Obrigada, Sérgio e Débora. Veja, tirando a prova, no meu caso o parceiro mudou na semana anterior e o log passou a registrar 'regra aplicada, resultado esperado' depois da correção. Então os dois pesaram. Como vocês descobrem rápido qual cadastro mudou por último, sem depender de histórico manual?


Atualização:

Quando conferi a validade, como a Raquel sugeriu, achei um parceiro com período vencido, e o log passou a mostrar o resultado esperado. Veja, tirando a prova, a ordem muda o diagnóstico. Fiquei com uma dúvida: existe jeito de listar todos os cadastros com período perto do fim, em vez de esperar o erro aparecer?


Atualização:

Será que fecho o caso? Obrigada, Natália. Veja, tirando a prova: verifiquei a lista de campos em branco e achei dois no parceiro, ambos preenchidos na hora do teste, e o log registrou 'regra aplicada, resultado esperado'. Sobrou uma dúvida: como garantir que a carga futura só entre no SAP com esses campos completos, sem revisão manual?

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Adriana, resumindo o caminho: os dados mestres de material e de parceiro influenciam o TDF, mas também pesam a validade, os campos em branco e a ordem em que cada cadastro mudou. Comece olhando o que mudou por último e a vigência, depois a completude. Para o futuro, combine bloqueio na criação, relatório periódico de inconsistências e nota de teste quando um cadastro crítico mudar. Recomendação prática: peça ao fiscal que defina o conjunto mínimo de campos obrigatórios e guarde o log do teste a cada alteração relevante. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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O risco que vi foi confiar num único controle. Segundo o que li, né, e confirmei em teste, o ideal combina camadas: bloqueio na criação do cadastro, relatório periódico como o do Carlos e teste por nota quando um dos dados mestres muda. A criação vale para cadastros novos; o relatório, para o legado; o teste, para mudança crítica. Os cadastros que influenciam o TDF ficam sob controle em cada etapa, e o log da nota prova isso.

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Concordo em parte com a Natália, mas discordo de resolver tudo na carga. Bem, lá onde trabalho, mesmo com carga completa, os dados mestres que influenciam o TDF voltam a ficar inconsistentes por manutenção posterior. Falta um controle contínuo, e não só na carga. Prefiro um relatório periódico de inconsistências, revisado pelo fiscal a cada fechamento.

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Aqui na construção, a migração me mostrou outra coisa. Uma dica de colega: listar cadastros com validade curta ajuda, mas não basta, porque no nosso caso os dados mestres foram carregados do outro ERP com campos em branco. Discordo da Raquel em depender só do período: campos em branco influenciam o TDF mesmo com validade boa. Primeiro a carga completa, segundo o relatório de validade.

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Rastrear o último cadastro alterado não resolve tudo. Vamos lá, né: em energia, o resultado do TDF mudou sem nenhum cadastro novo, só porque a vigência de um dado tinha acabado. Os dados mestres influenciam o cálculo também pelo período em que valem, e o log mostrou 'cadastro válido' enquanto o valor saiu fora do esperado. Eu verificaria a validade de cada cadastro antes de procurar a última alteração.

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O risco que vi foi culpar a regra quando o cadastro do material estava errado. O básico, pois é: os dados mestres que mais influenciam o TDF são os do material e do parceiro, nessa ordem. Confira se cada um está completo e coerente com o outro, porque uma classificação fora do lugar muda o resultado sem aviso. Só depois olhe a regra.

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Sérgio, discordo de que seja sempre material primeiro. O x da questão, né, é que em telecom o parceiro pesa tanto quanto o material, e na pressa do fechamento já perdi tempo olhando o lado errado. Os dados mestres do parceiro influenciam o TDF de forma direta quando o tipo de contribuinte muda. Aqui não definimos ordem fixa: olhamos o que mudou por último nos cadastros e começamos por aí.

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