Trabalhando com o fechamento do mês passado, passei por uma situação que envolve a escrituração fiscal de movimentações complexas no ambiente S/4HANA 2021. Estamos tratando de operações com diferentes naturezas de pagamento, tentando conciliar os débitos e créditos fiscais corretamente. Quando observamos a documentação, vemos que a aplicação da tag IPI, ICMS, ou outros tributos depende de vários indicadores como a tag finNFe=5 ou 6, ou tpOperGov=2. Veja, o problema é que a correta alocação desses tributos durante o recebimento do pagamento precisa estar perfeitamente mapeada. Diante dessa variedade de fatores que definem o recolhimento, qual imposto, IPI ou ICMS, tende a ser o maior gerador de ajustes ou maior impacto na apuração final?
Atualização:
Veja, o problema é que, agradeço as contribuições de vocês, pois o tema da comparação dos tributos exige essa visão multifacetada. Na minha vivência, testamos cenários onde a correta passagem das tags, como a indicação de débito ou crédito através da tag finNFe=5 ou 6, era crucial para o reconhecimento correto no recebimento do pagamento. Vejamos, o problema é que, diante da variação dos regimes estabelecidos, como aqueles mencionados no Convênio ICMS 107/26, como otimizar o mapeamento documental no S/4HANA para que a passagem de informações fiscais seja transparente para o usuário final?