Olá a todos. Trago aqui um ponto que tem gerado bastante cabeçada na operação recente. Estamos gerenciando uma transição bastante complexa aqui no nosso ambiente, e a implementação do modelo de pagamento dividido exige um mapeamento muito preciso dos fluxos fiscais. Já tentamos simular cenários utilizando as funcionalidades atuais do nosso módulo, mas o detalhamento da repercussão econômica de cada benefício concedido ainda gera dúvidas operacionais. Olhando a tela, viu, a incongruência entre o que o sistema espera e o que o cenário legislativo passou recentemente é grande. Diante da aprovação do Congresso sobre o Split Payment, como devemos endereçar contabilmente essa nova dinâmica de recolhimento?
Atualização:
Agradeço a todos pelas visões. Testamos o encaixe do nosso fluxo com o que foi descrito, mas olhando a tela, viu, ainda há um ponto que escapa na simulação atual. Com a aprovação do pagamento dividido, e considerando os requisitos para os atos concessivos de benefícios onerosos, como devemos endereçar a eventualidade de um recolhimento que não foi feito no fornecimento de bens para a empresa comercial exportadora?