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Fóruns / Reforma no SAP: SAP Notes, adequação CBS/IBS e prontidão

Que itens de documentação técnica o checklist de prontidão fiscal precisa cobrir para uma auditoria, segundo o Art. 337 da LC 214/2025?

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6 Respostas

Se eu fizer uma revisão dos dados antes da visita, por onde começo? Trabalho como auditor interno numa indústria de alimentos, com S/4HANA em produção e um ambiente de testes que não reflete o cadastro real. Já tentei montar uma planilha com as pastas fiscais, mas ela ficou longa e ninguém consegue manter. O ambiente ainda mostra notas de períodos antigos e a documentação técnica está espalhada entre e-mails e arquivos. Então, agora, resumindo: quais itens de documentação técnica a prontidão fiscal deve cobrir e como isso deve ser apresentado ao comitê?


Atualização:

Dúvida curta: o pessoal da indústria de alimentos já tem um modelo de checagem pronto? Obrigada pela resposta, Mariana Araújo. Testei a planilha que você sugeriu e funcionou bem para o fechamento, mas a parte de documentação ainda ficou solta. O que você faria primeiro no nosso caso, agora, resumindo? Tenho prazo de visita na semana que vem e preciso de uma sequência clara.

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Três frentes sustentam a preparação e cabem em qualquer modelo: contratos com os anexos comprobatórios, regras de guarda definidas e registros de consumo das obrigações acessórias. Segundo a experiência de quem já passou por fiscalização, o que mais pesa é a rastreabilidade entre cada lançamento e a evidência exigida pelo avaliador. Recomendo um quadro de pendências por unidade, atualizado a cada fechamento, com data limite para cada prova faltante e aviso automático ao gestor. Guarde os comprovantes em pasta com versionamento para não perder a trilha. Sem esse desenho, a checagem vira um esforço isolado e não um processo contínuo. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Nossa equipe fez outro caminho. Em vez de um roteiro único, cada área mantém o seu conjunto de documentação, e a revisão acontece por amostra mensal. Quando aparece uma falta constatada, a área corrige na hora e registra o motivo. Esse modelo vale para operações com várias unidades, porque cada uma tem ritmo próprio. Já o caminho central vale quando o time é pequeno. Na nossa prática, o prazo é o que decide a escolha. Os itens que constarão no roteiro de cada área são definidos pelo gestor.

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O risco que eu já vi é aceitar a regra sem ver o efeito nas compensações. No meu caso de consultoria em serviços, com SAP e GUEPARDO Tax, o time lançou o ajuste complementar de forma conforme o que estava no cadastro, e a saída não bateu. Mariana Araújo, então, como já disse, o que você recomenda para os casos de crédito? Vale guardar a documentação antes do lançamento ou depois do fechamento?

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Mariana Araújo, respeito a sua visão, mas discordo de uma parte. Você sugeriu que a regularidade se resolve com a relação de documentos. Vejo um problema maior: congressos de fiscal e conselhos internos costumam tratar a guarda como assunto de ninguém, e, lá onde trabalho, a documentação ficou pronta sem assinatura da checagem. Discordo, então, de tratar o tema como questão do sistema. Isso depende de quem responde pelo processo.

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Concordo em parte com a Mariana Araújo: separar o exigido do que é boa prática é o caminho certo. Discordo quando a guarda fica para depois. Olhando o número, tá, no nosso S/4HANA a autorregularização dos cadastros foi o item que mais deu retrabalho, porque o checklist saiu sem campo de responsável. Acrescento um ponto: cada item do checklist precisa de dono, data e local de guarda. Os colegiados internos revisam isso em reunião curta, e a relação não avança sem essas três colunas.

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Na nossa rotina de S/4HANA de alimentos, a resposta é separar o que é exigido na parte fiscal do que é apenas boa prática. A equipe percorreu os registros apurados do último trimestre e, pelo que vi, tá, a apuração e a auditoria dependiam de planilhas fora do sistema. Vale anotar os documentos que sustentam cada apuração e confirmar, na fonte oficial, quais deles o contribuinte precisa guardar. Se houver adesão ao piloto da Receita, a carta-convite enviada pela caixa postal do e-CAC indica as exigências específicas.

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