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8 Respostas

Pelo meu histórico, viu, olá a todos, peço desculpas se o meu questionamento for muito básico, mas estou tentando alinhar alguns pontos aqui no S/4HANA 2023. Recebemos um volume considerável de movimentações envolvendo itens que se enquadram em certos grupos de mercadorias, e a incidência tributária precisa estar perfeita para fechar o mês. No meu histórico, viu, já tentei parametrizar os cenários pensando na natureza do uso final desses componentes, mas ainda estou com dúvidas na aplicação correta da alíquota. Considerando a descrição mercadológica destes bens, como devo proceder no sistema para refletir corretamente a tributação devido?


Atualização:

Agradeço a orientação, isso ajuda muito a direcionar o meu entendimento. Pelo meu histórico, viu, tentei simular cenários onde a montagem final desses produtos, que incluem componentes automotivos e acessórios, ocorria dentro da operação ou destino específico. No entanto, queria avançar um pouco mais sobre como traduzir isso no módulo fiscal do sistema. Existe alguma configuração adicional que precisamos verificar além do mapeamento da aplicação para que o sistema reconheça a incidência correta nesse tipo de movimentação?

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Para solidificar o entendimento sobre a tributação desses insumos, o foco deve ultrapassar o mero registro contábil no módulo fiscal. É fundamental que o fluxo operacional no sistema espelhe fielmente a cadeia produtiva que ocorre na prática. Se há uma etapa subsequente que altera a natureza tributária do bem, o documento de entrada precisa sinalizar essa transformação. Sugiro que se revise a forma como o sistema está recebendo a informação que catalisa a incidência fiscal final, garantindo que o registro interno complemente a realidade da operação para evitar inconsistências no fechamento gerencial. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Sílvia Medeiros, olhando para o meu registro, chegou a notar que, além do fluxo, a classificação fiscal utilizada no momento da entrada desses materiais influencia diretamente a subsequente tributação. Em alguns casos, a potência fiscal declarada no recebimento não reflete a real aplicação que será dada posteriormente na produção, gerando inconsistências quando chegam ao faturamento. Sugiro revisarmos se a descrição da operação inicial corresponde à tributação subsequente, considerando o que aprendemos sobre a aplicação desses insumos.

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Viviane Monteiro, concordo com a sua observação sobre a necessidade de o fluxo operacional do sistema espelhar a cadeia produtiva em campo. Na minha vivência, notamos que quando trabalhamos com certos produtos, como aqueles quirais ou os que possuem destino específico, precisamos que o registro no SAP reflita exatamente essa aplicação final. Isso garante a aderência tributária correta durante o processo de saída.

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Emanuel Kaufman, concordo plenamente que o fluxo operacional do sistema precisa espelhar a cadeia produtiva em campo. No nosso cenário, estamos exatamente nessa encruzilhada, onde a transformação dos insumos precisa ser reconhecida documentalmente para a tributação. Gostaria de seu ponto de vista sobre como o registro preciso no sistema suporta essa fidelidade à realidade produtiva que você mencionou.

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Sílvia Medeiros, eu concordo com a necessidade de essa sincronia entre o registro e a realidade fabril. No nosso módulo, o desafio muitas vezes reside em como o sistema reconhece a transformação que agrega valor ao produto inicial, especialmente quando há um uso específico desses componentes. Acho que o cerne, tá, é garantir que o movimento no repositório reflita exatamente a destinação tributária que estamos buscando para o cálculo correto.

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Entendo sua busca por granularidade no sistema. Além do mapeamento do uso, nós fizemos um ajuste no processo de entrada desses componentes. Se o fluxo padrão não capturar a transação completa, nós adicionamos um campo específico no documento de entrada para sinalizar a subsequente transformação. Então, só pra alinhar, esse campo serve como gatilho para o cálculo tributário que reflete a operação subsequente, sendo útil quando o fluxo básico do ECC não mapeia o encadeamento produtivo completo.

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Jefferson Carvalho, e aí, como sempre, gostaria de adicionar uma perspectiva sobre a documentação fiscal que suporta essa aplicação. Quando estamos lidando com a transformação desses insumos, é crucial que a documentação física esteja perfeitamente alinhada com o que está sendo informado no sistema. Se os itens, por exemplo, são classificados como produtos de perfumaria ou cosméticos, precisamos garantir que o destino final ou o uso interno na Zona Franca de Manaus esteja documentalmente amparado, sob pena de questionamento futuro sobre a operação.

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A correta parametrização depende da natureza do uso final desses bens no ciclo produtivo. Bem, no mês passado, passamos por uma situação parecida no fechamento. Para garantir a conformidade no sistema, é imprescindível mapear a utilização desses itens dentro do fluxo operacional. Se os componentes se destinarem a montagem de produtos finais que se enquadram nas classificações como automotivos, seus acessórios ou pneumáticos, precisamos assegurar que o registro no S/4HANA reflita essa aplicação específica para determinar a tributação devida.

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