Assumi recentemente os bastidores fiscais e estou trabalhando com o S/4HANA 2023, migrando um fluxo de serviços para o contexto tributário. Temos uma situação peculiar onde a nossa operação envolve a nacionalização de insumos importados, caracterizando equiparação à indústria em parte do nosso movimento. Avaliando os requisitos para o bloco K, surgiu a seguinte dúvida. Considerando que a equiparação decorre da procedência de parte do material, meu adendo, pois é, é se o lançamento nesse bloco deve refletir apenas o volume que efetivamente teve essa origem internacional. Diante disso, ao sermos equiparados como industriais devido à importação de parte do estoque, o bloco K deve ser preenchido exclusivamente com o registro do material que foi trazido por via internacional?
Atualização:
Agradeço o esclarecimento que trouxe segurança quanto ao escopo do que deve ser lançado. Testamos a hipótese de que o bloco K necessita espelhar apenas o volume que gerou a qualificação industrial, e meu adendo, pois é, é sobre a manutenção dessa representação. Dado que esses estoques possuem características tão singulares, gostaria de saber qual o procedimento mais seguro para garantir que a periodicidade dos lançamentos espelhe fielmente a natureza da operação internacionalizada que fundamenta essa equiparação.