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6 Respostas

Pessoal, a dúvida é como ajustar IBS e CBS no cadastro de materiais de alimentos sem quebrar a nota. Estou no S/4HANA e já tentei copiar a configuração de uma unidade antiga, mas o campo de origem não aceita o código que a nossa equipe usa. Também testei a regra de tributo comum num ambiente de testes, e o resultado veio com a alíquota zerada. Antes de mexer em mais nada, o teste é, né, entender se a autorização do sistema depende do cliente ou do item. Como vocês ajustam essas configurações quando os básicos mudam entre unidades?


Atualização:

Resultado: a regra de bonificação fechou, e o teste passou nas três unidades. Obrigada pela explicação de cenário, o teste é, né, que faltava para mim. Ainda não consegui fechar o caso de devolução, porque o retorno cai no mesmo lançamento e a conta não bate. Pergunta de seguimento: vocês tratam a devolução como operação separada ou como estorno do mesmo código?


Atualização:

Será que a devolução segue a mesma lógica da bonificação? Samuel, você falou em código separado, mas o pessoal de energia acha que basta amarrar à nota de origem. O teste é, né, sinalizar isso antes de virar regra. Pergunta de seguimento: quando vocês rodaram a devolução em lote, a conferência acertou tudo?


Atualização:

O risco que já vi é a nota de devolução sair com o código de bonificação, e o cliente só percebe no fechamento. Eu testei o cenário que o Rogério sugeriu, e o teste é, né, mostrou que a regra nova resolve. Pergunta de seguimento: como vocês monitoram essa troca de código no dia a dia, sem depender de alguém lembrar?

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Separe a devolução da bonificação. Cada caso tem regra própria, e misturar os dois costuma gerar erro de conciliação. Antes de mexer na configuração, mapeie o imposto aplicado em cada operação e registre as informações da nota de origem no cadastro. A numeração do retorno deve ser própria, para que a auditoria ligue cada devolução à venda certa sem planilha paralela. Quando o mapeamento estiver pronto, teste em homologação com uma nota por cenário e só então libere para produção. Por fim, a recomendação prática é montar uma matriz curta com o tipo de operação, o código aplicado e a nota de referência, e revisar essa matriz toda vez que a regra mudar. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Rogério, como você descreveu, falta cuidar do ajuste do cadastro antes da liberação. Veja, a saída é entender se o documento eletrônico da devolução já nasce com a finalidade certa, ou se o sistema reclassifica depois. No meu caso de distribuidora, a finalidade veio errada e o documento foi rejeitado no envio. Qual ponto do seu fluxo acontece antes da emissão?

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Concordo em parte, Patrícia: amarrar à nota de origem é o caminho, mas discordo que isso baste para a parte tributária. Pra não esquecer, tá, o ajuste do cadastro e a autorização da nota original precisam conversar antes da liberação. Como ponto novo, a configuração de cada cenário de devolução precisa estar certa, senão o cálculo sai com a regra errada e o retrabalho volta. Na siderurgia, isso apareceu justamente num item com regra especial.

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Na minha rotina de energia, o caso concreto aparece quando o item cai na regra seletiva e a nota volta com outro código. Samuel, completo o seu ponto sobre a nota de retorno: em linhas gerais, viu, vale guardar o protocolo da nota original e fazer o referenciamento a ela. Com isso, a conciliação deixa de depender de planilha, e o seletivo fica amarrado ao item certo. Como testei isso em dois cenários de devolução, a diferença sumiu.

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Se a regra de bonificação já passou, eu discordo de tratar a devolução como estorno do mesmo código, de cabeça, né. A numeração da nota de retorno precisa ser própria, senão a conciliação perde as informações da origem. Os padrões de nomenclatura do cadastro também mudam quando o item volta, e isso confunde quem confere. Prefiro um código de devolução separado, com referência à nota de venda.

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Não tem atalho aqui. Olha, como todo mundo sabe, o IBS e a CBS seguem a classificação de cada item, e não um campo solto da nota. Primeiro defina o código de classificação no cadastro de cada material, depois confira o uso do crédito por tipo de operação antes de liberar o documento. Fiz esse teste separando venda normal de bonificação, e a regra certa só apareceu quando as duas ficaram em cenários distintos. Em alimentos isso pesa, porque a bonificação aparece com frequência.

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