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Fóruns / IPI, NCM e classificação fiscal

Classificação fiscal caixa de papelão

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5 Respostas

O resultado que preciso é fechar a parametrização da caixa de papelão. Prezados, no S/4HANA 2023 de uma mineradora, o material de embalagem tem os dados básicos preenchidos, mas o log da nota de teste informa "cClassTrib ausente no item associado". Já tentei replicar a parametrização de outro material de embalagem. Então, uma ressalva: não sei se o mesmo código serve. Como vocês decidem e registram como classificar uma caixa de papelão para esse campo?

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O risco que já vi: nota eletrônica rejeitada porque a caixa de papelão seguia sem decisão registrada. A decisão sobre como classificar é do cliente. Recomendação: peça a ele o documento com essa decisão, guarde junto ao material, rode uma nota de teste e anexe o resultado. Dois documentos bastam, a decisão e a prova do teste. Se os parâmetros forem alterados depois, repita o teste antes de liberar para produção, e deixe o responsável pela decisão ciente de que a mudança foi aplicada no sistema. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Posso discordar, Luiz? Olhando o log, pois é, tabela de-para sem controle de vigência vira risco, porque o código antigo segue valendo se a regra mudar. Também não ligaria nenhum crédito à caixa de papelão sem a decisão do cliente. Eu manteria o ajuste direto com histórico de alteração, mesmo para muitas embalagens.

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Concordo em parte com a Paula, mas discordo de abandonar a tabela. Antes de mais nada, ó, o ponto é onde a decisão fica demonstrada. Se a nota técnica que divulga os anexos ficar disponível só na pasta de alguém, uma tabela de-para com vigência e responsável cumpre o mesmo papel do histórico. O ajuste direto e a tabela podem conviver; o que não pode é a caixa de papelão ficar sem decisão e sem dono.

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Se o log pede um código, a classificação da caixa de papelão precisa ser decidida primeiro pelo cliente; o SAP só registra. Calma lá, pois é: a NT 2025.002-RTC traz anexos próprios, com listas para cClassTribIS e cCredPres, e vale abrir esses anexos antes de preencher qualquer valor. Com a decisão tomada, o preenchimento do item deixa de ser chute e passa a ser parametrização.

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Na nossa rotina, o log da nota de teste mostrava "grupo sem preenchimento" para a caixa de papelão. Eu aprendi na marra, viu, que ajustar a codificação direto no item resolve rápido, mas é complexo de manter. Outra forma: uma tabela complementar de de-para, com um código por grupo de material. Vale a tabela quando há muitas embalagens; para poucas, o ajuste direto basta.

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