Estou revisando o fechamento do período e o volume de ajustes necessários na EFD-ICMS/IPI realmente está cobrando muita atenção, principalmente vindo do ambiente S/4HANA 1909. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado e a complexidade de conciliar os fluxos fiscais com os documentos gerados é gigante. Os materiais atuais, como o Guia Prático da EFD-ICMS/IPI na versão 3.2.4, parecem cobrir bem a operação, mas a aplicação prática exige um nível de detalhamento muito alto. Estamos tentando consolidar tudo o que afeta a apuração dos tributos devidos aos entes conveniados. Diante dessa situação, e aí, a prova é: qual o melhor caminho para garantir que a transmissão do arquivo digital esteja completamente aderente a todas as especificações técnicas do leiaute, considerando as recentes atualizações?
Atualização:
Gente, como gerente fiscal, estou revisando esses apontamentos e preciso avançar com o meu entendimento. Testei a geração de um lote de informações seguindo o que o Guia Prático estabelece, mas ainda estou com dúvidas sobre a robustez do nosso processo atual. Com a minha equipe vivenciando a migração, e aí, a prova é: como vocês garantem que a sequência de informações fiscais e contábeis que geramos corresponde exatamente ao que o fisco espera no leiaute do arquivo digital?
Atualização:
Agradeço a todos os contrapontos trazidos. Eu também refinei meus testes seguindo a documentação técnica do Guia Prático. Analisei diferentes cenários de geração do lote, buscando maior solidez no nosso fluxo de dados. E aí, a prova é: como podemos assegurar que a periodicidade das informações declaradas está totalmente alinhada com o que o fisco considera como correto para a transmissão?