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7 Respostas

Preciso fechar o NCM do sabonete líquido hoje e ainda não tenho o código. Sou ABAP em telecom, mas o cliente me pediu uma carga de materiais no SAP com GUEPARDO Tax, e o sabonete líquido entrou na lista. Vamos lá, pois é: a agência que mandou a planilha deixou a coluna de NCM vazia, e minhas buscas só trouxeram tabelas de alimentação e de alimentos. Qual NCM vocês usam para sabonete líquido, e onde conferem?


Atualização:

Valéria, Mônica e Henrique, valeu pelas dicas. No sistema de testes, subi uns poucos materiais com a lista que o cliente aprovou, e o NCM do sabonete líquido entrou certinho. Vamos lá, pois é, resta saber: o campo de NCM fica travado para o desenvolvedor ABAP, ou posso corrigir direto quando surgir urgência na carga?

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O NCM do sabonete líquido não saiu da conversa, e isso é o certo: quem classifica é o cliente. A lei usa posições da NCM/SH em temas como ferrovias, o que mostra que o código muda o tratamento, mas não conferi nada ali sobre sabonete. Na execução, o caminho seguro é pedir a classificação por escrito ao fiscal, carregar a lista aprovada, comparar depois da carga e guardar a evidência. Recomendação prática: nenhum NCM entra no cadastro sem origem registrada e sem segunda leitura. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Pedro, outra forma que usamos: um cadastro de NCM mestre, com os itens diferenciados por família, e os dispositivos de carga só leem dessa tabela. De qualquer forma, pois é, as disposições do projeto ficam na mesma pasta, e cada mudança tem dono. Vale para quem tem muitas famílias de produto; para um único sabonete líquido, não compensa montar isso, melhor conferir direto.

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Já vi carga errada ficar semanas em produção sem ninguém notar. Sérgio, complemento sua segunda revisão: veja, a dica é guardar a data da carga e deixar uma checagem depois de alguns dias decorridos, para comparar os NCM dos materiais destinados à venda com a lista aprovada. No fechamento de dezembro do ano passado isso nos poupou de um susto com o sabonete líquido.

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Concordo em parte, Mônica, mas discordo do ok único do fiscal. Como de costume, com os dias contados até o fechamento, a pressão é para aprovar rápido, e a carga converte a planilha em material sem segunda leitura. Para o NCM do sabonete líquido, eu pediria uma segunda revisão antes da carga. É só processo, e quem decide o código continua sendo o cliente.

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Será que dá para validar em lote? Agora, em todo caso, aqui o time adotou outra forma: exportamos as classificações do cadastro de material e o fiscal do cliente revisa a lista numa planilha, com uma coluna complementar de observação. Os códigos que compõem a lista só entram no sistema depois do ok. Vale quando são muitos itens, como sabonete líquido e outros de higiene; para um item isolado, conferir o NCM direto no cadastro é mais rápido.

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Na minha rotina de compras, já recebi materiais classificados pelo fornecedor e aceitei sem revisar. Discordo em parte, Valéria: no nosso caso, ó, uma classificação baseada só na conferência interna também erra, porque ninguém olha o capítulo da NCM do item. Para mim, o certo é cruzar o código do sabonete líquido informado pelo fornecedor com o código do cliente antes de gravar. Isso me deu frustração demais com retrabalho.

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Quando o cliente ainda não classificou o item, o NCM do sabonete líquido não se responde por palpite, e sim pela avaliação do produto feita por quem responde pela tributação. Eu aprendi na marra, tá, que copiar código de outro lugar muda a alíquota sem ninguém perceber, e as alíquotas dependem dessa classificação. Log do ECC: material criado, campo NCM preenchido, usuário e data. Guarde esse registro e a evidência de onde o código veio.

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