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7 Respostas

Já vi um erro de NCM só aparecer na apuração, lá no fechamento, e ninguém entender de onde veio. Agora estou com um cadastro novo de material para uma linha feminina de cuidado pessoal, no S/4HANA com GUEPARDO Tax. Tentei copiar o NCM de um material parecido, mas a alternância de códigos entre itens similares me deixou na dúvida. O curioso é, pois é, que o sistema aceitou tudo sem reclamar, e só vou perceber na arrecadação se estiver errado. Qual NCM vocês usam para esse tipo de material feminino, ou como conferem antes de liberar?


Atualização:

Funcionou: ativei o log de alteração no cadastro e agora vejo quem mexeu no NCM do material feminino. Obrigado, Carolina e Tatiana. O curioso é, pois é, que o log só começou a gravar depois da ativação, então o histórico antigo continua mudo. Testei com um material de teste e apareceu usuário e data. Vocês deixam esse log ligado em produção o tempo todo ou só em janelas de revisão?


Atualização:

Na rotina daqui, a linha feminina de cuidado pessoal chega com muitos materiais de uma vez, então a ideia da planilha do Gustavo cabe bem. Montei um arquivo de teste com poucos itens e a carga rodou sem erro no ambiente de testes. O curioso é, pois é, que dois materiais ficaram com NCM diferente do arquivo. Gustavo, você confere o resultado da carga com alguma lista de comparação ou confia na mensagem de retorno?


Atualização:

Já vi carga sobrescrever NCM correto com valor velho, e o risco aqui é o mesmo. Obrigado, Priscila e Viviane. Testei guardar a planilha aprovada com a data no nome e comparar com o cadastro depois da carga; a diferença apareceu na hora. O curioso é, pois é, que ninguém tinha pensado em comparar. Vocês bloqueiam o campo de NCM do material feminino depois de aprovado, ou deixam aberto para ajuste?

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NCM errado custa caro. A classificação do material feminino é decisão do contribuinte, e a última instância dentro do cliente é o fiscal, não quem cadastra. O sistema só reflete o que foi aprovado. Por isso vale manter uma lista aprovada com data, ligar o log de alteração do cadastro e comparar o resultado de qualquer carga com essa lista. Se um dia houver inquérito interno sobre um código, o histórico responde sozinho. Recomendação prática: aprove no fiscal, carregue, compare e só então libere o material para uso. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Luiz, na agro a gente costuma deixar o campo aberto só para o fiscal, e meu caso é novo: estou há um ano na área e o projeto de RISE with SAP foi financiado com prazo curto, então o NCM do material feminino foi incluído no escopo tarde. Quando você bloqueia o campo, como fica o pedido de correção de um código errado, e quem libera? A mudança de NCM vale só para documentos novos?

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Será que ninguém guarda a versão aprovada? Gustavo, completo seu ponto: durante a revisão do NCM, a planilha vai e volta, e as versões encaminhadas por e-mail se perdem. Um lembrete, pois é: guarde a versão final aprovada pelo cliente junto do pedido de carga, e marque quais materiais foram eleitos para cada rodada. Assim, quando o NCM de um item feminino for questionado, você mostra de onde veio o código.

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Concordo em parte, Viviane, mas discordo de guardar só a planilha. O segredo é, ó, saber quem tem o controle exercido sobre o NCM no meu caso: operamos em vários estados e o cadastro de material é mantido por um time externo. Nesse cenário, como você garante que a versão aprovada do NCM do material feminino é a mesma que o time externo carrega?

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Discordo em parte, Carolina. Veja, minha opinião é que revisão colegiada só funciona com evidência: no log de alteração do material, o NCM do conjunto feminino precisa mostrar usuário, data e valor anterior. Sem esse rastro, as conclusões da revisão ficam só na memória de alguém. Em vinte anos de auditoria aprendi que o registro pesa mais que a reunião. A aprovação vale pelo rastro que deixa, não pelo grupo que se reuniu.

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Se o volume de materiais é grande, nossa equipe prefere uma planilha mestre de NCM, aprovada pelo cliente e carregada em lote. A deliberação acontece uma vez, na planilha, e o cadastro só reflete. O óbvio, ó: para poucos itens femininos novos, compensa conferir um a um direto no material, sem montar carga. A planilha vale quando há repetição; a conferência manual vale quando o caso é raro. Errar NCM não precisa virar caso criminal para dar retrabalho no fechamento.

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Luiz, o código vem da classificação fiscal do próprio item, definida pelo contribuinte, e não de um material parecido. Olhando a tela, tá, o campo de classificação fica no cadastro do material, e quem preenche precisa mostrar de onde tirou o NCM. Uma comissão interna de cadastro, com revisão do fiscal, deixa a decisão assegurada por escrito, e se alguma das autoridades questionar depois, o registro mostra quem aprovou.

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