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7 Respostas

Pessoal, quando o IPI deixa de valer para uma operação do nosso grupo de alimentos, como o SAP deve tratar a nota? Estou em RISE with SAP, vindo de outra área, e então, de perto, vejo o time querendo zerar o IPI direto na tabela. Fico com receio, porque o acréscimo ou a retirada do imposto muda a aplicação em notas antigas e novas, e eu não sei que controle provaria a data da mudança. Testei uma nota em homologação e passou, mas me frustra não ter evidência. Pergunta direta: que controle mínimo o SAP precisa ter quando o IPI deixa de valer?


Atualização:

O risco que enxerguei agora é tratar o IPI como causa de tudo. Obrigado, pessoal. Então, de perto, fiz três notas de teste, mudando um campo por vez, e o erro só saiu quando troquei o código do local. Dá para concluir que o IPI estava certo, ou só que não foi ele? E quem aprova essa conclusão antes de eu mexer na tabela de produção?

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André, o ponto que fecha esta conversa é separar causas. Quando o IPI deixa de valer para uma operação, quem dá a definição é o contribuinte, e o SAP só reflete a decisão com data de início e prova. Se uma nota falha, antes de culpar o imposto, confira as validações do cadastro, porque o erro pode estar noutro campo. Recomendo um controle simples: um teste de nota em homologação a cada mudança, variando um campo por vez, com o log guardado, e a aprovação da área fiscal responsável antes da aplicação em produção. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Concordo em parte com a Juliana, mas discordo de parar nos testes manuais. O bom é, pois é, olhar a rejeição de volta com a causa clara. Há dois caminhos a avaliar para o IPI. O primeiro é um teste fixo, com tomador conhecido e zeros não significativos na inscrição, repetido a cada mudança; vale quando as mudanças são frequentes. O segundo é uma conferência pontual da nota de teste antes de cada fechamento; vale quando o volume é baixo. A tese do IPI é do contribuinte.

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Dúvida curta: duas notas bastam para isolar o IPI, Renata? Discordo em parte. E aí, a título de exemplo, há uma observação de validação dizendo que a inscrição estadual precisa ser normalizada antes de conferida, com zeros previstos no padrão, e uma nota pode falhar nisso sem ligação com o IPI. Por isso eu compararia ao menos três notas, variando um campo por vez, e guardaria o log de cada uma.

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Na minha rotina de energia, no S/4HANA 2023, a nota de teste voltou com erro de município no log justo quando eu mexia no IPI, Simone. E aí, de modo geral, é necessário confirmar o código na tabela de municipios do IBGE antes de culpar o imposto. Ponto novo: rode uma nota sem alteração de IPI e outra com, e compare as duas. Se o log repetir o mesmo erro nas duas, o IPI não é a causa, e o ajuste cai em outra área.

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Se a causa fosse sempre o local do documento, Mariana, o IPI nunca precisaria de atenção própria, e discordo de tratar uma coisa como substituta da outra. E aí, uma ressalva: a validação só roda quando o dado é informado, e um campo vazio passa sem aviso. Por isso, no SAP com GUEPARDO Tax, eu conferiria se a localização está informada na nota de teste antes de concluir que o IPI está certo ou errado.

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Decisão do contribuinte, não do SAP. Veja, por via das dúvidas, peça a definição por escrito, com a data de início. Por exemplo, se a nota volta com aviso de campo que diverge do cadastro, a causa pode não ser o IPI, e mexer na tabela do IPI só esconderia o erro. No SAP, separe a regra do IPI das validações de cadastro e registre cada ajuste com data para o auditor seguir.

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Teste antes de produção é o que importa, Thiago. O cuidado é, ó, não deixar o IPI virar a única explicação quando uma nota falha: se um código de local não existir na tabela oficial, a validação acusa dado inexistente, e o IPI não tem relação. Para o ABAP, vale checar o formato do campo antes de gravar, com tamanho e zeros à esquerda, e só depois olhar a regra do IPI. Assim o erro aparece cedo e o log mostra a causa.

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