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Fóruns / Obrigações estaduais e Bloco K

No bloco K, registro K220 – Movimentações internas entre mercadorias, existe o campo COD_ITEM_ORI e COD_ITEM_DEST, minha dúvida é se o tipo de item da origem e do destino podem ser diferentes?

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8 Respostas

Olá pessoal, passando por um ponto no fechamento do mês passado e gostaria de validar um detalhe sobre o registro K220. Estamos trabalhando com movimentações internas entre mercadorias no bloco K, e estou utilizando os campos CODITEMORI e CODITEMDEST para rastrear a transação. No go-live, ó, passamos por uma situação onde a natureza dos bens envolvidos precisava ser distinta em cada ponta. Minha dúvida é se o tipo de item que estamos movimentando na origem e o tipo que ele assume no destino podem ser diferentes? Por exemplo, se a origem é classificada como matéria-prima e no destino se transforma em produto em processo.


Atualização:

Agradeço as visões de todos sobre a representação desses fluxos internos. Fiz alguns testes considerando uma passagem de item classificado como matéria prima, tipo 01, para um produto em processo, tipo 03, utilizando o bloco K, registro K220. A movimentação foi registrada sem disparar alertas inesperados no meu ambiente de testes. No go-live, ó, gostaria de saber se existe algum detalhe adicional no mapeamento desses tipos que eu deveria observar para garantir a aderência total ao que foi esperado em cenários de alta complexidade operacional.

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Em relação ao uso de diferentes classificações de itens na origem e destino do registro K220, a funcionalidade do sistema permite rastrear exatamente o que ocorre fisicamente na operação. Quando há uma transformação genuína, como matéria-prima se tornando produto em processo, o sistema foi projetado para espelhar essa mudança de estado ao definir os respectivos códigos. Para garantir a integridade fiscal durante o encerramento, é fundamental que toda a cadeia produtiva esteja corretamente representada nesse movimento interno. Recomendo que, ao configurar esses cenários, vocês validem que a operação refletida no K220 corresponde fielmente ao processo produtivo que está ocorrendo na unidade. Para aprofundar, veja Bloco K no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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No nosso desenvolvimento, vimos que a aplicação de tipos distintos nos códigos de item de origem e destino depende intrinsecamente da natureza da operação mapeada. Se a movimentação for puramente logística, sem alteração funcional, a padronização dos tipos é o caminho mais seguro. Contudo, se o movimento visar um estágio produtivo subsequente, como o citado, a variação dos tipos torna-se um espelho da realidade da produção. Olha, a prova é que o registro precisa suportar a transformação que ocorreu no chão de fábrica.

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Nádia Martins, gostaria de adicionar um aspecto crucial sobre essa passagem de tipo. Quando trabalhamos com o cenário onde o item de origem é matéria-prima, tipo 01, e ele se torna produto em processo, tipo 03, precisamos assegurar que o fluxo documental subsequente esteja perfeitamente alinhado. Veja, em campo, o registro da saída deve espelhar a expectativa da entrada subsequente para que o fechamento tributário não apresente inconsistências. A correta representação dessa cadeia produtiva é o que suporta a conformidade fiscal da operação.

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Marcelo Santos, sua colocação sobre a transformação física é pertinente. Gostaria de entender melhor como essa diferenciação de tipos de item se comporta no fechamento fiscal. No ambiente de qualidade, ó, se o item de origem é matéria-prima (tipo 01) e ele se transforma em produto em processo (tipo 03) no destino, quais são os impactos tributários que o sistema precisa considerar ao registrar essa passagem no K220?

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Olha, houve um momento em que a equipe precisou diferenciar o que era um mero trânsito versus uma transformação real. Se a intenção é apenas mover o bem sem alterar sua classificação fiscal ou física, mantenha a uniformidade nos campos de origem e destino. Contudo, veja bem, ó, quando a movimentação representa uma genuína mudança de estado ou funcionalidade , por exemplo, de componente básico para intermediário , , aí sim a utilização de tipos diferentes nos códigos de item se torna necessária para refletir a realidade operacional perante o sistema.

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Simone Silva gostaria de adicionar que, quando há essa transição de natureza, o sistema precisa suportar essa dinâmica. A correta parametrização dos códigos de item origem e destino é o que valida a operação como uma transformação ou um simples deslocamento físico. O teste é garantir que o subsequente rastreamento do lote e movimentação reflita exatamente essa mudança de status ou classificação que estamos tentando capturar no K220.

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Sim, o tipo de item na origem e no destino podem ser diferentes neste cenário de movimentações internas. Ao utilizar o registro K220 no bloco K, o sistema permite representar essa variação, o que é crucial quando a natureza fiscal ou física da mercadoria muda durante o trânsito interno. Essa funcionalidade habilita o rastreamento preciso de transações onde a classificação do bem sofre transformação ou mudança de função ao passar por nosso estoque. Esta flexibilidade é compatível com o que ocorreu no mês passado.

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Bem, voltando ao ponto, embora a variação dos tipos de item seja tecnicamente viável, é fundamental que o processo interno mapeie claramente essa subsequência. Se a intenção é demonstrar uma transformação física, o uso de diferentes códigos para origem e destino, como você mencionou, é o caminho adequado. Contudo, se a operação for puramente um trânsito ou simples movimentação sem alteração intrínseca na natureza do bem, manter os tipos idênticos é o que geralmente garante a rastreabilidade contábil mais direta.

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