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5 Respostas

Olá a todos, acompanho este assunto desde a implantação do nosso sistema em S/4HANA 2021, e ainda estou assimilando todos os detalhes técnicos envolvidos. Estamos trabalhando na transição para o envio da EFD Contribuições e o volume de informações que precisamos gerenciar é considerável. Já revisei o Guia Prático da EFD Contribuições, Versão 1.35, e estou tentando mapear corretamente como os dados do nosso ambiente se traduzem nesse leiaute. A parte referente às orientações gerais sobre as ações judiciais, que foi adicionada na criação das seções 11 e 12, é algo que preciso entender profundamente. Embora eu acompanhe do início, agora, de longe, preciso de um ponto de checagem. Para quem já passou por isso, como é o fluxo correto para garantir que estamos cumprindo todos os requisitos ao considerar a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins?


Atualização:

Pessoal, após estudarmos o escopo da EFD Contribuições, eu gostaria de entender melhor como as recentes atualizações do Guia Prático impactam o nosso encerramento mensal. Testei a aplicação das orientações da Versão 1.35, como a criação das seções 11 e 12, e parece que o detalhamento sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo é um ponto sensível. Agora, de longe, gostaria de saber como otimizar essa escrituração para reduzir o retrabalho no fechamento.

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Para quem está lidando com a escrituração da EFD Contribuições, é fundamental reconhecer que o detalhamento tributário pertence ao contribuinte, e o manual técnico serve para estruturar essa informação no formato exigido. A implementação das diretrizes mais recentes, como as presentes na Versão 1.35, certamente adiciona camadas de complexidade, especialmente ao tratar de ajustes na base de cálculo. Se o gargalo atual reside no encerramento mensal devido a essas novas especificidades, sugiro dedicar tempo à validação cruzada dos lançamentos gerados no sistema contra a teoria tributária antes de finalizar o período. Isso minimiza surpresas e retrabalho no fechamento. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Embora o Guia Prático seja uma referência valiosa, eu discordo da ideia de que ele substitui o conhecimento tributário do contribuinte. O documento serve como um guia de como estruturar os dados no leiaute, mas ele não possui a função de interpretar ou esclarecer todas as nuances da legislação das contribuições sociais. O óbvio, tá, é que a decisão sobre a correta apuração pertence inteiramente ao declarante.

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Paula Freitas: Concordo com o que a Talita colocou sobre a importância do mapeamento preciso. Minha vivência na área de mineração, com migração de ERP, me fez ver que a transição não é só técnica, mas processo inteiro. O Guia Prático, embora seja a nossa bíblia, não pode ser interpretado como um manual que suplanta a necessidade de entendimento profundo da legislação. Por exemplo, a criação das seções 11 e 12, como vimos na Versão 1.35, traz nuances sobre exclusão de ICMS da base de cálculo que exigem domínio tributário específico. Um palpite, ó, é que o desafio maior é sincronizar o cambial do sistema com a visão do contribuinte.

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Olha, eu já passei por isso com a equipe. A gente adotou um fluxo paralelo inicialmente, rodando os lançamentos antigos lado a lado com a nova estrutura do S/4HANA. Isso ajudou muito a validar os cenários antes de cortar o antigo. Mas, se o volume de transações for muito grande, o paralelo acaba sendo um gargalo operacional. Minha dica, tá, é que o mapeamento inicial do fluxo de dados precisa ser cirúrgico. Assim, você garante que o novo registro reflete fielmente o que o contribuinte declararia, sem precisar sustentar dois sistemas rodando ao mesmo tempo.

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A EFD Contribuições é o documento digital que detalha os cálculos referentes ao PIS, COFINS e Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta. É essencial para gerenciarmos corretamente nossas obrigações fiscais geradas no sistema. O Guia Prático oferece as orientações necessárias sobre o leiaute e a escrituração. Colocando no papel, tá, é nesse instrumento que transcrevemos as informações fiscais detalhadas. É importante acompanhar as atualizações, como a Versão 1.35, para garantir a conformidade no envio.

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