Concordo em parte com quem diz que a parametrização fiscal da reforma tributária é mais simples que parece, mas na prática discordo. Na nossa farma, em ECC, o código NCM de um medicamento aparece com CEST para uma parte dos itens e sem CEST para outra, e o sistema não deixa claro qual regra vale. Já tentei ajustar o grupo de substituição tributária e refazer a carga, mas a saída continua inconsistente. Acho que a dúvida central, eu aprendi na marra, tá, é o alcance da regra para cada item e se a alteração do cadastro muda o resultado. Como vocês definem o alcance dessa regra no sistema quando o item tem mais de um texto possível?
Atualização:
Obrigada pela resposta, Sandra. Eu testei a troca da tabela numa filial e o resultado mudou de fato. Eu aprendi na marra, tá, que sem testar cada grupo o problema volta. Depois que o time validar as duas filiais, qual relatório vocês usam para checar as diferenças?
Atualização:
Na nossa rotina de farma, o caso que sobrou é um medicamento com mais de um código na mesma embalagem, e a regra pega o primeiro. Eu aprendi na marra, tá, que isso quebra o relatório da filial. Qual é a saída de vocês para não perder a referência quando o código muda? Pergunto porque o time de fiscal quer ver isso antes da próxima carga.
Atualização:
O risco que já vi é o de confiar numa rotina sem testar a troca de código em ambiente real. Eu aprendi na marra, tá, que a rotina de lote esconde o erro até a apuração. Depois de testar só uma filial, eu não sei se a alternativa do Fernando segura o volume grande. Vocês rodam teste de regressão antes de cada troca de tabela ou só depois?
Atualização:
Entendi o caminho do Rafael. Eu aprendi na marra, tá, que a tela de conferência pega o erro antes da carga. Mas ainda não testei o volume, então não sei o tempo que consome por semana. Qual o tamanho do catálogo de vocês quando a conferência começou a travar?