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11 Respostas

Concordo em parte com quem diz que a rotina facilitada da RTC resolve tudo, mas minha ressalva é o prazo. No nosso S/4HANA em RISE with SAP, as adequações da NF-e e da NFC-e para a NT 2025.002-RTC, versão 1.52, estão em teste, e os ajustes de cadastro já comem boa parte do mês. Falta desenhar o que fazer com a antecipação nas vendas feitas antes da entrega. Pergunta direta: como vocês organizam isso na NF-e sem refazer o cadastro inteiro?


Atualização:

No fechamento de hoje rodei o pedido de teste com a conciliação por período que o Daniel sugeriu, e minha ressalva é que ainda não concluí nada. Obrigada a todos, aliás. Uma pergunta de seguimento: vocês deixam o time fiscal do cliente aprovar o desenho antes de eu mexer no cadastro? Em que momento do projeto isso entra, e como fica a parte facilitada se o cliente demorar?

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O resultado que importa: a rotina facilitada só existe quando cada passo deixa prova. O texto da NT 2025.002-RTC traz campos, grupos e códigos, mas o desenho final depende de decisão do cliente. Minha recomendação: monte um protótipo por tipo de operação, inclua o adiantamento e a nota vinculada, registre a versão da NT usada em cada teste e revise os ajustes de cadastro a cada versão nova da norma, sempre com o time fiscal do cliente. Antes de liberar, confira se a apuração do IBS e da CBS reflete o que ele decidiu e se a antecipação ficou coerente com o resto. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Boa pergunta, Eduardo, vou acrescentar. Como auditora interna, olho a validação das adequações como evidência: guardo qual das versões da NT foi usada em cada teste, quem aprovou e a data. Agora, resumindo, sem esse registro não dá para provar depois o que foi testado e com qual regra. Isso vale mesmo na rotina facilitada, e vale também para as respostas que o cliente der.

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Cláudio, no meu caso, telecom com GUEPARDO Tax, a dúvida é: a utilização de uma versão nova da nota técnica chega por atualização do produto da NTT ou configuramos no cadastro? E aí, um palpite: vocês esperam a NTT liberar a atualização antes de testar? Para a área tributária do cliente, e a forma facilitada de acompanhar isso, não consegui conferir na documentação do produto.

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O risco que já vi é tratar o sumário como roteiro de projeto, Juliano. Olha, na sustentação, o que trava é a mudança depois do go-live: a versão 1.52 saiu em setembro de 2026, e quem decide a tributação continua sendo o cliente. Eu discordo de fechar o protótipo sem confirmar com ele qual versão vale. No log de homologação, vale registrar a versão da NT usada, e manter uma parte facilitada só para o que for estável.

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Concordo em parte com a Maria, mas completando o ponto dela: o texto da NT, em tempos de reforma, traz o grupo 3A de NF-e referenciada, e essa parte do protótipo costuma ficar de fora. Contando nos dedos, pois é, são três lugares: emissão, referência e cada publicação de versão nova. Curiosidade: alguém já montou um teste com nota referenciada ligada a um adiantamento, na forma facilitada?

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Aprovar antes de mexer, Camila? Olha, pra fechar, discordo de esperar: no ABAP, preparar o desenho é barato, e o que custa caro é a introdução de campo novo no fluxo de pagamento sem teste unitário. Eu faria o protótipo com o presumido tratado como parâmetro, e não como regra fixa no código, deixando a decisão para o cliente. Na rotina facilitada, o log do job ajuda a mostrar o que o programa leu.

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Quando o documento eletrônico vai para a autorização, a descrição do evento costuma ficar registrada, e por isso discordo de conciliar nota por nota, Túlio. A ideia é conciliar por período e tratar só as exceções. Na nota fiscal eletrônica da rotina facilitada, fazer tudo no dia sobrecarrega o fechamento. Eu faria uma verificação periódica e uma lista curta de casos fora do padrão.

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Resultado que importa: não achei no texto da NT quem decide o fluxo das correções. Túlio, no meu caso, em mineração, as correções de nota chegam dias depois. Então, colocando no papel: a criação de eventos de correção também passa pela sua conciliação do razão? E o crédito do cliente é conferido nesse mesmo passo ou depois? O log do meu teste mostra só o código, e preciso entender se há forma facilitada de rastrear.

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Discordo, Talita, com respeito. Revisar só no cadastro não basta: sem controle do lançamento no razão, o campo certo no documento ainda pode gerar diferença no fechamento da contabilidade. Em energia, com consumo que varia por contrato, isso aparece rápido. O teste é, pois é, conciliar documento e razão no mesmo dia de teste, mesmo na rotina facilitada. Eu preferiria ver isso antes de qualquer liberação.

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Ricardo, no meu caso, siderurgia em S/4HANA 2021, o código cCredPres aparece só em anexo, e tenho receio de preencher sem a classificação estar fechada com o cliente. Agora, o chato é que o cadastro hoje não separa o que tem direito do que não tem. Você trata isso como etapa complementar de revisão ou já ao cadastrar o material? E existe alguma forma facilitada de listar os códigos candidatos?

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Comece pelo cClassTrib, Camila: o risco que já vi é migrar campo por campo sem entender os tipos básicos antes. Por assim dizer, ó, o texto da NT traz os tipos básicos antes do código do IBS e da CBS. Então eu seguiria a ordem: primeiro, entender como o cadastro alimenta o cClassTrib; segundo, testar como a apuração do IBS e da CBS lê esse dado; terceiro, só então tratar os adiantamentos. A parte facilitada é seguir a ordem do texto, e a escolha dos códigos é do cliente.

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