Olá pessoal, acompanhando a transição para o novo sistema tributário, o ECC 6.0 tem trazido alguns desafios na parametrização fiscal. Estou lidando com um cenário onde precisamos endereçar a emissão de documentos fiscais eletrônicos, considerando que a legislação futura estabelece diretrizes específicas para a tributação. Já revisei os requisitos de cadastro e a estrutura inicial para o novo sistema, mas gostaria de alinhar alguns detalhes operacionais. Veja, a dúvida é: como devemos proceder tecnicamente para garantir a correta geração desses documentos fiscais eletrônicos exigidos a partir de janeiro de 2026, considerando as obrigações dos entes municipais?
Atualização:
Olá pessoal, eu que estou acompanhando de perto essa transição. Como consultor MM, eu tenho testado cenários de fechamento de mês com o ECC 6.0, e a parte da emissão fiscal para o novo regime ainda gera alguns pontos de atenção. Veja, a dúvida é como garantir que o lançamento contábil reflita perfeitamente o caráter declaratório que a legislação futura atribui às informações fiscais. Se o nosso sistema estiver configurado para espelhar isso, qual seria o melhor fluxo de trabalho para operações internacionais envolvendo esses documentos?