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13 Respostas

Sou consultor MM numa farmacêutica que está migrando de outro ERP para o SAP, e a reforma tributária do consumo caiu no meu colo. Já li as adequações pedidas na NT 2025.002-RTC, versão 1.52, para NF-e e NFC-e, e comecei a separar ajustes no cadastro de material. Também desenhei, no papel, um teste de antecipação, mas ainda não sei em que ponto da compra ele entra. Olha, o risco é a nota sair sem os campos novos de IBS e CBS e eu só descobrir no fechamento. Minha ordem é cadastro, desenvolvimento e testes. Por onde vocês começariam na reforma tributária, em projeto de migração para SAP?

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Numa rotina de projeto, o que mais derruba é o código errado indo na nota. Resumindo sem repetir a discussão: antes de mexer em programa, liste materiais e serviços, atribua a cada item o cClassTrib e, quando couber, o cCredPres, e deixe essa classificação numa tabela de apoio aprovada pela área fiscal. Depois, teste em qualidade cada tipo de documento e guarde os resultados. Se a NT mudar, a tabela absorve a mudança sem reescrever programa. A escolha do código de cada item é do contribuinte; ao sistema cabe refletir essa escolha, com prova de teste. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se a casa já mantém esse registro, Alexandre, vale incluir nele um teste de antecipação. No ambiente de qualidade, ó, eu rodaria uma nota de antecipação, com os tipos básicos preenchidos, e conferiria se a apuração dos totais fecha com o esperado. No S/4HANA 1909 daqui, anotaria na tela o resultado de cada rodada, para comparar quando a NT mudar.

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Um registro das versões da NT, com as adequações feitas para cada uma, resolve boa parte do problema. Então, de longe, vejo dois caminhos a avaliar. O primeiro é um acompanhamento interno por versão, com os ajustes e a data em que entraram, que vale quando há vários emissores na casa. O segundo é aguardar a consolidação e aplicar tudo de uma vez, que vale quando o prazo permite. A própria NT mantém uma tabela de versões com data de cada mudança, e eu a usaria como modelo.

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Boa pergunta, Rafael. Veja, voltando ao ponto: no ECC 6.0 daqui, da energia, ainda não conferi se a utilização da NT é possível, e a validação do XML é o que mais me preocupa. Complementando, o que sei vem só de leitura, e a parte técnica de cada campo precisa de teste em ambiente separado. Eu levaria à NTT a pergunta sobre o que o produto cobre, por escrito, antes de decidir entre esperar ou programar.

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Alan, um lembrete do meu lado: no sumário da NT aparece o Grupo W03, com o total IBS, CBS e IS. Na logística usamos SAP com GUEPARDO Tax, e não sei o que o produto já cobre desses totais. Se a gente esperar a NT assentar, como você sugeriu, o que fazemos com a tributação das notas emitidas nesse meio tempo? A pergunta vale para toda a parte tributária da transição: quem confirma com a NTT o que já está coberto?

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Emitir uma NF-e referenciada com dados divergentes da nota de origem é um risco que eu avaliaria logo. Agora, contando nos dedos, vejo dois caminhos a avaliar. O primeiro é esperar a NT assentar antes de programar, que vale quando a migração ainda está no desenho. O segundo é construir já, com parâmetros em tabela, que vale quando o go-live está perto. A NT chegou à versão 1.52 em setembro de 2026, o que me parece sinal de revisão frequente na reforma, e eu pesaria esse ritmo na decisão.

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Concordo em parte com a classe única, Débora, mas discordo de deixá-la sem dono. E aí, olha só: no agro, S/4HANA 2023, tenho nota ligada a pagamento adiantado, e a NT tem um grupo de banco de dados só para esse tipo de nota, o Grupo 11. Quando sair uma publicação nova da NT, quem atualiza a tabela que a classe consulta? E a classe lê essa tabela também para o Grupo 11, ou só para os itens comuns?

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E se o cadastro não for o ponto de partida? Na minha rotina, né, um caminho a avaliar é a inserção dos campos novos por uma classe ABAP única, chamada na emissão, que lê uma tabela de parâmetros. Esse caminho vale quando há muitos materiais e pouca gente para manter cadastro. O cadastro direto vale mais quando o volume é pequeno e o time conhece bem os itens. Na introdução da NT, o escopo cita NF-e e NFC-e, então eu avaliaria os dois documentos juntos, sem ficar mexendo no programa a cada rodada.

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Na minha rotina de serviços, Yara, a nota fiscal eletrônica sai do emissor e volta com status, e a tabela à parte funciona desde que o código seja o mesmo da nota. De perto, ó, a NT traz eventos novos para o documento eletrônico, e quem fecha o mês precisa ver o efeito de cada um no retorno. Eu incluiria na rotina a conferência desses eventos antes do fechamento. Não sei detalhar cada evento; isso precisa ser lido na própria NT, e eu não conferi.

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Se a criação dos registros ficar presa ao cadastro do material, como o Bruno sugeriu, a descrição do item passa a carregar o peso da regra, e eu discordo disso, Maria. O segredo é, viu, manter os códigos numa tabela à parte, com o material apontando para ela. Para o crédito, a mesma lógica: tabela de apoio, com data de início de uso. Mudar um código não obriga a abrir item por item em pleno fechamento. Quem define o código de cada item é a área fiscal da casa; o sistema só reflete a decisão.

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Fechar o mês sem retrabalho é o que me importa, Bruno. Veja, no fim das contas, o meu caso é farma no RISE with SAP e a lista de materiais é grande. Você disse para levantar os dois anexos juntos no cadastro. Como você faz o controle disso sem travar o fechamento: por lote de materiais ou item a item? E, se aparecerem correções depois do primeiro lote, elas voltam para a mesma fila? Quero entender antes de levar ao time.

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Calma, não é bem assim. Só o código do Anexo III deixa de fora o Anexo IV, que traz o cCredPres, e os dois têm tabelas próprias de classificação. Olha, como de costume, o que fica para depois volta como retrabalho em produção. Eu levantaria os dois juntos no cadastro. Quais itens usam um ou outro é leitura da Lei Complementar e decisão do contribuinte; do nosso lado, só garantimos que o sistema comporta os dois.

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Rafael, comece pelos tipos básicos e pelo cClassTrib do Anexo III, antes de qualquer programa. Esse código é o que a apuração do IBS e da CBS vai ler em cada item, então o cadastro do material precisa carregá-lo desde o início. E aí, meu palpite: monte uma planilha com material, código e responsável pela aprovação do lado fiscal, e só depois peça o desenvolvimento. Sei que a pressa do projeto empurra para o caminho inverso, e é justamente aí que o retrabalho aparece. Qual código vale para cada item é decisão do contribuinte; o sistema só reflete.

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