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6 Respostas

Prezados,

Estou utilizando o S/4HANA na versão 2023 para compilar as informações necessárias para a Escrituração Fiscal Digital. Já consultei o Guia Prático EFD-ICMS/IPI, Versão 3.2.4, e revisei o leiaute 2024, buscando os registros adequados para o meu perfil declarante. Meu desafio agora é garantir que a transmissão esteja correta antes do envio ao Fisco. Já tentei conferir os detalhes técnicos, como a assinatura com certificado digital, mas gostaria de validar o processo final. Tudo que consegui fazer até agora é apenas gerar o arquivo preliminar. Veja, na homologação, qual seria o procedimento mais seguro para a transmissão da EFD-ICMS/IPI?


Atualização:

Agradeço as contribuições de vocês sobre a checagem dos dados antes da transmissão. Trabalhamos com a geração do arquivo seguindo os parâmetros do leiaute atual, conferindo a composição dos registros conforme o Guia Prático. Para um cenário específico, testamos a aderência entre o lançamento contábil e a informação gerada para o arquivo, e veja, na homologação, conseguimos visualizar um ponto sensível. Qual seria o melhor ponto de validação estrutural quando há divergência entre o lançamento e o que está sendo proposto para o arquivo?

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Ao notar um descompasso entre o registro contábil e os dados estruturados para o envio, a prioridade é rastrear a origem da diferença. É preciso identificar qual etapa do processamento incorreu na discrepância, seja ela a parametrização inicial do sistema ou a montagem do arquivo final. O mapeamento correto entre os fatos geradores e os campos específicos do protocolo é vital. Sugiro que, diante de incongruências, se mantenha um registro detalhado dos passos de geração do arquivo, permitindo uma auditoria reversível até o ponto exato onde o dado entrou em desalinhamento com o lançamento contábil original. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Acredito que, ao focar apenas na checagem cruzada entre ERP e arquivo preliminar, podemos negligenciar detalhes cruciais. O Guia Prático, além de orientar o preenchimento, detalha a estrutura que deve ser seguida, como a composição dos Blocos 0 ao K. Bem, na virada do ano, quando os volumes são maiores, um erro pequeno na composição dos registros pode comprometer o envio por completo. É fundamental que a conferência vá além da mera comparação inicial.

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Vanessa Ramos, gostaria de complementar a discussão sobre a transmissão. É fundamental que a gente não apenas foque na geração do arquivo, mas também na sua recepção pelos órgãos competentes. O ponto é que, ó, a correta contabilidade dos nossos lançamentos precisa estar mapeada nos registros da EFD-ICMS/IPI, o que o Guia Prático cobre. Se a gente olhar o Capítulo I, Seção 3, da versão atualizada, vemos a importância da apresentação do arquivo digital para o Fisco. É um processo que exige cuidado do começo ao fim.

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Nós encontramos uma abordagem diferente para validar o envio. Dependentemente da complexidade fiscal do mês, adotamos uma checagem cruzada entre os dados do ERP e os campos do arquivo preliminar. Se a operação for rotineira, como de costume, pois é, a conferência rápida do registro principal basta. Contudo, em fechamentos mais complexos, revisamos a integridade dos Blocos B, C e D contra os lançamentos contábeis para mitigar riscos antes da transmissão.

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Oi Juliana, seguindo o que você mencionou sobre a geração do arquivo preliminar, é importante lembrar que, para a transmissão efetiva, o contribuinte precisa assegurar que todos os dados gerados reflitam precisamente a operação fiscal ocorrida. O Guia Prático, que serve como nosso manual, orienta sobre como preencher os campos e detalhar os registros. Agora, quer dizer, mesmo após a geração, cabe ao contribuinte a responsabilidade pela veracidade das informações. Sugiro que você compare o arquivo gerado com as informações do sistema, considerando a periodicidade das informações exigidas.

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Para transmitir a EFD-ICMS/IPI, o arquivo gerado precisa seguir rigorosamente a estrutura detalhada nos guias. Você verificou se os registros que compõem a EFD-ICMS/IPI, como os contidos no Bloco 0 ao Bloco K, estão devidamente preenchidos conforme o seu perfil declarante? Ao utilizar o leiaute 2024, certificou-se de que todos os campos obrigatórios estão contemplados na composição? Então, saindo um pouco do tema, a etapa de assinatura com certificado digital é crucial para a validação final antes da entrega ao Fisco.

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