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11 Respostas

Na prestadora de serviços onde atuo, S/4HANA 2021, comprei espuma expansiva para uma obra e o fornecedor mandou a nota sem NCM confiável, então o cadastro do material ficou num código genérico. Vamos lá, tá: já tentei buscar pelo nome do produto na tabela e vieram posições bem diferentes. Também vi que reduções de tributo ligadas à alimentação e a produtos de alimentos usam a NCM, e que outras dependem de regularização na agência sanitária, então fico com medo de errar. Como vocês definem a NCM da espuma expansiva no cadastro?


Atualização:

Concordo em parte, Talita, obrigada, mas discordo de que o laudo resolve tudo. Vamos lá, tá: pedi o laudo ao fornecedor e a composição veio vaga, sem dizer nada sobre o uso. Testei duas posições no cadastro e o sistema aceitou as duas sem reclamar. Quem confere isso no seu time antes de o material ser liberado: o fiscal ou o comprador?


Atualização:

Entendi, Murilo, ajuda bastante. Vamos lá, tá: separei a lei dos benefícios da busca de NCM e abri um chamado interno com o laudo. Testei no S/4HANA 2021 a espuma em duas posições só para ver a simulação, e o resultado do imposto mudou. Faz sentido reter o material até alguém do fiscal decidir a posição?

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A NCM da espuma expansiva não se descobre pelo nome: sai da composição e do uso, comprovados por laudo, e a decisão da posição é do contribuinte. As disposições da lei mostram que tratamentos diferenciados, como os da cesta básica ou de dispositivos médicos, amarram o benefício à classificação do item, então um erro no cadastro se repete em toda nota. Recomendação: cadastre uma só NCM por material, guarde o laudo com a data, separe kits em itens e só libere a compra depois que o fiscal do contribuinte aprovar a posição. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Sérgio Rezende, sobre o seu ponto sobre a operacionalização do faturamento, gostaria de entender melhor como o cruzamento dessa especificação com o lançamento fiscal se concretiza na prática. No nosso fluxo de recebimento, a informação inicial muitas vezes chega incompleta ou ambígua, gerando a necessidade desse retrabalho que você mencionou. Você poderia detalhar um pouco mais essa fase inicial de cruzaamento dos dados?

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Henrique, embora a variação tributária dependa da descrição do serviço, acho que simplificar tanto a ligação entre lançamento fiscal e descrição do serviço pode ser arriscado. Meu entendimento é que a complexidade não está apenas no lançamento, mas na comprovação documental que suporta por que aquela descrição leva a um tributo específico, especialmente quando há produtos químicos envolvidos.

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Sérgio Rezende, concordo com sua colocação sobre a conexão entre especificação e faturamento. Na indústria química, vivenciei situações onde a operacionalização do lançamento fiscal variava muito dependendo da descrição do serviço. Em geral, ó, o sistema deveria capturar essa nuance documental para que o tributo aplicado estivesse correto, evitando passivos inesperados.

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Talita Correia, complementando, gostaria de frisar que, ao estruturar o processo no novo sistema, é vital mapear essa dependência entre composição e uso. O registro documental que sustenta a escolha tributária deve ser robusto, pois ele respalda a operação fiscal frente a qualquer questionamento futuro. Por via das dúvidas, viu, é prudente ter o histórico técnico que comprove a aplicação daquela classificação específica ao longo do ciclo de vida do produto.

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Ivone Barbosa, sobre o uso de kits que incluem a espuma, eu concordo que a aplicação de um critério complementar é bem comum. E aí, na minha rotina, o desafio prático surge justamente quando o sistema precisa segregar o tributo por cada componente vendido separadamente, e não como um conjunto único. A tributação do conjunto versus os itens isolados exige uma aderência documental precisa.

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Murilo Souza, Concordo com a cautela sobre a influência do uso final. No meu histórico, o desafio não é apenas a composição, mas também como essa especificação se cruza com a operacionalização do faturamento. Um detalhe que frequentemente gera retrabalho é a necessidade de rastrear a aplicação do tratamento tributário alegado, comprovando documentalmente como a variação de uso não altera a essência tributável do ingresso da mercadoria.

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Murilo Souza, aceitando sua visão sobre a aplicação do benefício fiscal, bem, até onde sei, a variação que você menciona para bens ferrovias parece tocar em um aspecto mais específico de transição. No meu cenário, ao lidar com a variação de uso da espuma expansiva, isso se torna um ponto de tensão operacional constante, onde o acondicionamento final interfere na tributação.

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Ivone Barbosa, discordo com educação de usar a lei dos benefícios como guia para a NCM. No meu dia a dia, viu, vejo gente citar lá uma suspensão que converte em zero depois de cinco anos contados da data dos fatos geradores, mas isso trata de bens de ferrovias e não diz qual é a NCM da espuma. Para a espuma, vale a tabela oficial da NCM e o laudo, e a decisão da posição é do contribuinte.

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O risco que já vi é a mesma espuma ficar com duas NCMs no cadastro. Talita, como bem lembrou, tá, as classificações mudam conforme o uso. No nosso e-commerce, kits que compõem uma venda trazem espuma junto de outros itens. Você aplica um critério complementar quando o kit mistura produtos de posições diferentes, ou cadastra cada item separado?

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Só pelo nome? Não, a NCM da espuma expansiva sai da composição e do uso do produto. Então, o custo é errar a alíquota depois: as alíquotas do IBS e da CBS acompanham a NCM, e a avaliação da posição cabe ao contribuinte, com laudo do fornecedor. Primeiro, peça o laudo; segundo, compare com a tabela da NCM; terceiro, registre a decisão.

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