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6 Respostas

O que eu preciso saber é como tirar o IPI na venda de um veículo para taxista, porque o sistema ainda cobra a alíquota cheia na nota. Estou num S/4HANA com GUEPARDO Tax, na área de logística, e já cadastrei a condição do cliente, mas a alíquota aplicada continua saindo no XML. Já revisei o cadastro do produto e testei numa nota de teste, sem sucesso. O desenho é, ó: o problema parece estar na apuração do tributo de entrada, mas não tenho certeza de onde. Como vocês fizeram para aplicar a regra do IPI sem mexer no tributo de todo mundo?


Atualização:

Concordo em parte com a Mariana, o campo sozinho não resolve o IPI. Mas o desenho é, ó: discordo que o texto do item resolva o caso do taxista, porque o sistema só lê o que foi cadastrado nele. Vou testar com um item novo e ver se o XML muda. Vocês já tiveram nota de taxista rejeitada por causa de referência? Qual foi a solução?


Atualização:

Certo, Renato, obrigada. O desenho é, ó: a classe resolve a regra do IPI, mas ainda não sei se o nosso sistema aceita isso para taxista sem tocar no cadastro. Vou testar numa nota de exemplo e comparar o XML com o da semana passada. Você já passou por isso com a classe de transporte? Como ficou o controle depois?

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O resultado que importa é este: não existe atalho de cadastro que substitua o enquadramento do caso concreto do IPI. Se houver impossibilidade de comprovar a condição do comprador taxista, o correto é não aplicar a redução e discutir o tema com o assessor. Os impostos envolvidos, incluindo o IPI, precisam ser confirmados na origem da venda, com a documentação que a própria companhia guardou. Recomendação prática: separe as vendas que você consegue comprovar, teste uma nota por caso e registre o motivo de cada decisão. Ainda não sei se o seu tipo de compra se enquadra, e isso não consigo afirmar daqui. A escolha do enquadramento é do cliente, com o seu assessor, e não da ferramenta. Assim o sistema reflete a decisão, e não a adivinha. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Daniel, pelo que testei, a minha equipe usa outra forma para o IPI: a classificação genérica do item vai para um cadastro de classe, e a finalidade fica na venda ao taxista. Esse caminho vale quando há pouco produto e a regra é federal, porque o cadastro fica simples. Quando o portfólio cresce, ele vira gargalo, porque cada item precisa de exceção. Eu só recomendo se houver alguém responsável por manter as classes. Sem isso, a finalidade vira texto livre.

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E aí, a fonte é, o risco que já vejo em key user é a nota de taxista sair sem o extravio registrado e ninguém achar o motivo depois. Mariana, uma pergunta: quando você fala em divididos, é a carga da mercadoria ou o pagamento do IPI? E aí, a origem é o documento de transporte ou o cadastro do item? No meu caso, automotivo, os documentos vêm de fornecedores diferentes, e isso mexe no controle. Qual deles você usa como referência?

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Na minha rotina de serviços, o caso concreto é o relatório mensal de lançamentos corrigidos depois do fechamento, e isso me obrigou a rever o fluxo do IPI. Lucas, complemento o seu ponto: vendas de balcão e de uso próprio saem com o mesmo código no XML, então a separação precisa acontecer na origem. Se o consumo final for de um taxista, o campo de destino vira o ponto de controle. Eu manteria esse campo obrigatório no pedido, de perto, para não corrigir nada depois. Assim a correção vira exceção, e não rotina.

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Dúvida curta: a regra de destino basta para o taxista no IPI? Até onde sei, viu, o crédito não depende só do destino, mas da descrição do bem na nota e da determinação feita na compra. Discordo da Bianca quando ela fala em campo obrigatório: sem a determinação correta, o campo vira só mais um dado. Eu começaria pela descrição do bem, depois o destino. Ainda não tenho certeza se isso muda o caso do taxista, mas é o que eu checaria primeiro.

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Se a dúvida é só o cadastro do cliente, a regra do IPI provavelmente não mora ali, pra constar, pois é. A taxa depende do enquadramento do produto e do destino da venda, e isso não aparece no XML que você mostrou. No caso de taxista que compra para uso próprio, a constituição da base documental pesa mais que o cadastro. Cuide também da arrecadação de cada operação, porque o relatório mistura vendas comerciais com as de uso próprio. Antes de configurar, confirme com o seu assessor se o caso se encaixa, pois a decisão tributária é do contribuinte.

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