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Fóruns / Obrigações estaduais e Bloco K

Devo informar todas as movimentações de estoque no bloco K?

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10 Respostas

Estou utilizando o SAP e estou revisando o escopo do bloco K para o nosso envio. Trabalhando há algum tempo com fiscal e migrando para o uso do GUEPARDO Tax, tenho um questionamento sobre a abrangência das informações a serem validadas. Olhei o Guia Prático e vi que o tipo certo traz as movimentações internas que não estão detalhadas nos outros registros da EFD. Um ponto importante, tá, é que as movimentações de estoque são extensas no nosso dia a dia. Diante disso, gostaria de saber se, seguindo a lógica do sistema, devo detalhar absolutamente todas as movimentações de estoque no bloco K?


Atualização:

Um ponto importante, tá. Nós testamos a informação de saída produtiva para o registro K, considerando que o tipo "1" representa estoque nosso mas em posse de outro. Fizemos o lançamento seguindo o entendimento do Guia Prático sobre o que deve ser comunicado. Dado que a produção também se enquadra, gostaria de saber como endereçarmos um movimento interno que não gerou saída física, mas que possui reflexo tributário decorrente da composição do bem.

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A chave para o correto preenchimento do bloco K reside na análise do impacto fiscal de cada transação gerada. Não basta o movimento físico ocorrer dentro do sistema; ele deve possuir também uma correspondência tributária externa para ser considerado obrigatório no registro. Isso abrange tanto a circulação de mercadorias sob custódia alheia quanto os processos produtivos que se concretizam. É imprescindível que a operação interna tenha um reflexo tributário claro, seja pela posse ou pela geração do bem, para que a comunicação ao órgão competente seja precisa. Recomenda-se, portanto, validar rigorosamente o mapeamento entre o fluxo operacional e a exigência fiscal antes de qualquer encerramento mensal. Para aprofundar, veja Bloco K no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Alexandre, ao mencionar que a produção registrada deve ser comunicada, gostaria de aprofundar um ponto. Para o nosso cenário, onde o tipo "1" envolve estoque em posse de terceiro, como você avalia a correta codificação dessa saída produtiva para que reflita exatamente o que o fisco espera, agora, no mês passado? É crucial alinhar a visão gerencial com o requisito tributário específico.

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Alexandre Lima: Seguindo a linha de Débora, preciso ressaltar que a produção registrada também se enquadra na necessidade de comunicação. O Guia Prático (K200) estabelece que o estabelecimento precisa informar os estoques escriturados das mercadorias tipo 00, o que abrange o que está sendo elaborado. A exceção é quando um movimento puramente gerencial não possui correspondência fiscal. O mapeamento correto desses fluxos internos contra o que o fisco exige é onde reside a complexidade e a segurança do nosso preenchimento.

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Acredito que precisamos refinar um pouco essa visão sobre a produção. Embora o movimento de produção seja um dos itens a serem contabilizados, como mencionado, a informação tributária correta depende de mais do que apenas a saída do estabelecimento. Agora, colocando no papel, é vital diferenciar o que é mera produção interna e o que possui um impacto fiscal que precisa ser comunicado naquele momento específico. O foco deve ser sempre no reflexo tributário do movimento.

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Complementando o ponto, buscando diferenciar a contabilidade fiscal da contabilidade operacional, é crucial entender que o bloco K não é um espelho contínuo de nosso fluxo físico. Bem, o cuidado é aplicar os filtros tributários corretos. Embora um produto possa transitar por diferentes estágios , armazenado, em processo produtivo ou cedido a terceiros , a informação a ser gravada no sistema contábil deve refletir a movimentação com impacto no recolhimento dos impostos. O tipo “1”, por exemplo,iza exatamente essa situação em que nosso patrimônio se encontra em posse alheia.

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Entendo a cautela de vocês ao delimitar o escopo, mas gostaria de adicionar uma perspectiva sobre como dimensionamos isso internamente. Para além dos casos que envolvem tipo “1” ou mercadoria tipo 00 conforme o Guia Prático (K200), também contabilizamos a produção que sai do estabelecimento, o que também deve ser informado no bloco K. Veja, que eu saiba, a chave é mapear claramente qual movimento interno possui um reflexo tributário externo, seja ele a produção gerada ou a posse do bem por um terceiro. Isso nos ajuda a refinar a geração dos dados para o fisco.

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Embora a coerência estrutural seja crucial, penso que precisamos ser mais cautelosos ao equiparar a funcionalidade do PVA à necessidade de informar cada transação. O PVA aceita a importação de um bloco completo, sim, mas isso não anula a necessidade de o nosso sistema gerar apenas o que é exigido pelo escopo tributário. Na última auditoria, tá, focar no que gera implicações fiscais específicas é o caminho mais seguro ao lidar com o bloco K.

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Raquel Ferreira: Seguindo essa linha de raciocínio, eu gostaria de complementar algo. O fato de o PVA permitir a importação de um bloco completo estruturalmente, como você mencionou, sugere que a coerência estrutural é primordial. No nosso caso, ó, quando vamos além da simples movimentação, precisamos garantir que o registro de abertura do arquivo digital esteja perfeitamente alinhado com a versão anterior do PVA, para que a atualização feita no sistema seja reconhecida sem falhas na validação.

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Entendo sua apreensão sobre a totalidade dos dados, mas é importante refinar o entendimento sobre o que o bloco K realmente cataloga. Não é uma simples transcrição de tudo que passa por nosso almoxarifado. O sistema possui filtros que direcionam a informação. Se você tentar detalhar cada transação, corremos o risco de sobrecarga desnecessária. Agora, contando nos dedos, precisamos focar nas situações que possuem implicações fiscais específicas, como aquelas definidas pelo tipo “1”, ou quando o Guia Prático (K200) exige a escrituração por se tratar de mercadoria tipo 00.

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Não, nem todas as movimentações de estoque precisam compor o bloco K. O sistema possui particularidades para classificar esses fluxos. Bem, minha leitura é que o bloco K exige o registro específico de certos tipos de transações. Por exemplo, o tipo “1” abrange situações onde o estoque é nosso, mas a posse é de um terceiro. Além disso, o Guia Prático (K200) direciona que mercadorias tipo 00, como as para revenda, precisam ser escrituradas, sendo fundamental diferenciar o paradeiro físico do produto.

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