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9 Respostas

O que a mudança tributária com IBS e CBS vai afetar na nossa rotina de e-commerce? Sou desenvolvedor ABAP e estou no SAP atual, e a primeira coisa que me pegou foi o cálculo dos pedidos já lançados. Tentei mapear os campos da nota e comparei com o que o time fiscal pediu, mas os ajustes no código geraram diferença no faturamento de teste. Veja bem, viu, eu não quero mexer no que já funciona sem entender a regra antes de qualquer antecipação de cronograma. Qual parte vocês ajustaram primeiro, e o que ficou para depois?


Atualização:

No caso do nosso desenvolvimento, testei um lote pequeno com dados reais, e o problema apareceu no campo de tributação do item, não no cadastro. Obrigado a todos pelas respostas, que mostraram onde mexer primeiro. Veja bem, viu, eu ainda não sei se a mudança de tela segue o mesmo caminho da mudança de dados. Vocês testaram isso separadamente ou juntos?

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Testar pouco e cedo demais é o risco que mais se repete aqui, sem dados reais do ciclo completo. A validação precisa acontecer por tipo de operação, e a utilização de um lote pequeno não mostra tudo o que o fisco vai cobrar. Como as versões das notas técnicas mudam, vale amarrar cada alteração a uma divulgação e registrar qual regra foi aplicada. Ainda assim, quais tratamentos aplicar é decisão do contribuinte, e cabe à equipe técnica executar e comprovar o que ele definiu. Por isso, a recomendação prática é montar um cronograma de testes com cenários reais e revisar a cada atualização. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Essa regra vale desde o sumário da nota, ou só no começo? Cristina Rocha, eu pergunto porque, bem, meu alerta, a reforma ainda tem pontos em circulação e a nota de setembro é a que estamos seguindo. Na minha operação de energia, um detalhe de datas muda tudo. Você já conferiu o texto do sumário antes de aplicar?

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Na minha rotina de mineração, o caso concreto é a nota referenciada que chega com dados de outro período. Discordo da Sandra quando ela diz que o bloco é mais simples, porque a publicação da regra muda no meio do caminho. Eu separaria, agora, de bate-pronto, os lotes por tipo de operação, com o presumido isolado, para não misturar regra antiga com regra nova. Não é o caminho mais rápido, mas evita retrabalho.

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O que importa é que o arquivo sai certo, e não só que o sistema aceita. Discordo da Ana num ponto, já que ela sugere testar com um arquivo pequeno, mas a nota eletrônica só revela o erro quando o evento chega à receita. Então, olha, no fim das contas, o teste precisa cobrir o ciclo completo, senão o eletrônico parece certo e falha depois. Eu montaria um lote piloto com eventos reais de cada cenário.

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Complemento a pergunta da Camila. Pois a questão é que, ó, a resposta muda quando o registro chega vazio. Nesse caso o sistema costuma reprovar a gravação, enquanto um cenário de crédito pode passar sem alerta. Eu veria a descrição do cadastro e a criação do campo antes de decidir. Uma sugestão prática é testar com um arquivo pequeno e anotar o que foi bloqueado.

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Quando a equipe tem pouco tempo, a saída que adotamos foi priorizar os títulos em aberto antes de mexer no restante. Na prática, a inserção de novos campos ficou para a segunda rodada, e a introdução gradual reduziu o risco. Isso vale, na sustentação, né, quando a operação não pode parar, mas exige um calendário bem feito. Para uma base pequena, a migração em bloco ainda é mais simples.

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Rodrigo Nascimento, eu entendi o ponto da conferência, mas quero saber de um detalhe específico. Quando um campo não aparece, o sistema bloqueia o lote ou só gera alerta? Na nossa mineração, a fila de controle é manual, e as correções sempre voltam para o mesmo time, por assim dizer.

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Concordo em parte com você, Roberto, porque a alteração começa no código, mas o impacto maior cai na apuração. Sou gerente fiscal de energia, e na nossa operação o cclasstrib passou a organizar o tratamento de cada item. Os básicos da tributação precisam estar cadastrados antes, senão o cálculo sai com a regra errada. Então, e aí, a prova é testar com uma amostra de pedidos reais antes de tocar em produção. Não adianta correr com o desenvolvimento se a regra de negócio ainda não fechou.

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O risco que eu já vi é tratar o benefício como se fosse igual ao imposto cheio, sem olhar o código do benefício. Discordo da Letícia num ponto, já que a classificação sozinha não resolve, porque o ccredpres precisa aparecer na nota para o benefício ser reconhecido. Então, olha, eu aprendi na marra, quem pulou esse campo teve que refazer o lote inteiro. Por isso eu incluiria uma conferência extra antes de liberar qualquer faturamento.

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