Trabalhando com o ECC 6.0, estamos enfrentando um ponto controverso na apuração do débito. Recebemos mercadorias com retenção de imposto, e a contabilização da entrada desses valores gera dúvidas sobre a correta constituição da base de cálculo do nosso ICMS. Já revisamos os procedimentos padrão para essas operações, mas o fluxo específico dessa tributação subsequente exige cautela extrema. Veja, o prazo é preciso para acertar essa contabilização. Considerando a natureza da operação, em que o imposto é devido em fases, como devemos proceder contabilmente para que o IPI compõe corretamente a base do ICMS subsequente?
Atualização:
Pessoal, obrigado pelas contribuições detalhadas. Tentei conciliar a mecânica da tributação em etapas com o lançamento contábil usando o ECC 6.0, mas ainda preciso refinar o ponto de convergência. Veja, o prazo é muito importante para acertar o reconhecimento fiscal. Gostaria de saber se há algum detalhamento prático sobre como operacionalizar essa base de cálculo quando o ICMS devido pelas operações posteriores ainda não foi totalmente definido.