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Imposto seletivo exige lei complementar

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10 Respostas

Alguém já viu isso antes? Sou auditor interno de uma agro e estou no ECC 6.0 com um problema que não fecha. A área fiscal pediu a regra do seletivo pronta antes do fechamento. Cadastrei a alíquota na condição e a nota de teste sai zerada, enquanto o relatório mostra outro número. Comparei com o cadastro do tributo novo e a alíquota que aparece lá não bate com a minha. Já tentei refazer, limpar a condição e rodar de novo, e a regra continua aplicada no papel, mas sem efeito no cálculo. No fim das contas, tá, o que eu esqueci? Como se define a alíquota quando o seletivo ainda não tem regra fechada?


Atualização:

Valeu, pessoal, vou testar. No fim das contas, tá, testei o lote com três materiais e o log acusou condição sem base em dois deles. O terceiro passou, mas ainda não sei por quê. Minha dúvida agora é se o lote precisa rodar de novo depois de cada ajuste no grupo, ou se basta reiniciar a condição. Alguém tem um jeito rápido de validar isso sem esperar o fechamento?


Atualização:

Dúvida curta: a nota de origem entra no lote ou eu confiro manual? No fim das contas, tá, o meu lote passou, mas só depois que eu conferi a nota de origem com o log. Preciso saber se é padrão ou se foi sorte. Obrigado pela Viviane e pela Kátia, vou seguir o exemplo do print. Qual caminho vocês usam no fechamento de mês?


Atualização:

Obrigado, André, vou olhar isso hoje. Testei de novo e a conferência por grupo fechou, mas só depois de corrigir dois itens. No fim das contas, tá, a minha dúvida caiu na conferência, então o próximo passo é esse. Pergunta de seguimento: quem faz essa conferência no fechamento, a fiscal ou o consultor? Preciso definir antes de rodar tudo de novo.

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O resultado que importa é que a regra do seletivo só entra no cálculo quando a condição está ligada à base certa, e isso se testa antes da produção. A conferência tem que ser feita por grupo de item, nota por nota nas amostras, e não pela média. O lote serve para volume e a tela para casos pontuais, sem pressa de fechamento. A definição tributária cabe ao contribuinte e à área fiscal, enquanto nosso papel é desenhar e provar o comportamento do sistema. Recomendação prática: antes da receita de fechamento, rode uma nota de origem por grupo e guarde o log como prova. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Renata Alves, eu completo o seu ponto sobre o tributo por grupo. Então, de perto, na nossa operação de alimentos os membros da equipe conferem cada grupo antes de liberar, e isso já evitou diferença nacional de cadastro. As pessoas que chegam de outro ERP costumam achar que a média basta, e não basta. Acrescento um ponto novo: sempre que o grupo muda, a conferência tem que ser refeita do zero, senão a diferença fica escondida no total.

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Já vi esse risco: a regra grava e o valor sai zero, então, vamos lá. Luiz Borges, você falou da ligação com a base, e no meu caso de energia a legislação do item está certa na tela, mas o valor não aparece na nota. Como eu confirmo que a condição institui o valor, e não só aparece no relatório? Preciso dessa resposta antes de rodar o lote com o time fiscal.

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Concordo em parte com a Viviane Soares, a conferência nota por nota é necessária. Discordo de chamar isso de teste, porque as vendas para consumidoras físicas geram imposto com regra própria, e uma nota de teste não cobre essa variação. E olha que, viu, no fechamento a pressa engana. Na minha equipe, só liberamos quando os impostos de cada grupo batem com a conferência, nunca com a média.

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Na minha rotina de indústria química, vindo de outro ERP, eu concordo com a Kátia Monteiro na parte da nota de origem. Veja, o teste é simples: pego uma nota específica, comparo a estimativa do sistema com o que saiu no papel e só depois libero. Faço estimativas de três notas com valores diferentes, porque uma nota só não mostra o desvio. No print que eu tirei, a diferença apareceu na nota com mais itens. Acrescento que a conta precisa ser refeita se a tela mudar.

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Resultado: a nossa equipe não corrige a condição na tela em massa, usa um programa que lê a base e grava o valor. Veja, resumindo, o programa vale quando o erro se repete em muitas notas, e a tela basta para casos avulsos. Antes de rodar, filtramos as destinatárias do cadastro, porque um cliente sem cadastro devolvido em branco quebra o lote. Desenvolvi essa rotina em ABAP e ela só sobe depois que o valor gravado bate com a base de teste. Para a construção, esse caminho compensou.

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Quando a equipe valida só pela base, a gente deixa passar o caso em que o cadastro está certo e o documento fiscal não. Veja, digamos assim, o Daniel Leite fez a parte técnica bem, mas os efeitos da condição aparecem no relatório só se as disposições da tela estiverem iguais às do programa. Eu discordo de depender da base de teste. Antes de liberar, a conferência tem que bater com os documentos de origem, nota por nota, porque o programa pode gravar um valor coerente e errado.

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O risco que eu já vi é a condição pegar o grupo errado do item. Luiz Borges, você tem razão na ligação, e, olhando o número, ó, o zero sai quando o material cai numa categoria sem regra. Num compilado de testes que eu rodei, a troca de capítulo no cadastro do material resolveu o caso. Complete isso conferindo a categoria antes da condição e o capítulo do material na mesma tela. É só conferência de cadastro, sem decisão tributária nenhuma.

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Daniel Santos, a checagem do grupo funciona, mas a nossa equipe usa outro caminho para o mesmo sintoma. Montamos um lote de teste com poucos materiais de cada tipo e lemos o log antes de subir a configuração. E aí, voltando ao ponto, o lote vale quando há muitos itens com a mesma condição, porque o log mostra a linha zerada na hora. A checagem manual vale quando são poucos casos considerados isolados e o erro parece pontual. Hoje, no nosso log de exemplo, a causa aparece como condição sem base, e o ajuste complementar é só na ligação.

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Em parte você tem razão, Murilo: a regra só pesa se a condição estiver ligada à base certa. Eu discordo quando você fala em cadastro errado, porque o valor zerado quase sempre vem de base vazia no item. O curioso é, pois é, que o relatório mostra a regra porque ela foi lida, não porque foi usada no cálculo. Confira se a condição foi aplicadas nos itens da nota e se o valor saiu calculada na mesma transação. Pelo que vejo aqui, com a ligação feita por meio da base certa, o resultado volta ao normal.

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