Olá a todos, acompanho este assunto desde os nossos colegas migravam do antigo sistema para o SAP e a cabeça ainda está fervendo com os detalhes. Estamos tentando conciliar os lançamentos da EFD Contribuições, mas parece que a transição entre os módulos está gerando um desalinhamento conceitual significativo. Tivemos um problema no nosso sistema tentando replicar o fluxo exato apresentado no Guia Prático da EFD Contribuições, Versão 1.35, especialmente ao lidar com a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins. Tentamos mapear os dados, mas o resultado não bate com o esperado. Então, o óbvio é que o fluxo documental é complexo. Diante disso, como podemos garantir que a conferência dos nossos registros espelhe fielmente o que é esperado pela escrituração fiscal digital?
Atualização:
Agradeço as visões trocadas. Nós revisamos o fluxo de geração do arquivo, comparando o que o sistema produz com as indicações do Guia Prático da EFD Contribuições, Versão 1.35. Revisamos a Seção 4, que trata da apresentação do arquivo, e verificamos que os campos estão sendo preenchidos. Mas, mesmo com o mapeamento cruzado, o quebra aqui é a coerência dos totais apurados antes da assinatura digital. Então, o óbvio é que o cálculo inicial precisa ser perfeito. Qual o melhor ponto de checagem para validar a consistência dos valores totais antes de enviá-los?