Desde que implementamos o S/4HANA 2021, acompanho de perto como o cenário tributário tem se tornado complexo, e o tema do Imposto Seletivo é particularmente delicado. Temos trabalhado com os impactos dessa nova estrutura, e a transição para a legislação atual, que inclui o IBS, a CBS e o antigo IS, exige muita atenção. Como de costume, tá, revisamos os procedimentos para garantir que a contabilização esteja correta. No contexto da importação de bens materiais, onde o valor aduaneiro é acrescido de diversos tributos, incluindo o próprio Imposto Seletivo, surge a dúvida sobre como isso afeta a base de cálculo final. Considerando essa estrutura, qual é o papel exato do Imposto Seletivo no cálculo da base quando estamos lidando com o recebimento desses fluxos?
Atualização:
Pessoal, agradeço as contribuições de vocês sobre a composição da base de cálculo e a análise do consumo total. Como de costume, tá, o ponto que testei foi justamente a influência do IS nesse somatório na entrada de bens trazidos de fora. Diante dessa complexidade, gostaria de saber como podemos garantir que todos os nossos cenários de operação estejam tratando este tributo corretamente, especialmente considerando os diversos fluxos que encontramos no dia a dia operacional.