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6 Respostas

Pessoal, estou montando a visão de IBS para o kaleidon num ambiente de energia, e de cabeça achava que bastava indicar o campo certo na entrada. No S/4HANA, o retorno veio sem o montante esperado, e quando mexi na definição do item o sistema zerou o total e deixou a base ajustada para zero, o que não faz sentido. Testei duas formas de classificação fiscal e nenhuma fechou com a área. Como vocês conseguem que o programa calcule sem acobertar a diferença na mão, e qual definição usaram para adquirir esse saldo?


Atualização:

Na minha rotina de energia, o caso real é um lote de kaleidon com nota de devolução, e o campo ficou em branco. Obrigado pela ajuda do pessoal. Testei o cadastro com o tipo de devolução e a base voltou a fechar, de cabeça eu não esperava. Alguém sabe se a devolução entra no histórico ou só na conta do mês?

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Dúvida curta, a regra do IBS pede tratamento item a item ou um agregado resolve? Pelo que se viu, o ponto de partida é a carga do tributo previsto no exercício anterior, com as regras do período ao lado. Cada item precisa de correspondência com o que entrou no período, e os critérios de agrupamento têm de ser os mesmos entre entrada e saída. O enquadramento final é decisão do contribuinte, e a nossa parte se limita a desenhar o fluxo no programa e a demonstrar o resultado. Recomendação prática, comece por um grupo pequeno de itens, confira a leitura do programa linha a linha, registre as diferenças e só depois amplie para o conjunto inteiro. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Márcio Silva, concordo com a sua visão sobre o recebimento agregado. Na prática, o que observamos ao carregar vários documentos fiscais para um único recebimento era a necessidade de um tratamento coeso. Bem, minha dica é que o sistema precisa rastrear o trânsito desses itens. Se não houver uma correta associação documental, o cálculo subsequente pode não refletir a realidade do que foi disponibilizado ou adquirido.

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Emanuel Kaufman, sobre a necessidade de cada item ter correspondência, gostaria de seu parecer. No nosso cenário, o detalhe é que, pois é, recebemos múltiplos documentos fiscais para o mesmo recebimento, e a classificação inicial parecia tratá-los como um todo. Isso significa que a estimativa gerada por um agregado seria aceitável diante da complexidade da entrada?

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Quando o Pedro fala da média, eu completo com o que aparece no log. Olhando o log, pois é, a categoria do kaleidon estava errada desde a importação, e o sistema tratava os lotes através de um código genérico. Cinquenta notas com esse código bastaram para distorcer a estimativa inteira. Corrigir a categoria antes de rodar o cálculo resolveu no meu teste, e a diferença caiu para quase nada.

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Vou direto, falta o ano-base. Sem a base daquele exercício anterior, o sistema não tem o que multiplicar, e não adianta forçar o valor à mão. Pela lei, a projeção vem da aplicação da alíquota de referência em cima dessa base, e as alíquotas do IBS do ano de vigência entram depois. Olhe primeiro se o kaleidon teve movimento registrado no ano-base, porque sem ele não existe de onde tirar o número. Quando esse registro está vazio, o caminho é trazer os dados do ano anterior por arquivo de apoio e conferir o total antes de liberar qualquer cálculo.

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O resultado que importa é a apuração fechar com o razão, e não a estimativa bater no papel. Quer dizer, né, a gente seguiu um caminho diferente, carregamos a aquisição do kaleidon do último ano como base e deixamos a estimativa rodar por lote. Esse jeito vale quando o histórico de compras é grande e estável. Quando há pouca nota, a média distorce tudo, e aí vale conferir cada uma das aquisições antes de confiar na soma.

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