Quando comecei a olhar o bloco K e o bloco H do SPED Fiscal, na distribuidora com ECC 6.0, achei que bastaria copiar um modelo pronto. E aí, e olha que tentei, não encontrei nenhum modelo oficial, só o guia. Gerei alguns arquivos de teste pelo sistema e abri no PVA, mas as mensagens de recusa não me ajudaram a entender o que faltava. Preciso atentar para algo específico no bloco H antes de tentar de novo? Como vocês organizam o estudo do bloco K e do bloco H do SPED Fiscal para chegar a um arquivo aceito pelo PVA?
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Sílvia, o desfecho é simples. Sobre o bloco K e o bloco H do SPED Fiscal, não existe modelo pronto, então o caminho é ler o guia, montar um teste no PVA e gerar o txt para ver a ordem dos blocos e a ligação entre cada registro e os seguintes. Os dados referentes ao saldo devem vir do sistema e ser comparados com o teste, e cada recusa merece um registro no chamado, com tela e versão. Dúvida de interpretação é do cliente; leve-a por escrito à SEFAZ do estado quando necessário. Para aprofundar, veja Bloco K no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.
Fontes oficiais consultadas
- RFB P&R pdf-efdicms-v78 https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/perguntas-e-respostas/efd-icms-ipi/perguntas-frequentes-efd-icms-ipi-v7.8.pdf Lido em 02/11/2026.
Já vi produtos de terceiros entrarem no saldo do bloco H como se fossem da casa. No nosso caso, tá, ainda estamos migrando, e um caminho prático a avaliar é marcar no cadastro quem tem a propriedade do material, para o campo ser preenchido por regra e não à mão, tanto no bloco H quanto no bloco K. Vale quando há muito movimento de terceiros; com pouco, a conferência manual antes do envio pode bastar no SPED Fiscal.
Concordo em parte com você, Olívia, o saldo abaixo de zero nasce do cálculo, mas não acho que o cálculo seja sempre a causa. Sem pressa: como proceder com mercadoria de terceiros em nossa posse no bloco H? É possível corrigir só no preenchimento do campo, ou precisa mexer no movimento de origem? Estamos em outro ERP migrando para SAP, e na farma não dá para errar.
Bianca, na logística com ECC 6.0 vi isso no bloco H: se não me engano, pois é, o PVA não deixa informar saldo abaixo de zero, então a informação de mercadoria de terceiros em nossa posse passa pelo campo 07, e é lá que se localiza a origem da recusa. Antes de corrigir o cadastro, olhe esse campo, para não mexer no que já estava certo.
Será mesmo, Wagner? Olha, para variar, discordo da ordem no bloco H. Se o ABAP que monta o saldo gera valor negativo, não há possibilidade de a EFD aceitá-lo, e o campo 07 não resolve. No log, a recusa aparece antes de a linha do campo ser lida. Minha pergunta é: vocês conferem o cálculo do saldo antes de olhar o campo, no bloco K e no bloco H do SPED Fiscal?
Quando o txt volta com erro, Paulo, como você confere as hierarquias antes de reenviar? Olhando o log, tá, aqui na automotiva, migrando para SAP, o bloco H recusou por causa do campo 07, o indicador, e a nota que originou o saldo estava certa. Fiscais e TI divergem sobre quem corrige. Você sabe dizer quem resolve primeiro, o cadastro ou o campo?
Discordo do teste isolado, Fernando. No meu dia a dia, ó, o teste no PVA com dados fabricados não reproduz o estoque real de cada estabelecimento, e o bloco H nasce, me parece, do saldo real. Para estudar o bloco K e o bloco H do SPED Fiscal, prefiro extrair dados do sistema e comparar com o teste, porque o erro pode estar na origem do dado, não na montagem.
Comparar o txt com a extração resolve metade do problema. Um adendo, ó: no bloco K e no bloco H, o caminho a avaliar é, primeiro, exportar o txt do PVA e, segundo, comparar com o que o sistema extrai. Como não há exemplos oficiais, serve quando o prazo é curto. Se sobrar dúvida de interpretação, outra saída é consultar a Secretaria da Fazenda do estado, que serve quando o teste não resolve.
Mônica, complemento a sua ideia: antes de escrever para a SEFAZ sobre o bloco H, vale ler no guia o que ele exige dos documentos que alimentam o saldo. Com a mão na massa, tá, eu encontro o guia no endereço do SPED, no portal da Receita, e rodo o PVA com a EFD de teste para ver a linha exata que recusa, em vez de descrever a dúvida de memória. Isso deixa o e-mail muito mais curto e objetivo.
Já vi gente perder o fechamento por ficar adivinhando o que o bloco K pedia no SPED Fiscal. Minha dica, viu, é um caminho a avaliar: levar a dúvida diretamente à SEFAZ do estado, em vez de insistir em tentativa e erro no sistema. Vale quando o PVA recusa sem explicar. Se o prazo permite, outro caminho é rever o material disponível do guia antes, e só depois escrever, com dúvidas dirigidas e já com o log anexado. Com o GUEPARDO Tax da NTT isso ajuda a separar o que é regra do que é parametrização.
Concordo em parte com a Cristina, o teste no PVA é útil, mas discordo de tratá-lo como garantia. Como se diz, né, quem vai digitar uma EFD de teste precisa de dados que reflitam a operação, senão o resultado do bloco K ou do bloco H engana. Vale conferir a ordem certa dos blocos no txt gerado e só considerar o teste válido quando o bloco H estiver correto e a ordem correta, ponto a ponto.
Cristina, esse teste no PVA vale para qualquer perfil de contribuinte? Veja, na última auditoria, na siderurgia, pediram para compreender de onde saiu o bloco H do SPED Fiscal e eu só tinha o log de recusa. Mandei por e-mails corporativos para várias áreas e ninguém soube dizer onde olhar primeiro, nem no bloco K nem no H.
Na minha rotina de inventário, o que resolve é partir do guia e de uma EFD de teste no PVA, porque modelo pronto não existe. Pra constar, o capítulo do bloco H é o primeiro a ler. Depois, primeiro, preencho no PVA uma EFD de teste e, segundo, gero o txt e abro para ver como a ordem dos blocos se comporta. Antes de classificar qualquer item como diferença do ECC, comparo com esse teste. Para o bloco K vale o mesmo: o guia não traz modelo, então comporta só tentativa controlada.
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