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Fóruns / Obrigações estaduais e Bloco K

Como gerar o Bloco K do SPED Fiscal vindo de outro sistema, como o Domínio?

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Ainda estou aprendendo, então: aqui na empresa a contabilidade e a escrituração fiscal rodavam num sistema de prateleira e agora estamos no RISE with SAP. Me pediram para entender como o Bloco K do SPED Fiscal vai ser gerado, porque antes alguém do escritório externo cuidava disso.

Minha dúvida é de onde sai a informação. O Bloco K nasce do módulo de produção e estoque, ou é montado a partir dos documentos fiscais? Alguém já passou por essa troca e sabe o que o SAP precisa ter pronto para o arquivo sair certo?


Atualização:

Bem, contando nos dedos, são três frentes. Obrigada, isso ajuda muito. Então o trabalho não é só do programa, é de cadastro e de movimentação também. Vou pedir ao pessoal de materiais uma lista dos tipos de material cadastrados e comparar com o que o Guia descreve.

Só mais uma pergunta: o sistema antigo gerava o bloco todo mês, mesmo quando a empresa quase não produzia. Isso muda alguma coisa, ou o indicador de bloco sem dados resolve?

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Fechando o que a conversa deixou de pé:

  1. Origem: o Bloco K vem de produção, consumo de insumos e estoque, não de nota fiscal.
  2. Abertura: o indicador diz se o mês tem dados, e deve bater com a realidade da produção.
  3. Leiaute: a partir de 01/01/2023 existe a opção simplificada, conforme o Guia; o enquadramento é do tributário da empresa.
  4. Cadastro: tipo de material errado derruba o estoque escriturado.

Detalhes do bloco em Bloco K no SAP. Como não há fonte nossa sobre o sistema de origem, não afirmo como ele gerava o arquivo.


Fontes oficiais consultadas

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Bem, na última auditoria me perguntaram exatamente isso, Mônica. O indicador de bloco sem dados existe justamente para o mês sem produção, mas só se for verdade, porque o Guia define o 1 como bloco sem dados informados.

Eu como consultor de MM sempre confiro se houve movimento de produção antes de marcar. Se marcou sem dados e depois aparece consumo de insumo, o arquivo está inconsistente.

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Agora, pensando bem, eu seria mais cauteloso com a ideia de que o SAP resolve sozinho. No fechamento do mês passado a gente viu o estoque escriturado divergir do físico justamente porque o cadastro de material estava com o tipo errado.

O Guia lista os tipos de mercadoria que entram no registro de estoque, como revenda, matéria-prima e produto acabado. Se o tipo do material no cadastro estiver errado, o K200 sai errado mesmo com a extração perfeita. Eu auditaria o cadastro antes do programa.

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Bloco K não nasce de nota fiscal, ele nasce de produção e estoque. O Guia Prático da EFD diz que o bloco informa, por mês, a produção, o consumo de insumos e o estoque escriturado dos estabelecimentos industriais ou equiparados e dos atacadistas.

Olha, como se diz: isso quer dizer que quem alimenta o arquivo é o que você apontou em ordem de produção, requisição de material e inventário, não o faturamento. No SAP o programa lê esses dados, então o primeiro teste é ver se a movimentação de estoque está completa.

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Bem, o básico: o arquivo começa pelo registro de abertura do bloco, que diz se há dados ou não. Pelo Guia, o campo de indicador de movimento aceita 0 para bloco com dados informados e 1 para bloco sem dados informados.

Na prática, em tela de teste eu sempre olho esse indicador primeiro. Se o bloco sai marcado como sem dados e você sabe que tem produção no mês, o problema está na extração, e não no leiaute.

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Veja, batendo o olho no Guia dá para notar uma coisa que ajuda quem vem de outro ERP, a saber: existe um leiaute simplificado. A partir de 01/01/2023 o contribuinte pode entregar o bloco com menos registros, nas condições do Ajuste Sinief citado no próprio Guia.

O registro de período e o de estoque escriturado ficam nos dois leiautes. Os de desmontagem, por exemplo, só no completo. Antes de configurar, vale confirmar com o tributário qual dos dois a empresa pode usar.

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