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Fóruns / PIS e Cofins

No transporte de funcionários, como o sistema calcula crédito de PIS e Cofins sobre as aquisições incidentes e em quais campos?

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7 Respostas

Concordo que o tema pede atenção no fechamento, mas o chato é, ó, que no nosso caso o crédito de PIS e Cofins sobre o transporte de funcionários não aparece onde a gente espera. Estou no SAP, com frota própria e fretado sendo lançado como serviço. Já rodei a apropriação de duas notas de teste, e as aquisições vieram sem o valor de PIS e Cofins no lugar certo. Qual é o caminho que o sistema segue até chegar ao crédito e em quais campos ele fica visível para a conferência?


Atualização:

Se o aviso aparece no print, então o Márcio tem razão no ponto do status. Obrigado, Leonardo e Márcio, a dica do calendário foi útil. Depois que testei a versão do programa de leitura, o PIS e a Cofins voltaram a aparecer, mas o chato é, ó, que o aviso continua em algumas notas. Vocês já viram isso em frota própria ou só em fretado?

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Concordo em parte com o que foi dito: a rota e o vínculo do funcionário precisam estar no cadastro desde o início. Discordo quando alguém sugere tratar tudo num único lugar, porque a efetuação dos lançamentos fica invisível para a conferência. Os efeitos do PIS e da Cofins sobre o transporte só ficam claros quando o aviso é tratado como pendência e não como detalhe. A recomendação prática é validar um lote pequeno, comparar o campo de origem com a nota gerada e registrar o print de cada caso. Depois, fixar o padrão por tipo de frota. A decisão sobre o tratamento é da companhia. Ao time técnico cabe desenhar, configurar e provar o comportamento do sistema. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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No meu e-commerce, o transporte de funcionários e a entrega usam veículo de terceiros, e isso muda o caso. Larissa, discordo de tratar tudo num cadastro só, porque os custos decorrentes do deslocamento de cada rota somem na conferência. E aí, se não me engano, o valor que sobra não bate com a rota real. Eu separaria por rota antes de juntar tudo. Assim a rota tem seu próprio registro e o lançamento fica bem mais claro para quem audita.

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Dúvida curta, Carolina: a separação por rota vale para todos os casos? Na minha área, né, as despesas com transporte de funcionário entram no custo sem se ligar diretamente à rota. Isso significa que a conferência precisa de uma terceira coluna, a do vínculo com o funcionário, senão o crédito fica solto. Eu testei isso num lote, e a planilha de apoio, organizada por matrícula, ajudou bastante.

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Outro caminho funciona. Aqui, o transporte de funcionários segue uma estrutura concentrada num único cadastro, e o sistema recebe a nota pronta de quem está conectando por integração. E aí, meu palpite: quem tem muitas rotas se dá melhor assim, porque o contribuinte fica sempre o mesmo. Para quem tem pouca frota, o lançamento manual resolve, mas cansa todo mês. Escolhi esse caminho porque cada ajuste fica registrado em um lugar só.

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O resultado que importa para mim: quero saber se o controle da frota fica no próprio sistema. Larissa, você falou em cadastro único. Agora, o teste é, quando a contribuição de PIS e Cofins aparece no lançamento, ela ainda pode ser conferida por funcionário? Eu preciso dessa visão porque nossa equipe de transição ainda não tem a rotina montada.

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Leonardo, respeito o que você viu, mas discordo de um ponto. Você disse que o PIS e a Cofins somem sem erro, mas no nosso log eles aparecem com status de aviso. Veja, a regra é simples para quem olha o calendário de lançamento, mas a comprovação na tela depende de qual pacote de dados foi carregado. Eu não sei se isso vale para o seu caso, porém a diferença entre aviso e erro muda a forma de tratar. Antes de tirar conclusão, eu checaria o print do aviso e a versão do programa de leitura.

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O risco que eu já vi é o time esperar que o sistema faça tudo sozinho, e aí a ausência de parametrização passa batida. O crédito sai do sistema quando a nota de transporte traz o PIS e a Cofins no lugar certo, e o programa apenas soma. Para automatizar, a gente depende do cadastro da frota e da forma de contratação, e sem isso o resultado fica vazio. O teste é, ó, conferir se o campo de origem chega preenchido antes de qualquer lançamento. Se não chegar, o PIS e a Cofins somem sem erro, e esse é o pior tipo de falha.

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