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5 Respostas

Estou acompanhando essa transição desde a implantação do S/4HANA 2023 e a expectativa sobre a reforma tributária é enorme, mas a parte técnica está gerando muitas dúvidas operacionais. Estamos revisando minuciosamente a Nota Técnica 2025.002-RTC, e a passagem pelos Grupos W03 e 3A, que tratam do IBS, CBS e IS, exige um mapeamento cirúrgico dos nossos processos atuais. Tivemos um teste inicial tentando simular o fluxo de uma NF-e referenciada, mas o cruzamento dos dados parece complexo. Veja, no go-live, como vamos endereçar isso. Diante da profundidade dessas adequações, como devemos estruturar o fluxo de validação interna para garantir a correta aplicação do Código de Classificação Tributária do IBS e da CBS?


Atualização:

Agradeço as contribuições de todos sobre a complexidade desta transição. Testamos um cenário simulado envolvendo a aplicação do Código de Classificação Tributária do IBS e da CBS, seguindo a Nota Técnica 2025.002-RTC. Foi um exercício valioso para termos uma visão mais clara dos impactos práticos. Agora, visando a operação real, veja, no go-live, qual seria o fluxo ideal para um contribuinte que precisa conciliar esses novos conceitos.

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Diante da complexidade inerente à transição fiscal, a nossa experiência demonstra que a mera compreensão teórica dos novos tributos não basta. A migração efetiva passa por uma validação meticulosa de como os dados serão estruturados e trocados no ambiente de produção. Sugiro que, após os testes conceituais iniciais, dedicado tempo à conferência da recepção fiel de todos os parâmetros fiscais pelos sistemas. É imprescindível assegurar a aderência completa dos grupos de informação antes de avançar para a operação corrente. Este rigor na fase de testes mitiga riscos operacionais no momento do início da cobrança. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Embora a simulação do cenário com o código de classificação tenha sido útil, talvez seja prematuro focar apenas no fluxo ideal do contribuinte sem antes mapear completamente a recepção dos dados. Tirando a prova, a aplicação prática segura passa pela validação da integridade dos dados que alimentam o sistema. Precisamos garantir que todos os grupos de informação, como o Grupo W03, estejam perfeitamente condicionados ao novo padrão antes de projetarmos o fluxo operacional final.

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Marcelo, bem, um lembrete, ao olharmos para os Grupos 11 e a utilização de notas de antecipação de pagamento, precisamos ter muita cautela ao utilizar os campos de controle e eventos. A versão 1.00 da Nota Técnica aborda a inserção desses campos para a apuração do IBS e CBS, e isso afeta diretamente a precisão fiscal dos nossos lançamentos. A transição para este novo cenário exige que todos os envolvidos estejam alinhados com a sequência de ajustes propostos.

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Nossa equipe optou por um caminho distinto para endereçar essa migração, focado em validar o fluxo antes da parametrização completa no sistema. Ao invés de mergulharmos imediatamente nos códigos do Anexo IV, que trata do crédito presumido, fizemos um exercício paralelo. O curioso é, né, que simular o cenário de uma NF-e referenciada usando um volume controlado de dados permitiu identificar gargalos conceituais antes de avançarmos para a execução completa. Essa abordagem inicial nos deu segurança sobre a aplicação dos conceitos da Lei Complementar nº 214/2025.

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A compreensão da reforma tributária passa pela aceitação de que há uma mudança estrutural nos documentos fiscais. O que torna o processo mais palpável é a necessidade de mapear os detalhes técnicos, como os códigos de classificação tributária do IBS e da CBS, conforme indicado no Anexo III. Colocando no papel, né, a transição exige atenção aos diferentes grupos de informação, como o Grupo W03 para o total da NF-e. Esses ajustes técnicos são cruciais para garantir a aderência ao novo modelo proposto pela Lei Complementar nº 214/2025.

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